Trigonometria
Este capítulo é revisão do 11.º ano, e só isso: razões trigonométricas e resolução de triângulos, ângulo e arco generalizados, a circunferência trigonométrica, o radiano, a redução ao primeiro quadrante, as três funções e os fenómenos periódicos. As Aprendizagens Essenciais do 12.º não têm tema de Trigonometria — o que dela lá aparece está arrumado onde as AE o põem, dentro do tema Funções. Teoria, laboratórios interativos e exercícios com resolução passo a passo.
Razões trigonométricas e resolução de triângulos retângulos
O degrau mais baixo, e o que mais custa quando falta: seno, cosseno e tangente num triângulo retângulo, os valores exatos de
- Resolver problemas variados, ligados a situações concretas, que permitam recordar e aplicar métodos trigonométricos estudados no 3.º ciclo do Ensino Básico, na resolução de triângulos retângulos e não retângulos.
1 · As três razões
Num triângulo retângulo, fixado um dos ângulos agudos, os três lados ganham nome: a hipotenusa é o lado oposto ao ângulo reto, e dos outros dois um é oposto ao ângulo escolhido e o outro adjacente.
Os três valores dependem só de
Da definição sai imediatamente que
Escreve-se
2 · Os três ângulos que se sabem de cor
Um triângulo equilátero partido ao meio dá os ângulos de
Os senos de
No triângulo
- Nomear os lados a partir de
A . O cateto[AC] é adjacente ao ângulo de60^{\circ} ,[BC] é oposto e[AB] é a hipotenusa. - O cateto oposto, pela tangente.
\operatorname{tg}60^{\circ} = \frac{\overline{BC}}{7} \iff \overline{BC} = 7\sqrt{3}. - A hipotenusa, pelo cosseno.
\cos 60^{\circ} = \frac{7}{\overline{AB}} \iff \frac{1}{2} = \frac{7}{\overline{AB}} \iff \overline{AB} = 14. - Confirmar.
7^{2}+\left(7\sqrt{3}\right)^{2} = 49+147 = 196 = 14^{2} .Escolher a razão certa é escolher aquela em que só há uma incógnita. Aqui a tangente liga os dois catetos e o cosseno liga o adjacente à hipotenusa: nenhuma das duas obriga a calcular primeiro a outra.
3 · Onde isto aparece
Medir o que não se pode alcançar é o problema original da trigonometria: a altura de uma torre, a largura de um rio, a distância a um navio. Em todos, o desenho vem primeiro e a conta vem depois.
Quem olha para cima mede um ângulo de elevação; quem olha para baixo, um ângulo de depressão. Os dois medem-se sempre a partir da horizontal que passa pelo olho. Se de
4 · Dois triângulos retângulos com um lado em comum
Muitas vezes um triângulo retângulo sozinho não chega: conhece-se um ângulo, mas nenhum dos lados. O que resolve é haver dois triângulos retângulos que partilham um lado — a altura da torre, a distância à base. Dá-se um nome a esse lado, escreve-se uma equação em cada triângulo, e resolve-se o sistema.
De um ponto
- As incógnitas. Seja
H a base da torre,h = \overline{HT} a sua altura ex = \overline{BH} . Nenhum dos triângulos[BHT] e[AHT] tem um lado conhecido — mas os dois partilham o catetoh . - Um sistema de duas equações. Nos dois triângulos,
h é o cateto oposto ao ângulo de elevação e a distância à base é o cateto adjacente:\begin{cases} \operatorname{tg}37^{\circ} = \dfrac{h}{x} \\[6pt] \operatorname{tg}24^{\circ} = \dfrac{h}{x+40} \end{cases} \iff \begin{cases} h = x\operatorname{tg}37^{\circ} \\[6pt] h = (x+40)\operatorname{tg}24^{\circ} \end{cases} - Substituir
h na segunda equação e resolvê-la em ordem ax :\iff \begin{cases} h = x\operatorname{tg}37^{\circ} \\[6pt] x\operatorname{tg}37^{\circ} = (x+40)\operatorname{tg}24^{\circ} \end{cases} \iff \begin{cases} h = x\operatorname{tg}37^{\circ} \\[6pt] x = \dfrac{40\operatorname{tg}24^{\circ}}{\operatorname{tg}37^{\circ}-\operatorname{tg}24^{\circ}} \end{cases} - A altura.
\iff \begin{cases} h \approx 57{,}761 \times \operatorname{tg}37^{\circ} \approx 43{,}526 \\[6pt] x \approx 57{,}761 \end{cases} Nos cálculos intermédios guardam-se três casas decimais, e só a resposta se arredonda. Arredondarx às unidades logo no passo 3 já mudava a altura:58\operatorname{tg}37^{\circ} \approx 43{,}7 .
Uma estátua com
- Os dois triângulos. Seja
Q a base do pedestal,M o seu topo eS o topo da estátua, comd = \overline{PQ} ep = \overline{QM} . Os triângulos[PQM] e[PQS] são retângulos emQ e partilham o catetod . - Um sistema. Em cada triângulo, a tangente do ângulo de elevação liga a altura à distância
d ; o de cima temp+4 de altura:\begin{cases} \operatorname{tg}31^{\circ} = \dfrac{p}{d} \\[6pt] \operatorname{tg}38^{\circ} = \dfrac{p+4}{d} \end{cases} \iff \begin{cases} p = d\operatorname{tg}31^{\circ} \\[6pt] p+4 = d\operatorname{tg}38^{\circ} \end{cases} - Substituir
p na segunda equação.\iff \begin{cases} p = d\operatorname{tg}31^{\circ} \\[6pt] d\operatorname{tg}31^{\circ}+4 = d\operatorname{tg}38^{\circ} \end{cases} \iff \begin{cases} p = d\operatorname{tg}31^{\circ} \\[6pt] d = \dfrac{4}{\operatorname{tg}38^{\circ}-\operatorname{tg}31^{\circ}} \end{cases} - Os valores.
\iff \begin{cases} p \approx 22{,}170 \times \operatorname{tg}31^{\circ} \approx 13{,}321 \\[6pt] d \approx 22{,}170 \end{cases} O erro que mais aparece é tomar o ângulo de7^{\circ} entre as duas visadas como ângulo de um triângulo retângulo com a estátua por cateto. Não é: o triângulo[PMS] não tem ângulo reto. Os ângulos de elevação medem-se sempre a partir da horizontal.
5 · Uma medida em função de um ângulo
Quando o ângulo não é dado mas varia, a mesma técnica dá uma expressão em vez de um número: cada lado escreve-se à custa do ângulo, e a medida pedida — área, perímetro, volume — fica em função dele. É o formato em que os triângulos voltam a aparecer no Exame.
O trapézio isósceles
- A altura. Seja
E o pé da perpendicular tirada deD para[AB] . No triângulo[AED] , retângulo emE e com hipotenusa4 ,h = \overline{DE} = 4\operatorname{sen}{\alpha}, \qquad \overline{AE} = 4\cos{\alpha}. - A base maior. Do lado de
B há um triângulo igual, e entre os dois fica um retângulo de largura6 :\overline{AB} = 4\cos{\alpha}+6+4\cos{\alpha} = 6+8\cos{\alpha}. - A área.
A({\alpha}) = \frac{\overline{AB}+\overline{CD}}{2} \times h = \frac{12+8\cos{\alpha}}{2} \times 4\operatorname{sen}{\alpha}, e, desenvolvendo,A({\alpha}) = \left(6+4\cos{\alpha}\right) \times 4\operatorname{sen}{\alpha} = 24\operatorname{sen}{\alpha}+16\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}. \quad \square - Para
{\alpha} = 60^{\circ} .A(60^{\circ}) = 24 \times \frac{\sqrt{3}}{2}+16 \times \frac{\sqrt{3}}{2} \times \frac{1}{2} = 12\sqrt{3}+4\sqrt{3} = 16\sqrt{3}. A expressão só vale para0^{\circ} < {\alpha} < 90^{\circ} : com{\alpha} = 90^{\circ} o trapézio passava a retângulo, e acima disso[AB] deixava de ser a base maior. Dizer onde a expressão vale faz parte da resposta.
Python A tabela dos ângulos notáveis, sem decorar
from math import sin, cos, tan, radians, sqrt
print('graus sen cos tg')
for g in (30, 45, 60):
print('%3d %9.6f %9.6f %9.6f' % (g, sin(radians(g)), cos(radians(g)), tan(radians(g))))
print()
print('sqrt(3)/2 =', sqrt(3) / 2)
print('sqrt(2)/2 =', sqrt(2) / 2)
print('sqrt(3)/3 =', sqrt(3) / 3)
# A calculadora da' decimais; a tabela do manual da' valores exatos.
# Este programa mostra que sao o mesmo numero.
from math import sin, cos, tan, radians, sqrt
print('graus sen cos tg')
for g in (30, 45, 60):
# radians() converte graus em radianos: as funcoes do Python so' sabem radianos
print('%3d %9.6f %9.6f %9.6f' % (g, sin(radians(g)), cos(radians(g)), tan(radians(g))))
print()
# e agora os valores exatos, para comparar algarismo a algarismo
print('sqrt(3)/2 =', sqrt(3) / 2)
print('sqrt(2)/2 =', sqrt(2) / 2)
print('sqrt(3)/3 =', sqrt(3) / 3)
Compara linha a linha:
Exercícios propostos
Dezoito exercícios sobre triângulos retângulos. Os seis primeiros aplicam as definições e a tabela; os do meio juntam dois triângulos com um lado em comum — elevações, depressões, um objeto em cima de outro; os últimos escrevem medidas em função de um ângulo, que é o formato em que isto reaparece no Exame.
A cor do título dá o grau de dificuldade: verde, aplicação direta · amarelo, exige uma ideia intermédia · vermelho, justificação ou generalização, ao nível do Exame.
No triângulo
a) Determina
Sem calculadora, determina o valor exato de cada expressão.
a)
Num triângulo retângulo, a hipotenusa mede
Determina, com arredondamento às décimas, a medida dos dois catetos.
De um ponto do solo, a
Determina a altura do farol, com arredondamento às décimas do metro.
Num triângulo retângulo, um dos ângulos agudos tem seno igual a
O cosseno desse ângulo é igual a:
- (A)
\dfrac{8}{13} - (B)
\dfrac{12}{13} - (C)
\dfrac{13}{5} - (D)
\dfrac{5}{12}
Num triângulo retângulo, os catetos medem
a) Determina o valor exato da medida da hipotenusa. b) Sem recorrer à calculadora, determina a amplitude do menor dos ângulos agudos do triângulo.
Num triângulo retângulo, um ângulo agudo
Determina, sem calculadora,
Um observador vê o topo de uma antena sob um ângulo de elevação de
Determina a altura da antena, com arredondamento às décimas do metro.
Num losango de lado
Determina a área do losango, na forma
Uma rampa de acesso tem
A altura, em metros, a que a rampa chega é:
- (A)
12\operatorname{sen}{\theta} - (B)
12\cos{\theta} - (C)
\dfrac{12}{\operatorname{sen}{\theta}} - (D)
12\operatorname{tg}{\theta}
No topo de um prédio há uma antena com
Determina a altura do prédio, com arredondamento às décimas do metro. Nos cálculos intermédios, conserva três casas decimais.
Da janela
Determina a distância entre os dois prédios e a altura do prédio em frente, com arredondamento às décimas do metro.
As correntes de um baloiço medem
A que altura do chão fica o assento nesse instante? Apresenta o valor exato e um valor arredondado às centésimas do metro.
A Rita e o Tomás estão de lados opostos de um poste vertical com
Desprezando a altura dos olhos, determina a distância entre a Rita e o Tomás, com arredondamento às décimas do metro.
Considera um retângulo
a) Mostra que
Numa circunferência de centro
Mostra que
Uma pirâmide quadrangular regular tem base de lado
a) Determina a amplitude, arredondada às décimas do grau, do ângulo que uma aresta lateral faz com o plano da base. b) Determina a amplitude, arredondada às décimas do grau, do ângulo que uma face lateral faz com o plano da base.
Um cone reto tem geratriz com
a) Mostra que o volume do cone, em centímetros cúbicos, é dado por
A hipotenusa sai do teorema de Pitágoras. Depois é só decidir, para o ângulo
- a) Pelo teorema de Pitágoras,
\overline{AC}^{2} = 8^{2}+6^{2} = 100 \iff \overline{AC} = 10. - b) Visto de
A , o cateto oposto é[BC] e o adjacente é[AB] :\operatorname{sen}{\alpha} = \frac{6}{10} = \frac{3}{5}, \qquad \cos{\alpha} = \frac{8}{10} = \frac{4}{5}, \qquad \operatorname{tg}{\alpha} = \frac{6}{8} = \frac{3}{4}. Repara que\left(\frac{3}{5}\right)^{2}+\left(\frac{4}{5}\right)^{2} = \frac{9+16}{25} = 1 . A fórmula fundamental já estava aqui, disfarçada de Pitágoras.
Os três ângulos
- a)
\operatorname{sen}30^{\circ} = \frac{1}{2} e\cos 60^{\circ} = \frac{1}{2} , logo a soma é1 . - b)
\operatorname{tg}45^{\circ} = 1 , logo o produto é\cos 30^{\circ} = \frac{\sqrt{3}}{2} . - c) Pela fórmula fundamental, vale
1 — seja qual for o ângulo. - d) É a definição de tangente:
\operatorname{tg}60^{\circ} = \sqrt{3} .Em a) o resultado1 é coincidência de valores; em c) é identidade. Vale a pena não confundir as duas coisas.
O cateto oposto ao ângulo relaciona-se com a hipotenusa pelo seno; o adjacente, pelo cosseno. A calculadora tem de estar em graus.
- Cateto oposto.
\operatorname{sen}35^{\circ} = \frac{c_{\text{op}}}{12} \iff c_{\text{op}} = 12\operatorname{sen}35^{\circ} \approx 6{,}9. - Cateto adjacente.
\cos 35^{\circ} = \frac{c_{\text{adj}}}{12} \iff c_{\text{adj}} = 12\cos 35^{\circ} \approx 9{,}8. - Confirmação.
6{,}9^{2}+9{,}8^{2} \approx 143{,}6 \approx 12^{2} . Bate certo.Arredondar só no fim. Se se arredondar o seno antes de multiplicar, o erro entra na resposta e a confirmação por Pitágoras deixa de fechar.
Faz a figura: um triângulo retângulo em que conheces o cateto adjacente ao ângulo e queres o oposto. É a tangente.
- O modelo. A altura
h é o cateto oposto ao ângulo de28^{\circ} , e os40 metros são o cateto adjacente. - A razão que liga os dois é a tangente.
\operatorname{tg}28^{\circ} = \frac{h}{40} \iff h = 40\operatorname{tg}28^{\circ} \approx 21{,}3. - O farol tem cerca de
21{,}3 metros.O ângulo de elevação mede-se sempre a partir da horizontal. Medido a partir da vertical seria o complementar, e a tangente trocaria de razão.
Usa a fórmula fundamental — ou reconhece o terno pitagórico
- Pela fórmula fundamental,
\cos^{2}{\alpha} = 1-\left(\frac{5}{13}\right)^{2} = 1-\frac{25}{169} = \frac{144}{169}. - Num triângulo, o ângulo é agudo e o cosseno é positivo:
\cos{\alpha} = \frac{12}{13} . - A opção correta é a (B).A opção (D) é a tangente e a (C) é o inverso do seno. Nenhuma delas é o que se pediu — e as duas aparecem sempre, em todos os testes.
O menor ângulo é o que fica oposto ao menor cateto. Compara
- a) Pelo teorema de Pitágoras, sendo
c a hipotenusa,c^{2} = \left(\sqrt{6}\right)^{2}+\left(3\sqrt{2}\right)^{2} = 6+18 = 24 \iff c = \sqrt{24} = 2\sqrt{6}. - b) Como
\sqrt{6} < \sqrt{18} = 3\sqrt{2} , o menor cateto é o que mede\sqrt{6} , e o menor ângulo,{\alpha} , é o que lhe fica oposto:\operatorname{tg}{\alpha} = \frac{\sqrt{6}}{3\sqrt{2}} = \frac{\sqrt{3}}{3}. - Na tabela,
\frac{\sqrt{3}}{3} é a tangente de30^{\circ} . Logo{\alpha} = 30^{\circ} .O seno confirma:\operatorname{sen}{\alpha} = \frac{\sqrt{6}}{2\sqrt{6}} = \frac{1}{2} . Com valores exatos e sem calculadora, a amplitude só pode vir da tabela — é por isso que ela se sabe de cor.
A tangente diz a proporção entre os catetos, não a medida. Escolhe um triângulo com essa proporção — por exemplo catetos
- Um triângulo com essa tangente. Se o oposto for
3 e o adjacente4 , a tangente é\frac{3}{4} , como se quer. - A hipotenusa.
\sqrt{3^{2}+4^{2}} = 5 . - As duas razões.
\operatorname{sen}{\alpha} = \frac{3}{5}, \qquad \cos{\alpha} = \frac{4}{5}. - Qualquer outro triângulo com a mesma tangente é semelhante a este, e dá as mesmas razões.É esta invariância que faz as razões trigonométricas serem do ângulo e não do triângulo. Sem ela, nada disto funcionava.
Chama
- Duas incógnitas, duas equações. Sejam
h a altura da antena ed a distância da segunda posição à base; a primeira fica ad+50 . Em cada triângulo retângulo, a tangente do ângulo de elevação liga a altura à distância:\begin{cases} \operatorname{tg}45^{\circ} = \dfrac{h}{d} \\[6pt] \operatorname{tg}30^{\circ} = \dfrac{h}{d+50} \end{cases} \iff \begin{cases} d = h \\[6pt] \dfrac{\sqrt{3}}{3} = \dfrac{h}{h+50} \end{cases} A primeira equação dá logod = h , porque\operatorname{tg}45^{\circ} = 1 , e foi isso que se substituiu na segunda. - Resolver a segunda equação.
\iff \begin{cases} d = h \\[6pt] \sqrt{3}\,(h+50) = 3h \end{cases} \iff \begin{cases} d = h \\[6pt] h\left(3-\sqrt{3}\right) = 50\sqrt{3} \end{cases} \iff \begin{cases} d = h \\[6pt] h = \dfrac{50\sqrt{3}}{3-\sqrt{3}} \end{cases} - O valor. Racionalizando o denominador,
h = \frac{50\sqrt{3}\left(3+\sqrt{3}\right)}{9-3} = \frac{150\sqrt{3}+150}{6} = 25\left(\sqrt{3}+1\right) \approx 68{,}3. Duas observações e um deslocamento conhecido chegam para medir uma altura sem conhecer nenhuma distância à base. É assim que se mede o que não se pode alcançar.
A área de um paralelogramo é base
- A altura. Tirando a altura de um vértice sobre o lado, fica um triângulo retângulo de hipotenusa
6 e ângulo60^{\circ} :h = 6\operatorname{sen}60^{\circ} = 6 \times \frac{\sqrt{3}}{2} = 3\sqrt{3}. - A área.
A = 6 \times 3\sqrt{3} = 18\sqrt{3}. O ângulo de120^{\circ} do losango daria a mesma altura:\operatorname{sen}120^{\circ} = \operatorname{sen}60^{\circ} . A área não distingue os dois — e há razão para isso, que se vê melhor no círculo trigonométrico, na secção R3.
Os
- A rampa é a hipotenusa; a altura é o cateto oposto a
{\theta} . \operatorname{sen}{\theta} = \frac{h}{12} \iff h = 12\operatorname{sen}{\theta}. - A opção correta é a (A).A opção (D) seria a resposta se os
12 metros fossem medidos no chão. É o erro mais comum nestes enunciados: ler o comprimento da rampa como se fosse a distância horizontal.
Chama
- Duas incógnitas. Sejam
h a altura do prédio ed a distância do ponto de observação à base. Os dois triângulos são retângulos na base do prédio e têm o catetod em comum; o de cima temh+9 de altura:\begin{cases} \operatorname{tg}34^{\circ} = \dfrac{h}{d} \\[6pt] \operatorname{tg}41^{\circ} = \dfrac{h+9}{d} \end{cases} \iff \begin{cases} h = d\operatorname{tg}34^{\circ} \\[6pt] h+9 = d\operatorname{tg}41^{\circ} \end{cases} - Substituir
h na segunda equação.\iff \begin{cases} h = d\operatorname{tg}34^{\circ} \\[6pt] d\operatorname{tg}34^{\circ}+9 = d\operatorname{tg}41^{\circ} \end{cases} \iff \begin{cases} h = d\operatorname{tg}34^{\circ} \\[6pt] d = \dfrac{9}{\operatorname{tg}41^{\circ}-\operatorname{tg}34^{\circ}} \end{cases} \iff \begin{cases} h \approx 46{,}206 \times \operatorname{tg}34^{\circ} \approx 31{,}167 \\[6pt] d \approx 46{,}206 \end{cases} - O prédio tem cerca de
31{,}2 metros.Sete graus para abranger nove metros de antena é pouco — e é por isso que o ponto de observação fica longe, a mais de46 metros. Um ângulo pequeno entre as duas visadas pede uma distância grande.
A horizontal que passa por
- O triângulo de baixo. A horizontal por
J encontra o prédio em frente num pontoK , também a15 metros do solo. No triângulo[JKB] , retângulo emK , o ângulo emJ é a depressão de40^{\circ} ,\overline{KB} = 15 é o cateto oposto e a distânciad = \overline{JK} é o adjacente:\operatorname{tg}40^{\circ} = \frac{15}{d} \iff d = \frac{15}{\operatorname{tg}40^{\circ}} \approx 17{,}876. - O triângulo de cima. Em
[JKT] , retângulo emK :\overline{KT} = d\operatorname{tg}28^{\circ} \approx 9{,}505. - A altura do prédio é
\overline{KT}+\overline{KB} \approx 9{,}505+15 \approx 24{,}5 metros.Os15 metros da janela entram duas vezes: primeiro como cateto do triângulo de baixo, depois somados no fim. Esquecer a segunda vez é o erro mais comum — e dá um prédio de9{,}5 metros, mais baixo do que a janela de onde se olha para cima.
O ponto onde as correntes estão presas fica a
- O ponto de suspensão fica a
2{,}5 metros do chão: é a altura do assento em repouso mais o comprimento das correntes. - O que o assento desce abaixo dele. As correntes são a hipotenusa e o ângulo de
45^{\circ} fica no ponto de suspensão, entre elas e a vertical. A distância vertical do ponto de suspensão ao assento é o cateto adjacente a esse ângulo:v = 2\cos 45^{\circ} = 2 \times \frac{\sqrt{2}}{2} = \sqrt{2}. - A altura do assento é
2{,}5-\sqrt{2} \approx 1{,}09 metros.É o cosseno, e não o seno, porque o ângulo foi medido a partir da vertical. A45^{\circ} a troca passava despercebida — os dois valem\frac{\sqrt{2}}{2} —, mas com30^{\circ} já dava outra resposta.
São dois triângulos retângulos com o poste como cateto comum, um de cada lado. A distância pedida é a soma das duas distâncias à base.
- Do lado da Rita. O poste é o cateto oposto ao ângulo de
35^{\circ} e a distânciar à base é o adjacente:\operatorname{tg}35^{\circ} = \frac{12}{r} \iff r = \frac{12}{\operatorname{tg}35^{\circ}} \approx 17{,}138. - Do lado do Tomás. Da mesma maneira,
t = \frac{12}{\operatorname{tg}52^{\circ}} \approx 9{,}375. - A distância entre os dois é
r+t \approx 26{,}5 metros.Se estivessem os dois do mesmo lado do poste, a distância entre eles seria a diferença,r-t . O que decide a conta é o enunciado — e a figura é o que o deixa ver.
No triângulo
- a) No triângulo
[APD] , retângulo emA :\operatorname{tg}{\alpha} = \frac{\overline{AD}}{\overline{AP}} = \frac{3}{\overline{AP}} \iff \overline{AP} = \frac{3}{\operatorname{tg}{\alpha}}. \quad \square - b) O triângulo
[PBC] é retângulo emB , com catetos\overline{PB} = 8-\overline{AP} e\overline{BC} = \overline{AD} = 3 :A({\alpha}) = \frac{\overline{PB} \times \overline{BC}}{2} = \frac{3}{2}\left(8 - \frac{3}{\operatorname{tg}{\alpha}}\right) = 12 - \frac{9}{2\operatorname{tg}{\alpha}}. - O domínio da expressão é o conjunto dos
{\alpha} para os quaisP cai dentro de[AB] , isto é\frac{3}{\operatorname{tg}{\alpha}} \leq 8 .Escrever uma medida em função de um ângulo é o tipo de item que o Exame repete todos os anos. O trabalho é sempre o mesmo: identificar o triângulo retângulo onde o ângulo vive, e escrever os outros comprimentos a partir dele.
O triângulo
- O triângulo é isósceles porque
\overline{OA} = \overline{OB} = 1 . Logo[OM] é altura e bissetriz: o ânguloAOM tem amplitude\frac{{\theta}}{2} e o triângulo[OMA] é retângulo emM . - No triângulo
[OMA] , com hipotenusa\overline{OA} = 1 :\operatorname{sen}\frac{{\theta}}{2} = \frac{\overline{AM}}{1} = \overline{AM}. - Como
M é o ponto médio,\overline{AB} = 2\overline{AM} = 2\operatorname{sen}\frac{{\theta}}{2} .\square - O perímetro é
\overline{OA}+\overline{OB}+\overline{AB} :P({\theta}) = 2 + 2\operatorname{sen}\frac{{\theta}}{2}. Este é o comprimento da corda. Não confundir com o comprimento do arco, que fica para a secção R4 — é com o radiano que ele se torna simples: numa circunferência de raio1 , o arco mede o próprio ângulo.
Em a) o triângulo retângulo tem por catetos a altura da pirâmide e metade da diagonal da base. Em b) o cateto na base é metade do lado — e não metade da diagonal.
- a) A diagonal da base mede
10\sqrt{2} , logo do centro a um vértice vão5\sqrt{2} . Com a altura12 :\operatorname{tg}{\alpha} = \frac{12}{5\sqrt{2}} \iff {\alpha} \approx 59{,}5^{\circ}. - b) O ângulo de uma face com a base mede-se pelo apótema: do centro ao meio de um lado vão
5 .\operatorname{tg}{\beta} = \frac{12}{5} \iff {\beta} \approx 67{,}4^{\circ}. - Os dois ângulos são diferentes, e tem de ser assim: a aresta é mais comprida do que o apótema, e portanto mais deitada.O erro clássico é usar o mesmo triângulo nas duas alíneas. Vale a pena desenhar cada secção plana separadamente antes de escrever seja o que for.
Corta o cone por um plano que contenha o eixo: fica um triângulo retângulo com a geratriz por hipotenusa, o raio da base e a altura por catetos, e o ângulo
- a) No triângulo retângulo da secção, com hipotenusa
6 e o ângulo{\theta} entre a geratriz e o raio,r = 6\cos{\theta}, \qquad h = 6\operatorname{sen}{\theta}. LogoV({\theta}) = \frac{1}{3}{\pi}r^{2}h = \frac{1}{3}{\pi} \times 36\cos^{2}{\theta} \times 6\operatorname{sen}{\theta} = 72{\pi}\cos^{2}{\theta}\operatorname{sen}{\theta}. \quad \square - b)
V(30^{\circ}) = 72{\pi} \times \frac{3}{4} \times \frac{1}{2} = 27{\pi}, \qquad V(60^{\circ}) = 72{\pi} \times \frac{1}{4} \times \frac{\sqrt{3}}{2} = 9\sqrt{3}\,{\pi}. - c) O de
60^{\circ} é o mais alto:h = 6\operatorname{sen}60^{\circ} = 3\sqrt{3} \approx 5{,}2 cm, contra6\operatorname{sen}30^{\circ} = 3 cm. Mas9\sqrt{3} \approx 15{,}6 < 27 : é o mais baixo que leva mais.O volume depende do quadrado do raio e só da primeira potência da altura. Quando o cone se levanta, o raio encolhe — e o quadrado encolhe depressa. RepresentandoV na calculadora gráfica, em graus, vê-se que o volume máximo se atinge perto de35^{\circ} .
Resolução de triângulos não retângulos
Não há teoria nova: um triângulo qualquer parte-se em dois triângulos retângulos por uma altura, e cada pedaço resolve-se com as razões da secção R1. O trabalho está em escolher a altura certa, em saber o que fazer quando ela cai fora do triângulo — e em reconhecer o único caso em que os dados podem dar dois triângulos, ou nenhum.
- Resolver problemas variados, ligados a situações concretas, que permitam recordar e aplicar métodos trigonométricos estudados no 3.º ciclo do Ensino Básico, na resolução de triângulos retângulos e não retângulos.
1 · Partir o triângulo por uma altura
Não é preciso teoria nova. Um triângulo qualquer parte-se em dois retângulos por uma altura, e cada pedaço resolve-se com as três razões.
O método é sempre o mesmo: escolher a altura que caia sobre o lado conhecido, escrever os dois pedaços da base em função de
Que altura escolher? A que forma um triângulo retângulo com dois elementos conhecidos — um lado e um ângulo agudo, ou dois lados. Esse resolve-se logo, e o que se descobre nele passa para o outro pela altura, que é o lado que os dois partilham.
No triângulo
- O terceiro ângulo. O ângulo em
C tem180^{\circ}-105^{\circ}-35^{\circ} = 40^{\circ} . - Que altura. O lado conhecido é
[AB] e o ângulo emB é agudo: a altura[AH] , tirada deA para[BC] , faz do triângulo[ABH] um triângulo retângulo com hipotenusa30 e um ângulo de35^{\circ} — dois elementos conhecidos.\overline{AH} = 30\operatorname{sen}35^{\circ} \approx 17{,}207, \qquad \overline{BH} = 30\cos 35^{\circ} \approx 24{,}575. - O outro triângulo. Em
[AHC] , retângulo emH , com o ângulo de40^{\circ} emC :\overline{AC} = \frac{\overline{AH}}{\operatorname{sen}40^{\circ}} \approx 26{,}770, \overline{HC} = \frac{\overline{AH}}{\operatorname{tg}40^{\circ}} \approx 20{,}507. - Somar os dois pedaços.
\overline{BC} = \overline{BH}+\overline{HC} \approx 24{,}575+20{,}507 \approx 45{,}1 .Tirar a altura deC para[AB] também dava, mas custava mais: como o ângulo emA é obtuso, o pé dessa altura cai fora do lado[AB] , no seu prolongamento — é o assunto do ponto seguinte. A altura tirada deA é o caminho mais curto.
2 · Quando a altura cai fora do triângulo
Num triângulo com um ângulo obtuso, as alturas tiradas dos outros dois vértices caem fora: o pé fica no prolongamento do lado. O triângulo retângulo que se forma não usa o ângulo obtuso
O seno e o cosseno de um ângulo obtuso só ficam definidos na secção R3, no círculo trigonométrico. Até lá não fazem falta: o ângulo obtuso nunca entra na conta — entra o seu suplementar, que é agudo e pertence a um triângulo retângulo.
Dois caminhos retos partem de um cruzamento
- A altura, tirada de
C . O ângulo emA é obtuso, por isso o péH da perpendicular tirada deC para a retaAB cai no prolongamento de[BA] , para lá deA . No triângulo[AHC] , retângulo emH , o ângulo emA tem180^{\circ}-110^{\circ} = 70^{\circ} . - Os dois catetos de
[AHC] .\overline{CH} = 250\operatorname{sen}70^{\circ} \approx 234{,}923, \qquad \overline{AH} = 250\cos 70^{\circ} \approx 85{,}505. - O triângulo grande.
[BHC] é retângulo emH , com\overline{BH} = 400+\overline{AH} \approx 485{,}505 . Pelo teorema de Pitágoras,\overline{BC} = \sqrt{\overline{BH}^{2}+\overline{CH}^{2}} \approx \sqrt{485{,}505^{2}+234{,}923^{2}} \approx 539. O pedaço\overline{AH} soma-se aos400 metros porque o pé caiu para lá deA . Com um ângulo agudo emA , o pé cairia dentro de[AB] e o pedaço subtraía-se:\overline{BH} = 400-\overline{AH} . É o desenho que decide o sinal — e por isso faz-se sempre.
3 · Conhecidos os três lados
Sem ângulo nenhum, não há razão trigonométrica por onde começar. Começa-se pela altura na mesma, mas agora com duas incógnitas — a altura e um dos pedaços da base —, e é o teorema de Pitágoras, aplicado aos dois triângulos, que as determina. Os ângulos vêm no fim.
Um terreno triangular
- A altura sobre
[BC] . SejaH o pé da perpendicular tirada deA ,h = \overline{AH} ex = \overline{BH} ; então\overline{HC} = 14-x . - Pitágoras duas vezes: um sistema. Uma equação em cada triângulo retângulo, com o mesmo
h :\begin{cases} h^{2}+x^{2} = 13^{2} \\[4pt] h^{2}+(14-x)^{2} = 15^{2} \end{cases} \iff \begin{cases} h^{2} = 169-x^{2} \\[4pt] 169-x^{2}+196-28x+x^{2} = 225 \end{cases} - Resolver. Na segunda equação o
x^{2} desaparece:\iff \begin{cases} h^{2} = 169-x^{2} \\[4pt] 28x = 140 \end{cases} \iff \begin{cases} h^{2} = 144 \\[4pt] x = 5 \end{cases} \iff \begin{cases} h = 12 \\[4pt] x = 5 \end{cases} porqueh > 0 . - Os ângulos. Sejam
\hat{A} ,\hat{B} e\hat{C} as amplitudes dos ângulos nos vértices com esses nomes. Nos dois triângulos retângulos,\cos\hat{B} = \frac{5}{13}, \qquad \cos\hat{C} = \frac{14-5}{15} = \frac{3}{5}, e, com a calculadora,\hat{B} \approx 67{,}4^{\circ} e\hat{C} \approx 53{,}1^{\circ} . O terceiro é\hat{A} \approx 180^{\circ}-67{,}4^{\circ}-53{,}1^{\circ} = 59{,}5^{\circ} . - A área é base vezes altura a dividir por dois:
\dfrac{14 \times 12}{2} = 84 m².Sex tivesse saído negativo, ou maior do que14 , o pé da altura estaria fora de[BC] — sinal de um ângulo obtuso emB ou emC . As equações do passo 2 continuam certas nesse caso; é o desenho que tem de ser refeito.
4 · Dois lados e um ângulo que não fica entre eles
É o único caso em que os dados podem não chegar para decidir o triângulo. Tira-se a altura do vértice comum aos dois lados conhecidos e compara-se o lado que sobra com essa altura: pode não haver triângulo nenhum, pode haver um, e pode haver dois.
Pretende-se construir um triângulo
- A altura tirada de
A para a reta que contém[BC] , com péH . No triângulo[ABH] , com hipotenusa10 e o ângulo de30^{\circ} emB :\overline{AH} = 10\operatorname{sen}30^{\circ} = 5, \qquad \overline{BH} = 10\cos 30^{\circ} = 5\sqrt{3}. - Onde pode estar
C .C está na retaBH , a7 deA . No triângulo[AHC] , retângulo emH ,\overline{HC} = \sqrt{7^{2}-5^{2}} = \sqrt{24} = 2\sqrt{6}. Há dois pontos a essa distância deH : um para lá deH e outro entreB eH — este existe porque2\sqrt{6} < 5\sqrt{3} . - Os dois triângulos.
\overline{BC_{1}} = 5\sqrt{3}+2\sqrt{6} \approx 13{,}56, \qquad \overline{BC_{2}} = 5\sqrt{3}-2\sqrt{6} \approx 3{,}76. - O que decidiu foi comparar
\overline{AC} = 7 com a altura,5 , e com\overline{AB} = 10 .Com\overline{AC} menor do que5 , a circunferência de centroA não chegava à reta: nenhum triângulo. Igual a5 , tocava-a num ponto só: um triângulo, retângulo emC . Entre5 e10 , dois — é o caso deste exemplo. A partir de10 , o segundo ponto passa para trás deB e volta a haver um só.
As Aprendizagens Essenciais colocam a lei dos senos e a lei dos cossenos nos possíveis aprofundamentos — não no essencial. Quem as souber pode usá-las; quem não as souber resolve tudo o que é pedido pelo método da altura.
Python Resolver um triângulo conhecidos os três lados
from math import sqrt, acos, degrees
def resolve(a, b, c):
x = (a**2 + c**2 - b**2) / (2 * a)
h = sqrt(c**2 - x**2)
B = degrees(acos(x / c))
C = degrees(acos((a - x) / b))
return h, B, C, 180 - B - C
h, B, C, A = resolve(14, 15, 13)
print('altura =', h)
print('B = %.1f C = %.1f A = %.1f' % (B, C, A))
print('área =', 14 * h / 2)
# Resolver um triangulo dados os tres lados, pelo metodo da altura.
from math import sqrt, acos, degrees
def resolve(a, b, c):
# triangulo [ABC] com BC = a, AC = b e AB = c; H e' o pe' da altura tirada de A
# Pitagoras nos dois triangulos retangulos: c^2 - x^2 = b^2 - (a - x)^2
x = (a**2 + c**2 - b**2) / (2 * a) # x = BH
h = sqrt(c**2 - x**2) # a altura AH
# acos faz o que a tecla cos^-1 da calculadora faz: da' o angulo a partir do cosseno
B = degrees(acos(x / c))
C = degrees(acos((a - x) / b))
return h, B, C, 180 - B - C # o terceiro angulo sai da soma
h, B, C, A = resolve(14, 15, 13) # o terreno do exemplo
print('altura =', h)
print('B = %.1f C = %.1f A = %.1f' % (B, C, A))
print('área =', 14 * h / 2)
Confirma o terreno do exemplo: altura resolve(40, 30, 25), com os lados do terreno dos exercícios, e compara os ângulos. Por fim tenta resolve(8, 4, 3): o que responde o Python, e porquê?
Exercícios propostos
Catorze exercícios sobre triângulos que não são retângulos. Os quatro primeiros aplicam o método da altura quase sem mais nada; os do meio são problemas — faróis, um terreno, um poste inclinado, um barco que muda de rumo; os três últimos generalizam, e o último chega, sem lhe dar esse nome, à lei dos cossenos.
No triângulo
Determina a altura do triângulo relativa ao lado
No triângulo
Determina
No triângulo
a) Explica por que razão o pé da altura tirada de
No triângulo
A altura do triângulo relativa ao lado
- (A)
2\sqrt{3} - (B)
2 - (C)
3\sqrt{3} - (D)
4
No triângulo
Determina a altura relativa ao lado
Dois faróis,
a) Determina a distância do navio à costa. b) Determina a distância do navio a cada um dos faróis.
Apresenta os resultados em quilómetros, arredondados às décimas. Nos cálculos intermédios, conserva três casas decimais.
Um terreno triangular
a) Determina a amplitude de cada um dos ângulos do terreno, em graus, arredondada às décimas. b) Determina a área do terreno, em metros quadrados, arredondada às unidades.
Um paralelogramo
Determina o valor exato do comprimento de cada uma das diagonais.
Um poste
a) Determina o comprimento do poste. b) Determina a que altura do solo está o topo do poste.
Apresenta os resultados em metros, arredondados às décimas. Nos cálculos intermédios, conserva três casas decimais.
Uma caixa tem a forma de um prisma octogonal regular. A base é um octógono regular com
Cabem na caixa
Um barco sai do porto
A que distância do porto fica o barco? Apresenta o resultado em quilómetros, arredondado às décimas.
Num triângulo, dois lados medem
a) Mostra que, se
Pretende-se construir um triângulo
a) Mostra que só há triângulo se
Num triângulo
a) Mostra que
A altura relativa a
- A altura. Seja
H o pé da perpendicular tirada deC para[AB] . No triângulo[AHC] , retângulo emH , com hipotenusa\overline{AC} = 5 e o ângulo de40^{\circ} emA :\overline{CH} = 5\operatorname{sen}40^{\circ} \approx 3{,}214. - A área.
\frac{\overline{AB} \times \overline{CH}}{2} = \frac{8 \times 5\operatorname{sen}40^{\circ}}{2} = 20\operatorname{sen}40^{\circ} \approx 12{,}9. Repara na forma da conta: metade do produto dos dois lados pelo seno do ângulo entre eles. Não é coincidência deste triângulo — um dos exercícios vermelhos desta grelha mostra que é sempre assim.
Tira a altura de
- O triângulo do lado de
A . SejaH o pé da altura tirada deC . Em[AHC] , retângulo emH e com hipotenusa6 :\overline{CH} = 6\operatorname{sen}50^{\circ} \approx 4{,}596, \qquad \overline{AH} = 6\cos 50^{\circ} \approx 3{,}857. - O outro pedaço da base.
\overline{HB} = 9-\overline{AH} \approx 5{,}143 . - Pitágoras no triângulo
[HBC] .\overline{BC} = \sqrt{\overline{CH}^{2}+\overline{HB}^{2}} \approx \sqrt{4{,}596^{2}+5{,}143^{2}} \approx 6{,}9. O péH cai dentro de[AB] porque\overline{AH} \approx 3{,}9 é menor do que9 . Se fosse maior,H ficava para lá deB e o pedaço seria\overline{AH}-9 — o quadrado dava o mesmo, mas o desenho seria outro.
O ângulo em
- a) Se o pé
H estivesse em[AB] , o triângulo[AHC] seria retângulo emH e teria emA o ângulo de130^{\circ} : dois ângulos, de130^{\circ} e de90^{\circ} , que somados já passam dos180^{\circ} . LogoH fica no prolongamento de[BA] , para lá deA . - b) No triângulo
[AHC] , retângulo emH , o ângulo emA tem180^{\circ}-130^{\circ} = 50^{\circ} e a hipotenusa é\overline{AC} = 4 :\overline{CH} = 4\operatorname{sen}50^{\circ} \approx 3{,}064. - A área usa na mesma a base
[AB] :\frac{6 \times \overline{CH}}{2} = 12\operatorname{sen}50^{\circ} \approx 9{,}2. A altura relativa a um lado não tem de cair em cima dele: é a distância do vértice oposto à reta que contém o lado. A fórmula da área não quer saber de onde cai o pé.
O pé da altura cai fora de
- O ângulo agudo do triângulo retângulo tem
180^{\circ}-120^{\circ} = 60^{\circ} , e a hipotenusa é4 :h = 4\operatorname{sen}60^{\circ} = 4 \times \frac{\sqrt{3}}{2} = 2\sqrt{3}. - A opção correta é a (A).A opção (B) é
4\cos 60^{\circ} : a distância deA ao pé da altura, não a altura. A (C) é6\operatorname{sen}60^{\circ} , que usa o lado errado — a altura relativa a[AB] sai do lado que ligaA ao vértice oposto,[AC] .
Traça a altura
- Partir em dois. Seja
H o pé da altura tirada deC sobre[AB] ,h = \overline{CH} ex = \overline{AH} , de modo que\overline{HB} = 10-x . - Um sistema, com uma equação por triângulo retângulo.
\begin{cases} \operatorname{tg}40^{\circ} = \dfrac{h}{x} \\[6pt] \operatorname{tg}65^{\circ} = \dfrac{h}{10-x} \end{cases} \iff \begin{cases} h = x\operatorname{tg}40^{\circ} \\[6pt] h = (10-x)\operatorname{tg}65^{\circ} \end{cases} - Substituir
h na segunda equação.\iff \begin{cases} h = x\operatorname{tg}40^{\circ} \\[6pt] x\operatorname{tg}40^{\circ} = (10-x)\operatorname{tg}65^{\circ} \end{cases} \iff \begin{cases} h = x\operatorname{tg}40^{\circ} \\[6pt] x = \dfrac{10\operatorname{tg}65^{\circ}}{\operatorname{tg}40^{\circ}+\operatorname{tg}65^{\circ}} \end{cases} \iff \begin{cases} h \approx 7{,}188 \times \operatorname{tg}40^{\circ} \approx 6{,}03 \\[6pt] x \approx 7{,}188 \end{cases} Não é preciso lei nenhuma nova: um triângulo qualquer resolve-se sempre partindo-o em dois retângulos por uma altura. É o método do 3.º ciclo, e chega para tudo o que o 11.º ano pede.
A distância do navio à costa é a altura
- a) Seja
H o pé da perpendicular tirada deN para a retaAB ,h = \overline{NH} ex = \overline{AH} . Os dois ângulos são agudos, por issoH fica entre os faróis e\overline{HB} = 15-x . Uma equação em cada triângulo retângulo:\begin{cases} \operatorname{tg}48^{\circ} = \dfrac{h}{x} \\[6pt] \operatorname{tg}64^{\circ} = \dfrac{h}{15-x} \end{cases} \iff \begin{cases} h = x\operatorname{tg}48^{\circ} \\[6pt] x\operatorname{tg}48^{\circ} = (15-x)\operatorname{tg}64^{\circ} \end{cases} - Resolver o sistema.
\iff \begin{cases} h = x\operatorname{tg}48^{\circ} \\[6pt] x = \dfrac{15\operatorname{tg}64^{\circ}}{\operatorname{tg}48^{\circ}+\operatorname{tg}64^{\circ}} \end{cases} \iff \begin{cases} h \approx 10{,}806 \\[6pt] x \approx 9{,}730 \end{cases} - b) Nos dois triângulos retângulos,
h é o cateto oposto e a distância ao farol é a hipotenusa:\overline{NA} = \frac{h}{\operatorname{sen}48^{\circ}} \approx 14{,}541, \qquad \overline{NB} = \frac{h}{\operatorname{sen}64^{\circ}} \approx 12{,}023. O farol mais próximo é o do ângulo maior,B . Num triângulo, ao maior ângulo opõe-se o maior lado — e o lado oposto ao ângulo emB é precisamente[NA] , o mais comprido dos dois.
Tira a altura sobre o maior lado,
- A altura sobre
[AC] . SejaH o pé da perpendicular tirada deB ,h = \overline{BH} ex = \overline{AH} , de modo que\overline{HC} = 40-x . Pelo teorema de Pitágoras nos dois triângulos retângulos,\begin{cases} h^{2}+x^{2} = 25^{2} \\[4pt] h^{2}+(40-x)^{2} = 30^{2} \end{cases} \iff \begin{cases} h^{2} = 625-x^{2} \\[4pt] 625-x^{2}+(40-x)^{2} = 900 \end{cases} - Resolver. Na segunda equação o
x^{2} desaparece:\iff \begin{cases} h^{2} = 625-x^{2} \\[4pt] 2225-80x = 900 \end{cases} \iff \begin{cases} h^{2} = 625-x^{2} \\[4pt] x = 16{,}5625 \end{cases} \iff \begin{cases} h = \sqrt{625-16{,}5625^{2}} \approx 18{,}727 \\[4pt] x = 16{,}5625 \end{cases} - a) Sejam
\hat{A} ,\hat{B} e\hat{C} as amplitudes dos ângulos nos vértices com esses nomes. Nos dois triângulos retângulos,\cos\hat{A} = \frac{16{,}5625}{25} = 0{,}6625, \qquad \cos\hat{C} = \frac{40-16{,}5625}{30} = 0{,}78125, e, com a calculadora,\hat{A} \approx 48{,}5^{\circ} e\hat{C} \approx 38{,}6^{\circ} . O terceiro é\hat{B} \approx 180^{\circ}-48{,}5^{\circ}-38{,}6^{\circ} = 92{,}9^{\circ} . - b)
\frac{\overline{AC} \times h}{2} \approx \frac{40 \times 18{,}727}{2} \approx 375. O ângulo emB é obtuso, embora por pouco — o terreno quase tem um canto em esquadria. Sobre um dos outros lados o pé da altura podia cair fora; sobre o maior cai sempre dentro, e foi por isso que se escolheu[AC] .
A diagonal
- A altura tirada de
D . SejaH o pé da perpendicular tirada deD para a retaAB . No triângulo[AHD] , com hipotenusa5 e o ângulo de60^{\circ} emA :\overline{DH} = 5\operatorname{sen}60^{\circ} = \frac{5\sqrt{3}}{2}, \qquad \overline{AH} = 5\cos 60^{\circ} = \frac{5}{2}. - A diagonal menor,
[BD] .H fica em[AB] e\overline{HB} = 9-\frac{5}{2} = \frac{13}{2} :\overline{BD}^{2} = \left(\frac{13}{2}\right)^{2}+\left(\frac{5\sqrt{3}}{2}\right)^{2} = \frac{169+75}{4} = 61 \iff \overline{BD} = \sqrt{61}. - A diagonal maior,
[AC] . A altura tirada deC para a retaAB tem o mesmo comprimento,\frac{5\sqrt{3}}{2} , e o seu péK fica para lá deB , com\overline{BK} = \frac{5}{2} — o triângulo[BKC] é igual a[AHD] . Então\overline{AK} = 9+\frac{5}{2} = \frac{23}{2} e\overline{AC}^{2} = \left(\frac{23}{2}\right)^{2}+\left(\frac{5\sqrt{3}}{2}\right)^{2} = \frac{529+75}{4} = 151 \iff \overline{AC} = \sqrt{151}. Confere:\overline{AC}^{2}+\overline{BD}^{2} = 212 = 2\left(9^{2}+5^{2}\right) . Num paralelogramo, a soma dos quadrados das diagonais é a soma dos quadrados dos quatro lados — uma boa maneira de apanhar um erro de conta.
No triângulo
- O terceiro ângulo. Em
[APT] , o ângulo emT tem180^{\circ}-32^{\circ}-100^{\circ} = 48^{\circ} . - a) Seja
Q o pé da perpendicular tirada deP para[AT] — cai dentro, porque os ângulos emA e emT são agudos. Em[AQP] , com hipotenusa20 e o ângulo de32^{\circ} emA :\overline{PQ} = 20\operatorname{sen}32^{\circ} \approx 10{,}598. Em[PQT] , retângulo emQ , com o ângulo de48^{\circ} emT :\overline{PT} = \frac{\overline{PQ}}{\operatorname{sen}48^{\circ}} \approx 14{,}262. - b) Do outro lado do poste, o ângulo com o solo é o suplementar,
180^{\circ}-100^{\circ} = 80^{\circ} . SejaR o pé da perpendicular tirada deT para o solo: o triângulo[PRT] é retângulo emR , com hipotenusa\overline{PT} e o ângulo de80^{\circ} emP , e\overline{RT} = \overline{PT}\operatorname{sen}80^{\circ} \approx 14{,}0. Confirmação por outro caminho: o topo está também à altura\overline{AT}\operatorname{sen}32^{\circ} , com\overline{AT} = \overline{AQ}+\overline{QT} = 20\cos 32^{\circ}+\frac{\overline{PQ}}{\operatorname{tg}48^{\circ}} \approx 26{,}504 — e dá o mesmo.
Une o centro do octógono aos oito vértices: ficam oito triângulos isósceles iguais, com
- O triângulo central. Cada um dos oito triângulos tem base
6 e um ângulo de45^{\circ} no centro. A altura tirada do centro, o apótemaa , é também bissetriz e mediana: parte-o em dois triângulos retângulos com catetosa e3 e um ângulo de22{,}5^{\circ} no centro:\operatorname{tg}22{,}5^{\circ} = \frac{3}{a} \iff a = \frac{3}{\operatorname{tg}22{,}5^{\circ}} \approx 7{,}243. - A área da base são oito triângulos destes:
A_{b} = 8 \times \frac{6a}{2} = 24a \approx 173{,}823. - O volume é
A_{b} \times 20 \approx 3476 cm³, cerca de3{,}48 litros. - Como
3{,}48 > 3 , os três litros cabem, e ainda sobra perto de meio litro.Os triângulos em que o octógono se parte não são retângulos — são isósceles, com45^{\circ} no vértice. É a altura que os torna tratáveis, como em toda esta secção.
Faz a figura. Se o barco virou
- O ângulo em
Q . O barco vinha na direção deP paraQ e rodou35^{\circ} : é esse o ângulo entre o prolongamento de[PQ] e[QR] . O ânguloPQR do triângulo tem180^{\circ}-35^{\circ} = 145^{\circ} . - A altura tirada de
R . SejaH o pé da perpendicular tirada deR para a retaPQ , para lá deQ . Em[QHR] , com hipotenusa8 e o ângulo de35^{\circ} emQ :\overline{RH} = 8\operatorname{sen}35^{\circ} \approx 4{,}589, \qquad \overline{QH} = 8\cos 35^{\circ} \approx 6{,}553. - Pitágoras em
[PHR] . Com\overline{PH} = 12+\overline{QH} \approx 18{,}553 ,\overline{PR} = \sqrt{\overline{PH}^{2}+\overline{RH}^{2}} \approx \sqrt{18{,}553^{2}+4{,}589^{2}} \approx 19{,}1. Com uma viragem pequena, o barco quase não perde caminho: navegou20 km e está a19{,}1 do porto. Se tivesse virado145^{\circ} , o ângulo emQ seria de35^{\circ} , o pé da altura caía dentro de[PQ] , o pedaço subtraía-se — e o barco ficava a pouco mais de7 km do porto.
Toma o lado de medida
- a) Seja
[AB] o lado de medidaa ,[AC] o de medidab e{\theta} o ângulo emA . A altura tirada deC ,[CH] , é cateto do triângulo[AHC] , retângulo emH , com hipotenusab e o ângulo{\theta} emA . Logo\overline{CH} = b\operatorname{sen}{\theta} , e a área é\frac{a \times \overline{CH}}{2} = \frac{1}{2}ab\operatorname{sen}{\theta}. \quad \square - b) Com
{\theta} obtuso,H cai no prolongamento de[BA] , para lá deA , e no triângulo[AHC] o ângulo emA tem180^{\circ}-{\theta} . A mesma conta dá\overline{CH} = b\operatorname{sen}\left(180^{\circ}-{\theta}\right) e\frac{a \times \overline{CH}}{2} = \frac{1}{2}ab\operatorname{sen}\left(180^{\circ}-{\theta}\right). \quad \square - c) Pela alínea b), com
180^{\circ}-115^{\circ} = 65^{\circ} :\frac{1}{2} \times 5 \times 3{,}5 \times \operatorname{sen}65^{\circ} \approx 7{,}93. Na secção R3 o seno passa a estar definido para qualquer ângulo, e vê-se lá que\operatorname{sen}\left(180^{\circ}-{\theta}\right) = \operatorname{sen}{\theta} . As duas fórmulas ficam então uma só: a área é sempre metade do produto de dois lados pelo seno do ângulo que eles formam.
Tira a altura de
- a) Seja
H o pé da perpendicular tirada deA para a retaBC . No triângulo[ABH] ,\overline{AH} = 12\operatorname{sen}40^{\circ} \approx 7{,}713 . Como[AC] é a hipotenusa do triângulo[AHC] — ou é o próprio[AH] , seC = H —, tem de serx \geq \overline{AH} = 12\operatorname{sen}40^{\circ} .\square - b) Para
x > \overline{AH} há dois pontos da retaBC à distânciax deA , um de cada lado deH , ambos a\sqrt{x^{2}-\overline{AH}^{2}} deH . Os dois servem enquanto ficarem do mesmo lado deB queH — e o mais próximo deB só passa para trás deB quandox chega a\overline{AB} = 12 . Há dois triângulos quando12\operatorname{sen}40^{\circ} < x < 12. - c) Com
x = 9 , que está entre7{,}713 e12 :\overline{BH} = 12\cos 40^{\circ} \approx 9{,}193, \qquad \overline{HC} = \sqrt{81-\overline{AH}^{2}} \approx 4{,}637, e\overline{BC} \approx 9{,}193+4{,}637 \approx 13{,}8 ou\overline{BC} \approx 9{,}193-4{,}637 \approx 4{,}6 .Parax = 12\operatorname{sen}40^{\circ} há um só triângulo, retângulo emC ; parax \geq 12 também um só, porque o segundo ponto já está do lado errado deB — com ele, o ângulo emB teria140^{\circ} e não40^{\circ} . À medida quex cresce: nenhum triângulo, um, dois, e outra vez um.
Tira a altura de
- a) Seja
H o pé da perpendicular tirada deC para[AB] . Em[AHC] , com hipotenusa3 ,\overline{CH} = 3\operatorname{sen}{\theta}, \qquad \overline{AH} = 3\cos{\theta}, eH fica em[AB] porque3\cos{\theta} < 3 < 5 . Então\overline{HB} = 5-3\cos{\theta} e, pelo teorema de Pitágoras em[HBC] ,\overline{BC}^{2} = 9\operatorname{sen}^{2}{\theta}+\left(5-3\cos{\theta}\right)^{2} = 9\operatorname{sen}^{2}{\theta}+9\cos^{2}{\theta}+25-30\cos{\theta}. Como9\operatorname{sen}^{2}{\theta}+9\cos^{2}{\theta} = 9 , fica\overline{BC}^{2} = 34-30\cos{\theta} .\square - b)
\overline{BC} = \sqrt{34-30 \times \frac{1}{2}} = \sqrt{19} . - c)
34-30\cos{\theta} = 16 \iff \cos{\theta} = \frac{3}{5}, e, com a calculadora,{\theta} \approx 53{,}1^{\circ} . Os lados ficam3 ,4 e5 , e3^{2}+4^{2} = 5^{2} : o triângulo é retângulo emC .A fórmula da alínea a) é um caso da lei dos cossenos,a^{2} = b^{2}+c^{2}-2bc\cos{\theta} — aqui34 = 3^{2}+5^{2} e30 = 2 \times 3 \times 5 . As Aprendizagens Essenciais põem-na nos possíveis aprofundamentos; quem a quiser tem-na sem lei nenhuma, com uma altura e a fórmula fundamental.
Ângulo e arco generalizados. A circunferência trigonométrica
Aqui o ângulo deixa de estar preso a um triângulo. Passa a poder ser obtuso, negativo, maior do que uma volta — e as três razões passam a ler-se como coordenadas de um ponto numa circunferência de raio um. É a mudança de ideia que faz toda a trigonometria que vem a seguir.
- Relacionar e aplicar, na resolução de problemas, as noções de ângulo e arco orientados e de ângulo e arco generalizados e a respetiva amplitude.
- Identificar e interpretar o círculo trigonométrico.
- Reconhecer, analisar e aplicar, na resolução de problemas, razões trigonométricas (seno, cosseno e tangente) de ângulos generalizados no círculo trigonométrico.
1 · Ângulos orientados e ângulos generalizados
Num triângulo, um ângulo tem entre
Um ângulo orientado tem um lado origem e um lado extremidade, e uma amplitude com sinal: positiva se o lado extremidade se obtém rodando no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, negativa no outro sentido.
Um ângulo generalizado admite qualquer número de voltas completas — a sua amplitude pode ser qualquer número real.
Dar uma volta completa devolve o lado extremidade ao sítio onde estava. Logo, dois ângulos têm o mesmo lado extremidade exatamente quando as suas amplitudes diferem por um número inteiro de voltas.
O
2 · As razões lidas no círculo
Chama-se circunferência trigonométrica à circunferência de centro na origem e raio
em que
Para ângulos agudos isto coincide com as razões no triângulo retângulo da secção R1 — o triângulo de hipotenusa
Quando o lado extremidade é vertical, a reta
Como
Também a igualdade
Basta dividir os dois membros de
Serve quando o dado é a tangente: dá logo
3 · Sinal e variação, quadrante a quadrante
Não há aqui nada para memorizar: o sinal de cada razão é o sinal da coordenada que a define.
| 1.º quadrante | 2.º quadrante | 3.º quadrante | 4.º quadrante | |
|---|---|---|---|---|
E a mesma leitura dá a variação. Percorrendo a circunferência no sentido positivo, a ordenada sobe de
| 1.º quadrante | 2.º quadrante | 3.º quadrante | 4.º quadrante | |
|---|---|---|---|---|
| cresce de | decresce de | decresce de | cresce de | |
| decresce de | decresce de | cresce de | cresce de | |
| cresce de | cresce de | |||
De um ângulo de amplitude
- Localizar. Seno positivo e cosseno negativo: o lado extremidade está no 2.º quadrante.
- Fórmula fundamental.
\cos^{2}{\theta} = 1-\left(\frac{2}{3}\right)^{2} = \frac{5}{9} \iff \cos{\theta} = \pm\frac{\sqrt{5}}{3}. - Escolher pelo sinal dado:
\cos{\theta} = -\frac{\sqrt{5}}{3} . - Tangente.
\operatorname{tg}{\theta} = \frac{2/3}{-\sqrt{5}/3} = -\frac{2}{\sqrt{5}} = -\frac{2\sqrt{5}}{5}. A fórmula fundamental dá sempre dois candidatos. Alguma informação sobre o quadrante — dada em palavras, num intervalo ou pelo sinal de outra razão — é o que escolhe entre eles. Sem ela, o problema não tem resposta única.
Python Uma volta ao círculo, de vinte em vinte graus
from math import sin, cos, radians
print('graus abcissa ordenada quadrante')
for g in range(0, 360, 20):
x, y = cos(radians(g)), sin(radians(g))
if x > 0 and y > 0: q = '1.o'
elif x < 0 and y > 0: q = '2.o'
elif x < 0 and y < 0: q = '3.o'
else: q = '4.o'
print('%4d %9.4f %9.4f %s' % (g, x, y, q))
# Percorre a circunferencia trigonometrica e escreve as coordenadas do ponto P.
from math import sin, cos, radians
print('graus abcissa ordenada quadrante')
for g in range(0, 360, 20):
# a abcissa e' o cosseno e a ordenada e' o seno: e' esta a definicao
x, y = cos(radians(g)), sin(radians(g))
# o quadrante le-se so' pelos sinais das duas coordenadas
if x > 0 and y > 0: q = '1.o'
elif x < 0 and y > 0: q = '2.o'
elif x < 0 and y < 0: q = '3.o'
else: q = '4.o'
print('%4d %9.4f %9.4f %s' % (g, x, y, q))
Segue a coluna da ordenada: sobe até
Exercícios propostos
Treze exercícios sobre o círculo. O trabalho é quase sempre o mesmo: localizar o lado extremidade, ler o sinal das coordenadas e só depois calcular.
Escreve a expressão geral das amplitudes, em graus, dos ângulos com o mesmo lado extremidade que um ângulo de:
a)
Indica a que quadrante pertence o lado extremidade de cada ângulo.
a)
Indica o sinal de cada uma das razões seguintes, justificando pelo quadrante.
a)
Sem calculadora, indica o valor de cada expressão — ou justifica que não existe.
a)
Seja
Qual das afirmações seguintes é necessariamente verdadeira?
- (A)
\operatorname{sen}{\alpha} \times \cos{\alpha} < 0 - (B)
\operatorname{sen}{\alpha}+\cos{\alpha} < 0 - (C)
\operatorname{tg}{\alpha} < 0 - (D)
\cos{\alpha} > \operatorname{sen}{\alpha}
De um ângulo de amplitude
Determina o quadrante a que pertence o lado extremidade de
Sabe-se que
Determina
Num referencial ortonormado,
Determina as coordenadas de
Determina todos os ângulos de amplitude entre
Na circunferência trigonométrica,
A ordenada de
- (A)
\dfrac{1}{2} - (B)
\dfrac{\sqrt{3}}{2} - (C)
-\dfrac{\sqrt{3}}{2} - (D)
\dfrac{3}{4}
Sejam
Indica, justificando, o sinal de cada uma das expressões.
a)
Considera, na circunferência trigonométrica, o ponto
Determina todos os valores de
Na circunferência trigonométrica considera o ponto
a) Mostra que a área do triângulo
Dois ângulos têm o mesmo lado extremidade quando diferem por um número inteiro de voltas. Uma volta são
- a)
50^{\circ}+k \times 360^{\circ} ,k \in \mathbb{Z} . - b)
-120^{\circ}+k \times 360^{\circ} ,k \in \mathbb{Z} . Também se pode escrever240^{\circ}+k \times 360^{\circ} : é a mesma família. - c) Como
390^{\circ} = 30^{\circ}+360^{\circ} , a expressão é30^{\circ}+k \times 360^{\circ} . - d)
180^{\circ}+k \times 360^{\circ} .A mesma família admite infinitas escritas — todas certas. O que não pode variar é o conjunto de ângulos que a expressão descreve.
Tira as voltas completas até ficares com um ângulo entre
- a)
200^{\circ} está entre180^{\circ} e270^{\circ} : 3.º quadrante. - b)
-40^{\circ} = 320^{\circ}-360^{\circ} , e320^{\circ} está entre270^{\circ} e360^{\circ} : 4.º quadrante. - c)
460^{\circ}-360^{\circ} = 100^{\circ} : 2.º quadrante. - d)
-300^{\circ}+360^{\circ} = 60^{\circ} : 1.º quadrante.Retirar voltas é somar ou subtrair360^{\circ} até cair no intervalo\left[0^{\circ},\,360^{\circ}\right[ . O lado extremidade não muda: as voltas não deixam rasto.
Localiza o lado extremidade e pergunta: a ordenada do ponto é positiva ou negativa? E a abcissa?
- a)
150^{\circ} é do 2.º quadrante, onde a ordenada é positiva:\operatorname{sen}150^{\circ} > 0 . - b)
250^{\circ} é do 3.º quadrante, onde a abcissa é negativa:\cos 250^{\circ} < 0 . - c)
200^{\circ} é do 3.º quadrante: seno e cosseno são ambos negativos, e o quociente é positivo. - d)
-70^{\circ} é do 4.º quadrante, onde a abcissa é positiva:\cos\left(-70^{\circ}\right) > 0 .A tangente é o único caso em que dois sinais negativos dão um positivo — e é por isso que a tangente é positiva em dois quadrantes opostos, o 1.º e o 3.º.
Cada um destes ângulos tem o lado extremidade sobre um eixo. Escreve as coordenadas do ponto e lê.
- a) O lado extremidade de
180^{\circ} encontra a circunferência em(-1,\,0) . A ordenada é0 :\operatorname{sen}180^{\circ} = 0 . - b) O de
270^{\circ} encontra-a em(0,\,-1) . A abcissa é0 :\cos 270^{\circ} = 0 . - c)
\operatorname{tg}180^{\circ} = \frac{0}{-1} = 0 . - d)
\cos 90^{\circ} = 0 , logo o quociente não está definido: não existe\operatorname{tg}90^{\circ} . No círculo vê-se porquê: o lado extremidade é vertical e nunca corta a retax = 1 .Os quatro pontos sobre os eixos —(1,0) ,(0,1) ,(-1,0) ,(0,-1) — respondem sozinhos a todas as perguntas deste tipo. Não há tabela para decorar.
No 3.º quadrante, o seno e o cosseno são ambos negativos. Vê o que isso obriga em cada opção.
- No 3.º quadrante,
\operatorname{sen}{\alpha} < 0 e\cos{\alpha} < 0 . - (A) O produto de dois negativos é positivo: falsa.
- (B) A soma de dois negativos é negativa: verdadeira.
- (C) O quociente de dois negativos é positivo: falsa.
- (D) Nada obriga a isso — em
250^{\circ} tem-se\cos > \operatorname{sen} , mas em200^{\circ} é ao contrário: falsa.«Necessariamente verdadeira» quer dizer para todos os ângulos do quadrante. Um contraexemplo chega para eliminar uma opção.
Com o seno negativo, ficam dois quadrantes possíveis. A tangente decide entre eles.
- Do seno.
\operatorname{sen}{\alpha} < 0 nos 3.º e 4.º quadrantes. - Da tangente.
\operatorname{tg}{\alpha} < 0 nos 2.º e 4.º. - Interseção: 4.º quadrante. Aí a abcissa é positiva, logo
\cos{\alpha} > 0 . - Confirmação.
\operatorname{tg}{\alpha} = \frac{\operatorname{sen}{\alpha}}{\cos{\alpha}} = \frac{-}{+} = - . Coerente.Dois sinais chegam sempre para fixar o quadrante: cada razão parte o círculo em duas metades e as duas metades cruzam-se num quarto.
A fórmula fundamental dá o quadrado do seno — e portanto dois valores possíveis. É o quadrante que decide qual deles serve.
- Fórmula fundamental.
\operatorname{sen}^{2}{\alpha} = 1-\cos^{2}{\alpha} = 1-\frac{9}{25} = \frac{16}{25} \iff \operatorname{sen}{\alpha} = \pm\frac{4}{5}. - Escolher. No 3.º quadrante a ordenada é negativa:
\operatorname{sen}{\alpha} = -\frac{4}{5} . - Tangente.
\operatorname{tg}{\alpha} = \frac{-4/5}{-3/5} = \frac{4}{3}. Sair da fórmula fundamental sem escolher o sinal é meio exercício. O quadrante não é decoração do enunciado: é o dado que fecha a resposta.
A ordenada de
- A ordenada é o seno:
\operatorname{sen}{\alpha} = \frac{\sqrt{7}}{4} . - A abcissa, pela equação da circunferência:
x^{2} = 1-\frac{7}{16} = \frac{9}{16} \iff x = \pm\frac{3}{4}. - Escolher. No 2.º quadrante a abcissa é negativa:
P = \left(-\frac{3}{4},\, \frac{\sqrt{7}}{4}\right) . - Tangente.
\operatorname{tg}{\alpha} = \frac{\sqrt{7}/4}{-3/4} = -\frac{\sqrt{7}}{3}. A equaçãox^{2}+y^{2} = 1 da circunferência é a fórmula fundamental. São a mesma igualdade escrita em duas linguagens: a da geometria analítica e a da trigonometria.
Escreve a expressão geral e percorre os valores de
- Expressão geral:
145^{\circ}+k \times 360^{\circ} ,k \in \mathbb{Z} . - Percorrer
k :k = -2: -575^{\circ}; \quad k = -1: -215^{\circ}; \quad k = 0: 145^{\circ}; \quad k = 1: 505^{\circ}. - Com
k = 2 viria865^{\circ} , já fora; comk = -3 viria-935^{\circ} , também. - São quatro:
-575^{\circ} ,-215^{\circ} ,145^{\circ} e505^{\circ} .O intervalo tem1440^{\circ} , isto é quatro voltas — e por isso a resposta tem exatamente quatro ângulos. Contar as voltas antes de calcular é uma boa maneira de saber quantos se esperam.
O ponto está na circunferência de raio
y^{2} = 1-\left(-\frac{1}{2}\right)^{2} = \frac{3}{4} \iff y = \pm\frac{\sqrt{3}}{2}. - No 2.º quadrante a ordenada é positiva:
y = \frac{\sqrt{3}}{2} . - A opção correta é a (B).A opção (D) é
y^{2} , nãoy — é a distração mais frequente nestes itens. Vale a pena voltar a ler a pergunta antes de escolher.
Faz um quadro com o sinal das três razões em cada um dos dois quadrantes, e depois lê cada expressão a partir dele. Em b), atenção: os dois sinais são diferentes.
- No 2.º quadrante (
{\alpha} ):\operatorname{sen} > 0 ,\cos < 0 ,\operatorname{tg} < 0 . No 3.º ({\beta} ):\operatorname{sen} < 0 ,\cos < 0 ,\operatorname{tg} > 0 . - a)
(+) \times (-) = - : negativa. - b) Uma parcela é negativa e a outra positiva: o sinal não fica determinado. Com
{\alpha} = 135^{\circ} e{\beta} = 200^{\circ} a soma é-1+0{,}36 < 0 ; com{\alpha} = 135^{\circ} e{\beta} = 260^{\circ} a soma é-1+5{,}67 > 0 . - c)
\cos{\alpha} < 0 e-\operatorname{sen}{\beta} > 0 : também não fica determinado. Basta comparar{\alpha} = 100^{\circ} ,{\beta} = 185^{\circ} com{\alpha} = 100^{\circ} ,{\beta} = 260^{\circ} .Nem todas as perguntas de sinal têm resposta. Quando as parcelas têm sinais contrários, é preciso exibir dois exemplos — dizer «depende» sem os mostrar não é justificação.
Escreve a condição
- O sistema. Com
y = x emx^{2}+y^{2} = 1 :2x^{2} = 1 \iff x = \pm\frac{\sqrt{2}}{2}. - Os dois pontos são
\left(\frac{\sqrt{2}}{2},\,\frac{\sqrt{2}}{2}\right) , no 1.º quadrante, e\left(-\frac{\sqrt{2}}{2},\,-\frac{\sqrt{2}}{2}\right) , no 3.º. - Os ângulos. O primeiro corresponde a
45^{\circ} e o segundo a225^{\circ} . - A condição
x = y é a bissetriz dos quadrantes ímpares, que corta a circunferência exatamente nesses dois pontos.Dizer que a abcissa e a ordenada são iguais é dizer que\cos{\alpha} = \operatorname{sen}{\alpha} , ou seja\operatorname{tg}{\alpha} = 1 . As duas soluções são pontos diametralmente opostos: distam meia volta,180^{\circ} .
Os dois triângulos são retângulos em
- As coordenadas.
P = \left(\cos{\alpha},\,\operatorname{sen}{\alpha}\right) eH = \left(\cos{\alpha},\,0\right) . - a) O triângulo
[OHP] é retângulo emH , com catetos\overline{OH} = \cos{\alpha} e\overline{HP} = \operatorname{sen}{\alpha} :A_{1} = \frac{\cos{\alpha} \times \operatorname{sen}{\alpha}}{2}. \quad \square - b) O triângulo
[AHP] é também retângulo emH , com catetos\overline{HA} = 1-\cos{\alpha} e\overline{HP} = \operatorname{sen}{\alpha} :A_{2} = \frac{\operatorname{sen}{\alpha}\left(1-\cos{\alpha}\right)}{2}. \quad \square - Somando,
A_{1}+A_{2} = \frac{1}{2}\operatorname{sen}{\alpha} — que é a área do triângulo[OAP] , de base\overline{OA} = 1 e altura\operatorname{sen}{\alpha} . Bate certo.Como{\alpha} está no 1.º quadrante,\cos{\alpha} < 1 e1-\cos{\alpha} > 0 : o comprimento fica positivo, como tem de ser. Se o ângulo fosse do 2.º quadrante,H mudava de lado e a expressão do comprimento também.
Radiano e redução ao primeiro quadrante
A unidade que a análise usa — e a razão de a usar. Depois, o mecanismo que reduz qualquer ângulo a um ângulo agudo: quatro pontos simétricos no círculo, e todas as fórmulas de redução saem deles sem ser preciso decorar nenhuma.
- Conhecer a unidade de medida radiano.
- Utilizar o círculo trigonométrico, na redução ao primeiro quadrante, na dedução da fórmula fundamental da Trigonometria e na resolução de problemas.
1 · O radiano
Medir ângulos em graus é uma convenção antiga e arbitrária: o número
Um radiano é a amplitude do ângulo ao centro que, numa circunferência, determina um arco de comprimento igual ao raio.
Como o perímetro é
A amplitude em radianos é um número real, sem unidade escrita: é por isso que se pode falar de
| graus | ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| radianos |
Numa circunferência de raio
com
Não é só elegância. Com o ângulo em radianos, o seno de um ângulo pequeno é quase igual ao próprio ângulo — experimenta:
Laboratório · O ângulo como fração de {\pi}
interativoA circunferência parte-se em
2 · Redução ao primeiro quadrante
Marcados no círculo, os ângulos
A primeira coluna diz que o seno e a tangente são funções ímpares e o cosseno é par.
Com
A primeira coluna é o caso dos ângulos complementares, já conhecido do triângulo retângulo: o seno de um é o cosseno do outro.
Duas perguntas, sempre pela mesma ordem. Primeira: o ângulo tem
Laboratório · As sete reduções, uma de cada vez
interativoO ponto a dourado é
Determina o valor exato de
- Localizar os dois ângulos.
\frac{11{\pi}}{6} = 2{\pi}-\frac{{\pi}}{6} e\frac{5{\pi}}{3} = 2{\pi}-\frac{{\pi}}{3} : ambos no 4.º quadrante. - Reduzir. No 4.º quadrante o seno é negativo e o cosseno é positivo:
\operatorname{sen}\frac{11{\pi}}{6} = -\operatorname{sen}\frac{{\pi}}{6} = -\frac{1}{2}, \qquad \cos\frac{5{\pi}}{3} = \cos\frac{{\pi}}{3} = \frac{1}{2}. - Somar.
-\frac{1}{2}+\frac{1}{2} = 0. Reduzir a2{\pi}-{\alpha} é o mesmo que reduzir a-{\alpha} : uma volta completa não muda nada. Escolhe-se a escrita que der menos trabalho.
Python Descobrir uma fórmula de redução por comparação
from math import sin, cos, pi
print(' x sen(pi/2 + x) cos(x) diferenca')
for k in range(9):
x = k * pi / 6
a, b = sin(pi / 2 + x), cos(x)
print('%6.3f %12.8f %12.8f %.1e' % (x, a, b, abs(a - b)))
# Uma formula de reducao nao se prova com exemplos - prova-se no circulo.
# Mas experimentar e' a melhor maneira de descobrir *qual* e' a formula certa.
from math import sin, cos, pi
print(' x sen(pi/2 + x) cos(x) diferenca')
for k in range(9):
x = k * pi / 6
a, b = sin(pi / 2 + x), cos(x)
# a diferenca nunca da' zero exato: e' o arredondamento da maquina
print('%6.3f %12.8f %12.8f %.1e' % (x, a, b, abs(a - b)))
A diferença anda na casa de
Exercícios propostos
Treze exercícios. Os primeiros treinam a conversão e os valores exatos; os últimos misturam redução, área de setor e as equações que se leem sobre os eixos.
Converte para radianos, na forma de fração de
a)
Converte para graus.
a)
Sem calculadora, determina o valor exato de cada expressão.
a)
Numa circunferência de raio
a) Determina o comprimento do arco.b) Determina a área do setor circular correspondente.
O valor de
- (A)
0 - (B)
2\cos x - (C)
-2\cos x - (D)
1
Escreve cada expressão em função de uma razão trigonométrica de
a)
Simplifica, para todo o
Sabe-se que
Determina, em função desse valor, cada uma das expressões seguintes.
a)
Numa circunferência de centro
Determina a área da região limitada pela corda
Seja
- (A)sempre positiva
- (B)sempre negativa
- (C)sempre nula
- (D)positiva ou negativa, conforme
{\alpha}
Mostra que, para todo o
Resolve, em
a)
Um setor circular tem perímetro
a) Sendo
Meia volta são
- a)
45 \times \frac{{\pi}}{180} = \frac{{\pi}}{4} . - b)
150 \times \frac{{\pi}}{180} = \frac{5{\pi}}{6} . - c)
-60 \times \frac{{\pi}}{180} = -\frac{{\pi}}{3} . - d)
270 \times \frac{{\pi}}{180} = \frac{3{\pi}}{2} .Simplificar a fração antes de multiplicar poupa trabalho:\frac{150}{180} = \frac{5}{6} lê-se de imediato.
Agora é ao contrário: multiplica por
- a)
\frac{2{\pi}}{3} \times \frac{180}{{\pi}} = 120^{\circ} . - b)
\frac{7{\pi}}{6} \times \frac{180}{{\pi}} = 210^{\circ} . - c)
\frac{{\pi}}{10} \times \frac{180}{{\pi}} = 18^{\circ} . - d)
-\frac{5{\pi}}{4} \times \frac{180}{{\pi}} = -225^{\circ} .O{\pi} corta-se sempre. Uma amplitude em radianos escrita com{\pi} é, no fundo, uma fração de meia-volta.
Em cada caso, localiza o ângulo no círculo, vê em que quadrante cai — isso dá o sinal — e reduz ao ângulo agudo correspondente.
- a)
\frac{2{\pi}}{3} está no 2.º quadrante, onde o seno é positivo, e\frac{2{\pi}}{3} = {\pi}-\frac{{\pi}}{3} :\operatorname{sen}\frac{2{\pi}}{3} = \operatorname{sen}\frac{{\pi}}{3} = \frac{\sqrt{3}}{2}. - b)
\frac{5{\pi}}{4} = {\pi}+\frac{{\pi}}{4} , do 3.º quadrante, onde o cosseno é negativo:\cos\frac{5{\pi}}{4} = -\cos\frac{{\pi}}{4} = -\frac{\sqrt{2}}{2}. - c)
\frac{7{\pi}}{6} = {\pi}+\frac{{\pi}}{6} , do 3.º quadrante, onde a tangente é positiva:\operatorname{tg}\frac{7{\pi}}{6} = \operatorname{tg}\frac{{\pi}}{6} = \frac{\sqrt{3}}{3}. - d) O seno é ímpar:
\operatorname{sen}\left(-\frac{{\pi}}{3}\right) = -\operatorname{sen}\frac{{\pi}}{3} = -\frac{\sqrt{3}}{2}. O sinal vem do quadrante; o valor vem do ângulo de referência. São duas perguntas separadas, e convém respondê-las por essa ordem.
Com o ângulo em radianos, o comprimento do arco é
- a)
s = r{\theta} = 6 \times \frac{2{\pi}}{5} = \frac{12{\pi}}{5}\ \text{cm}. - b)
A = \frac{1}{2}r^{2}{\theta} = \frac{1}{2} \times 36 \times \frac{2{\pi}}{5} = \frac{36{\pi}}{5}\ \text{cm}^{2}. - Confirmação por proporção. O ângulo é
\frac{2{\pi}/5}{2{\pi}} = \frac{1}{5} da volta, logo o arco é\frac{1}{5} do perímetro12{\pi} e o setor é\frac{1}{5} do círculo36{\pi} . Bate certo.As duas fórmulas só valem com o ângulo em radianos. Em graus é preciso converter primeiro — e é aí que se perdem exercícios que estavam certos.
Reduz a primeira parcela ao ângulo
- Do círculo:
\cos\left({\pi}-x\right) = -\cos x . - Logo a soma é
-\cos x + \cos x = 0 . - A opção correta é a (A).Se a expressão fosse
\operatorname{sen}\left({\pi}-x\right)+\operatorname{sen}x , a resposta seria2\operatorname{sen}x : o seno não muda de sinal com{\pi}-x . Ler o círculo evita ter de decidir isto de cor.
Desenha, para cada caso, o ponto associado a
- a)
{\pi}+x dá o ponto simétrico da origem: as duas coordenadas mudam de sinal.\operatorname{sen}\left({\pi}+x\right) = -\operatorname{sen}x. - b)
\frac{{\pi}}{2}-x é o complementar dex : as coordenadas trocam de lugar.\cos\left(\frac{{\pi}}{2}-x\right) = \operatorname{sen}x. - c)
-x dá o simétrico em relação aOx : a ordenada muda de sinal e a abcissa fica.\operatorname{tg}\left(-x\right) = \frac{-\operatorname{sen}x}{\cos x} = -\operatorname{tg}x. - d)
\frac{3{\pi}}{2}+x : trocam de lugar e a nova ordenada muda de sinal.\operatorname{sen}\left(\frac{3{\pi}}{2}+x\right) = -\cos x. Há uma regra de bolso: com{\pi} ou2{\pi} , a razão mantém-se e só o sinal pode mudar; com\frac{{\pi}}{2} ou\frac{3{\pi}}{2} , o seno vira cosseno e vice-versa. O sinal decide-se sempre pelo quadrante.
Reduz cada parcela ao ângulo
- Reduzir.
\operatorname{sen}\left({\pi}-x\right) = \operatorname{sen}x ;\cos\left(\frac{{\pi}}{2}+x\right) = -\operatorname{sen}x ;\operatorname{tg}\left({\pi}+x\right) = \operatorname{tg}x . - Substituir.
\frac{\operatorname{sen}x+\left(-\operatorname{sen}x\right)}{\operatorname{tg}x} = \frac{0}{\operatorname{tg}x} = 0. - A expressão vale
0 em todo o seu domínio.O denominador não desaparece do problema por o resultado ser zero: é ele que impõe\operatorname{tg}x \neq 0 e\cos x \neq 0 , e portanto o domínio da expressão.
Nenhuma destas alíneas precisa de saber quanto vale
- a)
\operatorname{sen}\left({\pi}-{\alpha}\right) = \operatorname{sen}{\alpha} = \frac{1}{4} . - b)
\operatorname{sen}\left({\pi}+{\alpha}\right) = -\operatorname{sen}{\alpha} = -\frac{1}{4} . - c)
\cos\left(\frac{{\pi}}{2}-{\alpha}\right) = \operatorname{sen}{\alpha} = \frac{1}{4} . - d)
6{\pi} são três voltas completas, que não mudam o lado extremidade:\operatorname{sen}\left({\alpha}+6{\pi}\right) = \operatorname{sen}{\alpha} = \frac{1}{4}. Repara que em nenhuma alínea foi preciso calcular{\alpha} . Isso é próprio destes itens: o que se testa é a relação entre ângulos, não o valor de nenhum deles.
A região é o que sobra ao setor circular depois de lhe tirar o triângulo
- Área do setor.
A_{\text{setor}} = \frac{1}{2}r^{2}{\theta} = \frac{1}{2} \times 16 \times \frac{{\pi}}{3} = \frac{8{\pi}}{3}. - Área do triângulo
[OAB] . É isósceles, com\overline{OA} = \overline{OB} = 4 e ângulo de\frac{{\pi}}{3} entre eles — logo os outros dois ângulos valem\frac{{\pi}}{3} cada um, e o triângulo é equilátero de lado4 :A_{\triangle} = \frac{4^{2}\sqrt{3}}{4} = 4\sqrt{3}. - A diferença.
A = \frac{8{\pi}}{3}-4\sqrt{3} \approx 1{,}45. Vale a pena confirmar que o resultado é positivo: o setor tem de ser maior do que o triângulo, porque o contém. Um resultado negativo aqui denuncia sempre uma troca entre os dois.
Reduz cada fator ao ângulo
- Reduzir.
\operatorname{sen}\left({\pi}+{\alpha}\right) = -\operatorname{sen}{\alpha} e\cos\left(-{\alpha}\right) = \cos{\alpha} . - Produto.
-\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha} . - Sinais no 2.º quadrante:
\operatorname{sen}{\alpha} > 0 e\cos{\alpha} < 0 , logo\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha} < 0 e o simétrico é positivo. - A opção correta é a (A).Dois passos, e nenhum deles envolve calcular nada: reduzir e depois ler os sinais. É esta a rotina que estes itens querem ver.
Reduz cada parcela antes de elevar ao quadrado. Repara que o quadrado apaga os sinais.
- Reduzir.
\operatorname{sen}\left({\pi}-x\right) = \operatorname{sen}x e\cos\left(\frac{{\pi}}{2}+x\right) = -\operatorname{sen}x . - Elevar ao quadrado.
\operatorname{sen}^{2}\left({\pi}-x\right) = \operatorname{sen}^{2}x, \qquad \cos^{2}\left(\frac{{\pi}}{2}+x\right) = \left(-\operatorname{sen}x\right)^{2} = \operatorname{sen}^{2}x. - Somar.
\operatorname{sen}^{2}x+\operatorname{sen}^{2}x = 2\operatorname{sen}^{2}x .\square - A igualdade vale em
\mathbb{R} : nenhuma das expressões tem restrições de domínio.Reduzir antes de elevar ao quadrado é o caminho curto. Ao contrário, ficava-se com quadrados de somas para desenvolver, e o exercício ficava três vezes maior.
Isola a razão trigonométrica. Nos três casos ela fica igual a
- a)
2\operatorname{sen}x+2 = 0 \iff \operatorname{sen}x = -1 . A ordenada vale-1 num único ponto da circunferência,(0,\,-1) :x = \frac{3{\pi}}{2}. - b)
3\cos x-3 = 0 \iff \cos x = 1 . A abcissa vale1 em(1,\,0) :x = 0. - c) Um produto é nulo quando um dos fatores é nulo:
\operatorname{sen}x = 0 \;\lor\; \cos x = 0. Os zeros do seno, no intervalo, são0 e{\pi} ; os do cosseno são\frac{{\pi}}{2} e\frac{3{\pi}}{2} . - Logo
x \in \left\{0,\, \frac{{\pi}}{2},\, {\pi},\, \frac{3{\pi}}{2}\right\} — os quatro pontos onde a circunferência corta os eixos.Nunca dividir por\operatorname{sen}x ou por\cos x para resolver uma equação: fatoriza-se e iguala-se cada fator a zero. Dividir perde exatamente as soluções em que o divisor se anula.
O perímetro é
- a) Do perímetro,
2r+r{\theta} = 20 \iff {\theta} = \frac{20-2r}{r} . Substituindo na área:A = \frac{1}{2}r^{2}{\theta} = \frac{1}{2}r^{2} \times \frac{20-2r}{r} = \frac{r(20-2r)}{2} = 10r-r^{2}. \quad \square - b)
A(r) = -r^{2}+10r é uma função do 2.º grau com concavidade voltada para baixo e zeros em0 e10 . O máximo está no vértice, a meio dos zeros:r = 5\ \text{cm}, \qquad A(5) = 25\ \text{cm}^{2}. - A amplitude.
{\theta} = \frac{20-10}{5} = 2 radianos. - Confirma-se que
{\theta} = 2 \in \left]0,\,2{\pi}\right[ : o setor existe.Repara que a resposta não precisou de derivadas — a função é do 2.º grau, e o vértice resolve tudo. É o método do 10.º ano, e é o que aqui basta.
Funções trigonométricas e fenómenos periódicos
O seno e o cosseno deixam de ser razões e passam a ser funções de uma variável real. Com isso vêm os gráficos, o período, a amplitude e a frequência — e a razão de tudo isto interessar: quase tudo o que se repete no tempo se descreve com uma onda destas.
- Reconhecer, analisar e aplicar as funções trigonométricas
\operatorname{sen}(x) ,\cos(x) e\operatorname{tg}(x) na modelação de fenómenos periódicos. - Identificar fenómenos periódicos e usar os conceitos de período, máximo, mínimo, amplitude e frequência, no estudo dos fenómenos periódicos.
- Determinar valores aproximados de zeros, extremos e outros pontos relevantes, num contexto de resolução de problemas, com recurso à tecnologia gráfica.
1 · As três funções
A cada número real
domínio
domínio
As seis expressões gerais acima são a totalidade das equações trigonométricas que este programa pede resolver analiticamente: as que levam o seno ou o cosseno a valer
Laboratório · O ponto do círculo e a onda que ele escreve
interativoRepara na última leitura:
A tangente é o quociente das duas, e por isso falha onde o cosseno se anula. Entre duas falhas consecutivas, cresce de
A reta de equação
É o que acontece à tangente. Em
domínio
A tangente é crescente em cada intervalo
2 · O que cada parâmetro faz
Multiplicar o
Com
contradomínio
O mesmo vale com o cosseno em vez do seno. Exige-se
Laboratório · Os quatro parâmetros de y = a + b\,f\left(c(x-d)\right) , com f o seno, o cosseno ou a tangente
interativoMexe só no
3 · Fenómenos periódicos
Marés, dias e noites, batimentos cardíacos, a corrente elétrica de uma tomada, a altura de uma cadeira numa roda gigante: são todos fenómenos que se repetem em intervalos regulares. Chama-se-lhes periódicos, e é para os descrever que estas funções servem.
Dado
Ao menor período positivo, quando existe, chama-se período positivo mínimo ou período fundamental.
Numa função periódica e limitada, de máximo
A frequência conta quantas oscilações completas cabem numa unidade — por segundo, por hora, por ano, conforme a variável.
A distância, em centímetros, de uma bola ao solo,
Determina a distância máxima e a distância mínima ao solo, o período e a frequência do movimento.
- Enquadrar. De
-1 \leq \cos\left(\frac{{\pi}t}{2}\right) \leq 1 vem-10 \leq -10\cos\left(\frac{{\pi}t}{2}\right) \leq 10 , e portanto30 \leq d(t) \leq 50. Mínimo30 cm, máximo50 cm. - Período.
T = \frac{2{\pi}}{{\pi}/2} = 4\ \text{segundos}. - Frequência.
\frac{1}{4} oscilações por segundo. - Amplitude.
\frac{50-30}{2} = 10 cm — que é o valor de|b| , como havia de ser.Repara na ordem em que as desigualdades foram multiplicadas por-10 : multiplicar por um número negativo inverte os sinais. Fazer isso de cabeça é o erro mais frequente nestes enquadramentos.
Nas questões de modelação, o contradomínio, o período e a amplitude determinam-se analiticamente — são leituras dos parâmetros. Já os instantes em que o fenómeno atinge um dado valor obtêm-se com a calculadora gráfica, intersetando o modelo com uma reta horizontal. Nesses itens, a resposta completa inclui a equação, o referencial com as curvas e as coordenadas dos pontos relevantes — e a calculadora tem de estar em modo radiano.
Python Descobrir o período por medição
from math import sin, pi
def f(x):
return 3 + 2 * sin(4 * (x - 0.5))
# procura dois maximos consecutivos, varrendo com passo pequeno
passo = 0.0005
maximos = []
x = 0.0
while x < 6 and len(maximos) < 2:
if f(x) > f(x - passo) and f(x) >= f(x + passo):
maximos.append(x)
x = x + 1.0
x = x + passo
print('maximos em', [round(v, 4) for v in maximos])
print('periodo medido =', round(maximos[1] - maximos[0], 4))
print('periodo teorico =', round(2 * pi / 4, 4))
# A formula diz que o periodo de 3 + 2 sen(4(x-0,5)) e' 2*pi/4.
# Este programa mede-o, sem usar a formula: procura dois maximos seguidos.
from math import sin, pi
def f(x):
return 3 + 2 * sin(4 * (x - 0.5))
passo = 0.0005
maximos = []
x = 0.0
while x < 6 and len(maximos) < 2:
# um maximo local: maior do que o anterior e nao menor do que o seguinte
if f(x) > f(x - passo) and f(x) >= f(x + passo):
maximos.append(x)
x = x + 1.0 # salta, para nao apanhar o mesmo maximo outra vez
x = x + passo
print('maximos em', [round(v, 4) for v in maximos])
print('periodo medido =', round(maximos[1] - maximos[0], 4))
print('periodo teorico =', round(2 * pi / 4, 4))
Os dois valores coincidem até às milésimas — a diferença é o passo do varrimento. Muda o
NumWorks Pôr a máquina em radianos, e resolver uma equação trigonométrica no gráfico
-
Antes de tudo o resto: tecla casa, aplicação Definições, primeira linha — Valor do ângulo. Tem de dizer Radianos.
Repara no canto superior esquerdo do ecrã: a máquina escreve lá rad ou deg, em todos os ecrãs. É a verificação mais rápida que há, e a que evita o erro que mais custa num item de calculadora.
O modo do ângulo é a primeira linha das Definições — e o rad do canto confirma-o em qualquer ecrã. -
Aplicação Funções, separador Expressões. A equação é
4\operatorname{sen}x\left(1+2\cos x\right) = 5 : escreve um lado em cada linha,f(x) = 4\operatorname{sen}x\left(1+2\cos x\right) eg(x) = 5 .O seno e o cosseno têm tecla própria, e a máquina abre logo o parênteses. O
x vem de x,n,t. Repara que ela classifica cada linha — «Função», «Função constante» — e é a primeira confirmação de que escreveste o que querias.Uma equação, duas funções: y_{1} ey_{2} . É o que a folha de prova também tem de mostrar. -
Separador Gráfico. A janela automática não serve: o domínio do problema é
\left]0,\,\frac{{\pi}}{2}\right[ . Sobe ao painel de cima, escolhe Eixos e põex de0 a1{,}6 ey de0 a9 .Porquê
1{,}6 ? Porque\frac{{\pi}}{2} \approx 1{,}571 , e a janela tem de mostrar o domínio inteiro — nem menos, que esconderia soluções, nem muito mais, que as encolheria todas num canto.É este desenho que se reproduz na folha de prova, com os eixos e as duas curvas identificados. -
No painel de cima, Cálculo. A máquina pergunta primeiro sobre que função — escolhe
f — e segue por Encontrar\rightarrow Ponto de interseção. Escreve em baixox = 0{,}4649795 : arredondando,x \approx 0{,}46 .A direita leva ao ponto seguinte:
x \approx 1{,}44 . São dois, e contá-los faz parte da resposta — a curva sobe até ao máximo e volta a descer, por isso corta a reta duas vezes. Se a máquina desse só um, era a janela que estava mal.A primeira interseção: x = 0{,}4649795 .
Exercícios propostos
Quinze exercícios. Os primeiros leem propriedades e parâmetros; os últimos são de modelação, no formato em que o Exame os põe — com equação, gráfico da calculadora e valores arredondados.
Indica, para cada função, o domínio, o contradomínio e o período positivo mínimo.
a)
Determina, em
a) os zeros de
Determina o contradomínio e o período positivo mínimo de cada função, de domínio
a)
De uma função periódica
a) Indica o período positivo mínimo.b) Determina a amplitude.c) Determina a frequência.
O período positivo mínimo da função
- (A)
\dfrac{{\pi}}{3} - (B)
\dfrac{2{\pi}}{3} - (C)
3{\pi} - (D)
6{\pi}
Considera
a) Indica o contradomínio de
Seja
a) Determina o contradomínio de
De uma função
Determina
Determina o domínio e o contradomínio de cada função.
a)
Num certo porto, a altura da água, em metros,
a) Determina a altura máxima e a altura mínima da água.b) Determina de quantas em quantas horas a maré se repete.c) Determina, recorrendo à calculadora gráfica, os instantes em que a água está a
Uma boia move-se para cima e para baixo. A sua altura, em metros e relativamente ao nível médio do mar,
A frequência deste movimento, em oscilações por segundo, é:
- (A)
\dfrac{1}{8} - (B)
8 - (C)
\dfrac{{\pi}}{4} - (D)
0{,}8
Seja
Mostra, pela definição, que
Considera a função
a) Determina o contradomínio de
A temperatura média mensal, em graus Celsius, de uma cidade é bem modelada por uma função do tipo
em que
Determina
A área de uma certa região, em centímetros quadrados, é dada em função de
Determina, recorrendo à calculadora gráfica, os valores de
Na tua resposta deves apresentar a equação que permite resolver o problema, reproduzir num referencial os gráficos visualizados e apresentar as abcissas dos pontos relevantes.
Tudo se lê no círculo: o contradomínio do seno é o conjunto das ordenadas possíveis, o do cosseno o das abcissas, e o da tangente o das ordenadas na reta
- a)
D_{f} = \mathbb{R} ,D'_{f} = \left[-1,\,1\right] , período2{\pi} . - b)
D_{g} = \mathbb{R} ,D'_{g} = \left[-1,\,1\right] , período2{\pi} . - c)
D_{h} = \mathbb{R}\setminus\left\{\frac{{\pi}}{2}+k{\pi} : k \in \mathbb{Z}\right\} ,D'_{h} = \mathbb{R} , período{\pi} .O período da tangente é{\pi} e não2{\pi} : meia volta leva o lado extremidade para a mesma reta, e a tangente só depende da reta.
Um zero do seno é um ponto do círculo com ordenada nula; um maximizante do cosseno é um ponto com abcissa
- a)
\operatorname{sen}x = 0 \iff x = k{\pi} . Em\left[0,\,2{\pi}\right] :0 ,{\pi} e2{\pi} . - b)
\cos x = 1 \iff x = 2k{\pi} . No intervalo:0 e2{\pi} . - c)
\operatorname{sen}x = -1 \iff x = \frac{3{\pi}}{2}+2k{\pi} . No intervalo:\frac{3{\pi}}{2} .Os extremos1 e-1 só se atingem num ponto da circunferência de cada vez — daí uma só família de soluções, com2k{\pi} . Já os zeros do seno são dois pontos por volta, e por isso a família junta-se numa só comk{\pi} .
Parte sempre de
- a)
-3 \leq 3\operatorname{sen}x \leq 3 : contradomínio\left[-3,\,3\right] , período2{\pi} . - b)
1 \leq \cos x+2 \leq 3 : contradomínio\left[1,\,3\right] , período2{\pi} . - c) Contradomínio
\left[-1,\,1\right] ; período\frac{2{\pi}}{4} = \frac{{\pi}}{2} . - d)
-2 \leq -2\cos\left(\frac{x}{3}\right) \leq 2 : contradomínio\left[-2,\,2\right] ; período\frac{2{\pi}}{1/3} = 6{\pi} .O sinal de-2 vira o gráfico ao contrário, mas o contradomínio é o mesmo:\left[-|b|,\,|b|\right] não distingue o sinal deb .
A distância entre dois máximos consecutivos é o período. A amplitude é metade da diferença entre o máximo e o mínimo, e a frequência é o inverso do período.
- a)
P = 6 . - b)
\text{amplitude} = \frac{M-m}{2} = \frac{9-1}{2} = 4. - c)
f = \frac{1}{P} = \frac{1}{6}. - Se o fenómeno for temporal e
P vier em segundos, a frequência lê-se em oscilações por segundo.Amplitude não é a mesma coisa que máximo. Aqui o máximo é9 e a amplitude é4 : a onda oscila4 unidades para cada lado do valor médio5 .
Para
- Com
c = 3 :T = \frac{2{\pi}}{|3|} = \frac{2{\pi}}{3}. - A opção correta é a (B).A opção (D) sai de multiplicar por
3 em vez de dividir. Uma verificação rápida:\cos(3x) oscila mais depressa do que\cos x , logo o período tem de ser menor do que2{\pi} .
O seno anda sempre entre
- a) Como
-1 \leq \operatorname{sen}\left(2x-\frac{{\pi}}{3}\right) \leq 1 , vem-3 \leq 3\operatorname{sen}(\cdots) \leq 3 e portanto-2 \leq f(x) \leq 4. O contradomínio é\left[-2,\,4\right] . - b) Com
c = 2 :T = \frac{2{\pi}}{2} = {\pi}. O-\frac{{\pi}}{3} não entra em nenhuma das duas respostas: desloca o gráfico na horizontal, mas não o estica nem o encolhe.
Em b), isola o seno. O valor a que ele fica igual lê-se sobre um eixo do círculo.
- a) De
-1 \leq \operatorname{sen}x \leq 1 vem0 \leq f(x) \leq 4 : contradomínio\left[0,\,4\right] . - b)
f(x) = 0 \iff 2\operatorname{sen}x = -2 \iff \operatorname{sen}x = -1. - A ordenada vale
-1 num único ponto da circunferência:x = \frac{3{\pi}}{2}+2k{\pi}, \quad k \in \mathbb{Z}. - Note-se que
0 é o mínimo def : os zeros são exatamente os minimizantes.Quando o zero de uma função trigonométrica coincide com o seu mínimo, há uma só família de soluções. Se o valor pedido estivesse dentro do contradomínio, haveria duas — e a leitura teria de ser feita no círculo, ponto a ponto.
O comprimento do contradomínio dá
- Amplitude. O contradomínio de
b\cos(cx) é\left[-b,\,b\right] , logo o deg é\left[a-b,\,a+b\right] . Do comprimento:(a+b)-(a-b) = 2b = 7-1 = 6 \iff b = 3. - Deslocamento vertical.
a-b = 1 , logoa = 4 — que é o ponto médio de\left[1,\,7\right] . - Período.
\frac{2{\pi}}{c} = \frac{{\pi}}{2} \iff c = 4. - Portanto
g(x) = 4+3\cos(4x) .Estas três leituras — meio, amplitude, período — são as mesmas que servem para ajustar um modelo a dados reais, na alínea de modelação que fecha esta secção.
A tangente existe onde o cosseno do argumento não se anula. Em a) o argumento é
- a) É preciso
2x \neq \frac{{\pi}}{2}+k{\pi} , isto éx \neq \frac{{\pi}}{4}+\frac{k{\pi}}{2}, \quad k \in \mathbb{Z}. LogoD_{f} = \mathbb{R}\setminus\left\{\frac{{\pi}}{4}+\frac{k{\pi}}{2} : k \in \mathbb{Z}\right\} eD'_{f} = \mathbb{R} . - b) O argumento é
x :D_{g} = \mathbb{R}\setminus\left\{\frac{{\pi}}{2}+k{\pi}\right\} . Como a tangente toma todos os valores reais,3\operatorname{tg}x-1 também:D'_{g} = \mathbb{R} .Dividirk{\pi} por2 dá\frac{k{\pi}}{2} , e os pontos excluídos passam a estar duas vezes mais próximos — como tem de ser, porque\operatorname{tg}(2x) tem período\frac{{\pi}}{2} .
Em a) e b) não é preciso calculadora: leem-se os parâmetros. Em c), representa
- a) De
-1 \leq \operatorname{sen}(\cdots) \leq 1 vem2{,}8-1{,}2 \leq h(t) \leq 2{,}8+1{,}2 \iff 1{,}6 \leq h(t) \leq 4. Máximo4 metros, mínimo1{,}6 metros. - b)
T = \frac{2{\pi}}{{\pi}/6} = 12\ \text{horas}. - c) Na calculadora, em modo radiano, com a janela
\left[0,\,24\right] \times \left[1,\,4{,}5\right] , as curvasy_{1} = h(t) ey_{2} = 3{,}5 intersetam-se emt \approx 5{,}19; \quad t \approx 8{,}81; \quad t \approx 17{,}19; \quad t \approx 20{,}81. - São quatro instantes, dois em cada ciclo de
12 horas — o que era de esperar, porque3{,}5 está entre o mínimo e o máximo.Antes de aceitar o que a calculadora diz, conta quantas soluções deve haver. Se o valor está estritamente entre o mínimo e o máximo, há duas por período; e em24 horas cabem dois períodos.
Primeiro o período,
- Período.
T = \frac{2{\pi}}{{\pi}/4} = 8\ \text{segundos}. - Frequência.
f = \frac{1}{T} = \frac{1}{8}. - A opção correta é a (A).A opção (B) é o período, não a frequência; a (D) é a amplitude. Convém escrever a unidade — «oscilações por segundo» — antes de escolher: é ela que distingue as três.
Pela definição,
- Partir da definição. Seja
x \in \mathbb{R} qualquer. O domínio é\mathbb{R} , logox+{\pi} também lhe pertence. - Calcular.
g(x+{\pi}) = \operatorname{sen}\left(2(x+{\pi})\right)+1 = \operatorname{sen}(2x+2{\pi})+1. - Usar o período do seno. Como
2{\pi} é período do seno,\operatorname{sen}(2x+2{\pi}) = \operatorname{sen}(2x) :g(x+{\pi}) = \operatorname{sen}(2x)+1 = g(x). - Como isto vale para todo o
x ,{\pi} é período deg .\square Mostrar que{\pi} é período não é o mesmo que mostrar que é o menor período positivo. A primeira afirmação prova-se assim, em três linhas; a segunda é o que a fórmula\frac{2{\pi}}{|c|} garante.
Em b), a alínea a) já responde: basta ver onde é que o
- a) De
-1 \leq \cos({\pi}x+{\pi}) \leq 1 :-4 \leq 4\cos({\pi}x+{\pi}) \leq 4 \iff 1 \leq f(x) \leq 9. O contradomínio é\left[1,\,9\right] . - b) Como
f(x) \geq 1 > 0 para todo ox , a função nunca se anula: não tem zeros.\square - c)
T = \frac{2{\pi}}{|{\pi}|} = 2, \qquad f_{\text{req}} = \frac{1}{2}. Resolverf(x) = 0 analiticamente daria\cos({\pi}x+{\pi}) = -\frac{5}{4} , impossível — mas o argumento do contradomínio é mais curto e mais seguro. Vale sempre a pena olhar para o contradomínio antes de tentar resolver uma equação.
O
- O valor médio e a amplitude.
a = \frac{26+10}{2} = 18, \qquad b = \frac{26-10}{2} = 8. - O desfasamento. O máximo ocorre quando o seno vale
1 , isto é quando o argumento é\frac{{\pi}}{2} . Julho én = 7 :\frac{{\pi}}{6}(7-d) = \frac{{\pi}}{2} \iff 7-d = 3 \iff d = 4. - O modelo.
T(n) = 18+8\operatorname{sen}\left(\frac{{\pi}}{6}(n-4)\right). - Confirmar.
T(7) = 18+8\operatorname{sen}\frac{{\pi}}{2} = 26 eT(1) = 18+8\operatorname{sen}\left(-\frac{{\pi}}{2}\right) = 10 . O período é\frac{2{\pi}}{{\pi}/6} = 12 meses, como tem de ser.O parâmetrod é o único que não se lê no eixo vertical: obriga a impor uma condição sobre onde o máximo acontece. É por isso que é o que mais custa a determinar — e o que os enunciados dão sempre com uma pista temporal.
A equação é
- A equação.
4\operatorname{sen}x\left(1+2\cos x\right) = 5, \quad x \in \left]0,\,\frac{{\pi}}{2}\right[. - Na calculadora, em modo radiano, com a janela
\left[0,\,1{,}6\right] \times \left[0,\,9\right] : representam-sey_{1} = 4\operatorname{sen}x\left(1+2\cos x\right), \qquad y_{2} = 5. - As interseções. A curva sobe de
0 até um máximo próximo dex \approx 0{,}94 e desce depois até4 em\frac{{\pi}}{2} . A retay = 5 corta-a em dois pontos:x \approx 0{,}46 \quad\text{e}\quad x \approx 1{,}44. - Confirmar que ambos pertencem ao domínio: os dois estão em
\left]0,\,1{,}571\right[ .O enunciado pede a equação, o gráfico e as abcissas. Nos itens de calculadora do Exame, a cotação está repartida pelas três coisas — apresentar só o valor final perde a maior parte dela.
Teste rápido
Doze questões de resposta imediata, com correção e explicação, sobre as quatro secções de revisão. Serve para verificares se o 11.º ano está no sítio — ou se convém voltar atrás antes de entrar nas Funções.
Formulário essencial e referências
Tudo o que este capítulo usa, numa página. Se alguma linha parecer nova, é sinal de que a secção correspondente merece uma segunda leitura.
No triângulo retângulo
Valores exatos
No círculo trigonométrico
Ambas pedem
Expressão geral das amplitudes dos ângulos com os mesmos lados:
Radiano
Redução ao primeiro quadrante
As três funções
| domínio | |||
|---|---|---|---|
| contradomínio | |||
| período | |||
| paridade | ímpar | par | ímpar |
Zeros, maximizantes e minimizantes
com
Famílias e fenómenos periódicos
contradomínio
Antes de dar uma resolução por fechada
o quadrante não é decoração do enunciado: é o que escolhe o sinal depois da fórmula fundamental;
uma expressão geral de amplitudes só está completa com
Referências
Aprendizagens Essenciais · Matemática A · 11.º ano (2023), tema «Geometria», tópico «Trigonometria» — a origem de tudo o que está neste capítulo.
Aprendizagens Essenciais · Matemática A · 12.º ano (2023), tema «Funções» — onde a trigonometria reaparece: as regras de derivação de
Exercícios de Exame e globais
Primeiro o arquivo de exame: todos os itens de Provas Nacionais e de Testes Intermédios sobre a trigonometria do 11.º ano, com a prova e o ano indicados, do mais recente para o mais antigo. Depois, dezasseis exercícios originais que misturam as quatro secções, na ordem em que apareceriam numa prova: um item raramente avisa de que secção vem. Os enunciados são originais, escritos no formato do Exame Nacional — não são itens de prova, e por isso não trazem indicação de ano. Cada um tem sugestão e resolução passo a passo; o progresso fica guardado neste dispositivo.
Exercícios de Exame · Provas Nacionais e Testes Intermédios
Noventa itens de Prova Nacional e de Teste Intermédio, de 1998 a 2026, sobre a trigonometria do 11.º ano — é o arquivo inteiro, tirando dois itens que pedem
Na figura está representado um triângulo
Mostre que a área do triângulo
Duas povoações,
Pretende-se construir uma canalização ligando a fonte às duas povoações, como se indica na figura. A canalização é formada por três canos: um que vai da fonte
Tem-se ainda que:
o ponto
a) Tomando para unidade o quilómetro, mostre que o comprimento total da canalização é dado por
A figura representa um canteiro de forma circular com
Os vértices
dois diâmetros da circunferência,
Mostre que a área (em
Na figura:
o triângulo
Mostre que a área do triângulo
Nota: pode ser-lhe útil reparar que o ângulo
Considere um triângulo retângulo
a) Mostre que o perímetro do triângulo
Na figura está representado o trapézio isósceles
Seja
a) Mostre que, para cada
Na figura está representado um triângulo retângulo
Qual das expressões seguintes dá a área (em
- (A)
2\operatorname{sen}{\alpha} \times \cos{\alpha} - (B)
2\operatorname{sen}{\alpha} \times \operatorname{tg}{\alpha} - (C)
4\operatorname{sen}{\alpha} \times \cos{\alpha} - (D)
4\operatorname{sen}{\alpha} \times \operatorname{tg}{\alpha}
Na figura está representada uma pirâmide quadrangular regular. Sabe-se que:
a base da pirâmide tem centro
Mostre que a área total da pirâmide é dada, em função de
Na figura estão representados, em referencial o.n.
um quarto de círculo, de centro na origem e raio
Qual das expressões seguintes dá a área da região sombreada, em função de
- (A)
\frac{{\pi}}{4}+\frac{\operatorname{tg}{\alpha}}{2} - (B)
\frac{{\pi}}{4}+\frac{2}{\operatorname{tg}{\alpha}} - (C)
{\pi}+\frac{\operatorname{tg}{\alpha}}{2} - (D)
{\pi}+\frac{2}{\operatorname{tg}{\alpha}}
Na figura está representado um lago artificial de forma retangular.
Pretende-se construir uma ponte, ligando duas margens do lago, entre os pontos
Seja
a) Mostre que o comprimento da ponte, em metros, é dado por
Na figura está representado um quadrado
O ponto
Para cada posição do ponto
Recorrendo a métodos exclusivamente analíticos, mostre que o perímetro do quadrilátero
Na figura estão representados, em referencial o.n.
Os pontos
Seja
Qual das expressões seguintes dá a área do triângulo
- (A)
\operatorname{sen}{\alpha} \times \cos{\alpha} - (B)
\frac{\operatorname{tg}{\alpha} \times \cos{\alpha}}{2} - (C)
\operatorname{tg}{\alpha} \times \operatorname{sen}{\alpha} - (D)
\frac{\operatorname{tg}{\alpha} \times \operatorname{sen}{\alpha}}{2}
Considere uma circunferência de centro
Seja
Qual das igualdades seguintes é verdadeira para qualquer número real positivo
- (A)
d = 1+\cos{\alpha} - (B)
d = 2+\operatorname{sen}{\alpha} - (C)
d = 1-\cos{\alpha} - (D)
d = 2-\operatorname{sen}{\alpha}
Na figura está representado a sombreado um polígono
a) Mostre que a área do polígono
Considere
Na figura está representado um trapézio retângulo
Considere que um ponto
Pretende-se determinar o valor de
Qual das equações seguintes traduz este problema?
- (A)
\frac{30^{2}\operatorname{sen}x}{2} = 100 - (B)
\frac{30^{2}\operatorname{tg}x}{2} = 100 - (C)
\frac{30 \times 10\operatorname{sen}x}{4} = 150 - (D)
\frac{30 \times 10\operatorname{tg}x}{4} = 150
A Rita foi andar num carrossel. A figura ilustra a situação.
Em cada volta, que se inicia no ponto
A mãe da Rita ficou a observá-la de um ponto
Para cada posição
a) Mostre que, para cada valor de
Na figura está representada parte do gráfico de uma função periódica.
Qual dos valores seguintes poderá ser período desta função?
- (A)
\frac{{\pi}}{9} - (B)
\frac{2{\pi}}{9} - (C)
\frac{2{\pi}}{3} - (D)
\frac{4{\pi}}{3}
Na figura está representada uma circunferência com centro no ponto
Considere que o ponto
as cordas
Os pontos
Para cada posição do ponto
Mostre que a área da região sombreada é dada, em função de
Sugestão: use a decomposição sugerida na figura.
Na figura estão representadas uma semirreta
Considere que o ponto
Seja
Mostre que a área do quadrilátero
Na figura está representado o círculo trigonométrico e um triângulo
o ponto
Sendo
- (A)
\operatorname{sen}{\alpha} \times \cos{\alpha} - (B)
2\operatorname{sen}{\alpha} \times \cos{\alpha} - (C)
\frac{1+\operatorname{sen}{\alpha} \times \cos{\alpha}}{2} - (D)
\frac{\left(1+\cos{\alpha}\right)\operatorname{sen}{\alpha}}{2}
Da amplitude
Qual das expressões seguintes dá o valor de
- (A)
\sqrt{1-\cos^{2}{\alpha}} - (B)
-\sqrt{1-\cos^{2}{\alpha}} - (C)
\sqrt{1+\cos^{2}{\alpha}} - (D)
-\sqrt{1+\cos^{2}{\alpha}}
Sabe-se que
Qual das expressões seguintes designa uma solução da equação
- (A)
{\pi}+{\beta} - (B)
\frac{{\pi}}{2}+{\beta} - (C)
-{\beta} - (D)
\frac{{\pi}}{2}-{\beta}
Na figura está representado, em referencial o.n.
O ponto
Qual é a expressão que dá o perímetro da região sombreada, em função de
- (A)
{\pi} \times {\alpha}+\operatorname{sen}{\alpha}+\cos{\alpha} - (B)
{\pi} \times {\alpha}+\operatorname{sen}{\alpha}+1-\cos{\alpha} - (C)
1+{\alpha}-\operatorname{sen}{\alpha}+\cos{\alpha} - (D)
1+{\alpha}+\operatorname{sen}{\alpha}-\cos{\alpha}
Na figura está representado o círculo trigonométrico. Os pontos
O ponto
Qual das expressões seguintes define a função
- (A)
\frac{\operatorname{sen}x}{2} - (B)
\frac{\cos x}{2} - (C)
\frac{\operatorname{sen}x+\cos x}{2} - (D)
\frac{\operatorname{sen}x \times \cos x}{2}
Indique as soluções da equação
- (A)
\dfrac{{\pi}}{3} \text{ e } \dfrac{4{\pi}}{3} - (B)
\dfrac{{\pi}}{3} \text{ e } \dfrac{5{\pi}}{3} - (C)
\dfrac{{\pi}}{6} \text{ e } \dfrac{7{\pi}}{6} - (D)
\dfrac{{\pi}}{6} \text{ e } \dfrac{11{\pi}}{6}
Na figura estão representados, em referencial o.n.
o círculo trigonométrico;
a reta
Como a figura sugere, a ordenada de
Sem recorrer à calculadora, determine o valor de
Na figura está representado um triângulo
Qual das igualdades seguintes é verdadeira, para qualquer triângulo nestas condições?
- (A)
\cos{\beta} = \operatorname{sen}(2{\alpha}) - (B)
\cos{\beta} = \cos(2{\alpha}) - (C)
\cos{\beta} = -\operatorname{sen}(2{\alpha}) - (D)
\cos{\beta} = -\cos(2{\alpha})
Seja
Qual das expressões seguintes designa um número real positivo?
- (A)
\cos{\theta}-\operatorname{sen}{\theta} - (B)
\operatorname{sen}{\theta} \times \cos{\theta} - (C)
\operatorname{sen}{\theta} \times \operatorname{tg}{\theta} - (D)
\operatorname{sen}{\theta}-\operatorname{tg}{\theta}
Considere a equação
Qual dos seguintes valores é solução desta equação?
- (A)
-\dfrac{{\pi}}{8} - (B)
\dfrac{3{\pi}}{8} - (C)
\dfrac{5{\pi}}{8} - (D)
\dfrac{7{\pi}}{8}
Na figura estão representadas, em referencial o.n.
Os pontos
Admita que o ponto
a) Mostre que
Na figura está representado o círculo trigonométrico. Tal como a figura sugere,
A amplitude, em radianos, do ângulo
Qual é o valor, arredondado às centésimas, da área do triângulo
- (A)
0{,}39 - (B)
0{,}42 - (C)
0{,}46 - (D)
0{,}49
Na figura está representado, em referencial o.n.
Seja
Qual das expressões seguintes dá a distância
- (A)
1+\operatorname{sen}{\alpha} - (B)
1-\operatorname{sen}{\alpha} - (C)
1+\cos{\alpha} - (D)
1-\cos{\alpha}
Seja
Qual das expressões seguintes designa um número positivo?
- (A)
\cos\left({\pi}-x\right) - (B)
\operatorname{sen}\left({\pi}-x\right) - (C)
\cos\left(\dfrac{3{\pi}}{2}-x\right) - (D)
\operatorname{sen}\left(\dfrac{3{\pi}}{2}-x\right)
Considere a equação trigonométrica
Num dos intervalos seguintes, esta equação tem apenas uma solução. Em qual deles?
- (A)
\left[0,\,\dfrac{{\pi}}{2}\right] - (B)
\left[0,\,{\pi}\right] - (C)
\left[\dfrac{{\pi}}{2},\,\dfrac{3{\pi}}{2}\right] - (D)
\left[\dfrac{3{\pi}}{2},\,2{\pi}\right]
Na figura estão representados, em referencial o.n.
o círculo trigonométrico;
o raio
Tal como a figura sugere, o ponto
Seja
Qual é a abcissa do ponto
- (A)
1+\operatorname{sen}{\theta} - (B)
1+\cos{\theta} - (C)
\cos{\theta}+\operatorname{sen}{\theta} - (D)
1+\cos{\theta}+\operatorname{sen}{\theta}
Relativamente à figura, sabe-se que:
o triângulo
a) Mostre que a área do triângulo
Na figura está representado o círculo trigonométrico.
Os pontos
Qual é o perímetro do triângulo
- (A)
3{,}2 - (B)
3{,}4 - (C)
3{,}6 - (D)
3{,}8
A Inês olhou para o seu relógio quando este marcava
Que horas marcava o relógio da Inês, neste último instante?
- (A)11 h e 15 min
- (B)11 h e 45 min
- (C)12 h e 15 min
- (D)13 h e 45 min
Na figura está representado um triângulo inscrito numa circunferência de centro
Qual das expressões seguintes representa, em função de
- (A)
{\pi}-2\operatorname{sen}x\cos x - (B)
\dfrac{{\pi}}{2}-2\operatorname{sen}x\cos x - (C)
{\pi}-\operatorname{sen}x\cos x - (D)
{\pi}-\dfrac{\operatorname{sen}x\cos x}{2}
Em cada uma das figuras seguintes está representado, no círculo trigonométrico, a traço grosso, o lado extremidade de um ângulo cujo lado origem é o semieixo positivo
Em qual das figuras esse ângulo pode ter
Considere a equação trigonométrica
Em qual dos intervalos seguintes esta equação não tem solução?
- (A)
\left[-\dfrac{{\pi}}{2},\,\dfrac{{\pi}}{2}\right] - (B)
\left[0,\,{\pi}\right] - (C)
\left[0,\,\dfrac{{\pi}}{6}\right] - (D)
\left[\dfrac{{\pi}}{6},\,\dfrac{{\pi}}{2}\right]
Na figura está representado o quadrado
Considere que um ponto
Resolva os três itens seguintes sem recorrer à calculadora, a não ser para efetuar eventuais cálculos numéricos.
a) Mostre que a área da região sombreada é dada por
Considere, num referencial o.n.
Para um certo valor de
Determine os valores numéricos das coordenadas do ponto
Na figura está representado um triângulo retângulo
Considere que um ponto
Mostre, usando exclusivamente métodos analíticos, que para cada valor de
Na figura estão representados, num referencial o.n.
Sabe-se que:
a circunferência tem diâmetro
Para cada posição do ponto
Mostre, recorrendo a métodos exclusivamente analíticos, que o perímetro do triângulo
Um depósito de combustível tem a forma de uma esfera. A figura representa um corte do depósito, feito por um plano vertical que passa pelo centro da esfera.
Sabe-se que:
o ponto
A altura
Resolva os itens seguintes recorrendo a métodos exclusivamente analíticos.
a) Mostre que
Considere, em
Em qual dos intervalos seguintes esta equação não tem solução?
- (A)
\left[-\dfrac{{\pi}}{2},\,\dfrac{{\pi}}{2}\right] - (B)
\left[0,\,{\pi}\right] - (C)
\left[\dfrac{{\pi}}{4},\,\dfrac{3{\pi}}{4}\right] - (D)
\left[-\dfrac{{\pi}}{4},\,\dfrac{{\pi}}{4}\right]
Na figura está representado o círculo trigonométrico.
Sabe-se que:
a reta
Seja
Qual é o valor de
- (A)
4{,}23 - (B)
4{,}25 - (C)
4{,}27 - (D)
4{,}29
Sejam
Sabe-se que:
Qual das expressões seguintes é equivalente a
- (A)
2\operatorname{sen}{\alpha}+\cos{\alpha} - (B)
2\operatorname{sen}{\alpha}-\cos{\alpha} - (C)
-\cos{\alpha} - (D)
\cos{\alpha}
Na figura está representada, em referencial o.n.
Considere que um ponto
Seja
Resolva os itens seguintes sem recorrer à calculadora.
a) Mostre que a área do triângulo
Determine o valor de
sabendo que
Resolva este item sem recorrer à calculadora.
Na figura está representada uma circunferência de centro no ponto
Sabe-se que:
o ponto
Sem recorrer à calculadora, mostre que
Na figura está representado, num referencial o.n.
Sabe-se que:
Qual das expressões seguintes dá o perímetro da região sombreada na figura?
- (A)
2\left(\cos{\theta}+\operatorname{sen}{\theta}\right) - (B)
\cos{\theta}+\operatorname{sen}{\theta} - (C)
2\left(1+\cos{\theta}+\operatorname{sen}{\theta}\right) - (D)
1+\cos{\theta}+\operatorname{sen}{\theta}
Na figura estão representados, num referencial o.n.
Sabe-se que:
Qual é a área do triângulo
- (A)
\dfrac{\sqrt{3}}{4} - (B)
\dfrac{1}{2} - (C)
\dfrac{\sqrt{1}}{4} - (D)
\sqrt{3}
Seja
Qual das expressões seguintes designa uma solução da equação
- (A)
{\pi}-{\theta} - (B)
{\pi}+{\theta} - (C)
\dfrac{{\pi}}{2}-{\theta} - (D)
\dfrac{{\pi}}{2}+{\theta}
Considere o triângulo
Sabe-se que:
Seja
Qual das expressões seguintes representa
- (A)
4\operatorname{sen}{\alpha} - (B)
6\operatorname{sen}{\alpha} - (C)
4\cos{\alpha} - (D)
6\cos{\alpha}
Na figura está representado, num referencial o.n.
Sabe-se que:
o ponto
Considere que um ponto
Resolva os itens seguintes sem recorrer à calculadora.
a) Mostre que
Relativamente à figura, sabe-se que:
o segmento de reta
Admita que um ponto
Para cada posição do ponto
Mostre que a área do triângulo
Na figura está representado um trapézio retângulo
Sabe-se que:
Mostre, recorrendo a métodos exclusivamente analíticos, que o perímetro do trapézio
Na figura está representado o quadrado
Sabe-se que:
Mostre que a área da região sombreada é dada, em função de
Considere o intervalo
Qual das equações seguintes não tem solução neste intervalo?
- (A)
\cos x = -0{,}5 - (B)
\operatorname{sen}x = -0{,}5 - (C)
\cos x = -0{,}9 - (D)
\operatorname{sen}x = -0{,}9
Na figura está representado, num referencial o.n.
Considere que um ponto
Seja
Resolva os itens seguintes sem recorrer à calculadora.
a) Mostre que a área do trapézio
Na figura estão representados, num referencial o.n.
Sabe-se que:
a reta
Mostre que o perímetro do triângulo
Na figura estão representados a circunferência de centro no ponto
Sabe-se que:
os pontos
Mostre que a área do triângulo
Qual das expressões seguintes designa um número real positivo, para qualquer
- (A)
\operatorname{sen}x+\cos x - (B)
\dfrac{\cos x}{\operatorname{tg}x} - (C)
\operatorname{tg}x-\operatorname{sen}x - (D)
\operatorname{sen}x \times \operatorname{tg}x
Considere, em
Quantas soluções tem esta equação no intervalo
- (A)
20 - (B)
40 - (C)
60 - (D)
80
Na figura estão representados:
o retângulo
Considere que um ponto
Seja
Resolva os dois itens seguintes sem recorrer à calculadora.
a) Mostre que a área do polígono
Na figura está representada, num referencial o.n.
Sabe-se que:
os pontos
Qual das expressões seguintes representa, em função de
- (A)
\dfrac{1}{2}\left(-3-\operatorname{sen}{\alpha}\right)\cos{\alpha} - (B)
\dfrac{1}{2}\left(-3+\operatorname{sen}{\alpha}\right)\cos{\alpha} - (C)
\dfrac{1}{2}\left(3+\cos{\alpha}\right)\operatorname{sen}{\alpha} - (D)
\dfrac{1}{2}\left(3-\cos{\alpha}\right)\operatorname{sen}{\alpha}
Na figura estão representados uma circunferência de centro
Sabe-se que:
os pontos
a) Mostre que a área do quadrilátero
Na figura estão representadas, num referencial o.n.
Sabe-se que:
os pontos
Qual das expressões seguintes representa, em função de
- (A)
\dfrac{\operatorname{sen}{\alpha}-{\alpha}}{2} - (B)
\dfrac{\operatorname{tg}{\alpha}-{\alpha}}{2} - (C)
\dfrac{\operatorname{tg}{\alpha}}{2} - (D)
\dfrac{{\alpha}}{2}
Na figura está representado o círculo trigonométrico.
Sabe-se que:
o ponto
Seja
Qual das expressões seguintes dá a área do quadrilátero
- (A)
\operatorname{tg}{\alpha}-\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha} - (B)
\dfrac{\operatorname{tg}{\alpha}-\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}}{2} - (C)
\dfrac{\operatorname{tg}{\alpha}}{2}-\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha} - (D)
\operatorname{tg}{\alpha}-\dfrac{\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}}{2}
Na figura estão representados o círculo trigonométrico e um trapézio retângulo
Sabe-se que:
o ponto
Seja
Qual das expressões seguintes dá a área do trapézio
- (A)
\dfrac{\cos{\alpha}}{2}+\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha} - (B)
\dfrac{\cos{\alpha}}{2}-\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha} - (C)
\cos{\alpha}+\dfrac{\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}}{2} - (D)
\cos{\alpha}-\dfrac{\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}}{2}
Na figura está representada uma circunferência de centro no ponto
Sabe-se que:
os diâmetros
Seja
Qual das expressões seguintes dá a área do triângulo
- (A)
\dfrac{\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}}{4} - (B)
\dfrac{\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}}{2} - (C)
2\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha} - (D)
\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}
Na figura está representado um triângulo
Sabe-se que:
Qual é o valor de
- (A)
3{,}31 - (B)
3{,}35 - (C)
3{,}39 - (D)
3{,}43
Qual é a solução da equação
- (A)
-\dfrac{5{\pi}}{6} - (B)
-\dfrac{2{\pi}}{3} - (C)
-\dfrac{{\pi}}{3} - (D)
-\dfrac{{\pi}}{6}
Na figura estão representados, num referencial o.n.
Está também representada a semirreta
Qual das expressões seguintes dá, em função de
- (A)
\dfrac{1}{\sqrt{a^{2}+1}} - (B)
\sqrt{a^{2}+1} - (C)
\dfrac{1}{\sqrt{a^{2}-1}} - (D)
\sqrt{a^{2}-1}
Na figura estão representados, num referencial o.n.
Sabe-se que:
o segmento de reta
Mostre que a área do triângulo
Sabe-se que
Determine, sem recorrer à calculadora, o valor de
Apresente o resultado na forma
Na figura está representado, num referencial o.n.
O ponto
Seja
O ponto
Mostre que uma expressão que dá o valor de
Resolva este item sem recorrer à calculadora.
Na figura estão representadas, em referencial o.n.
a reta
Sabe-se que
Determine a área do triângulo
Na figura está representado um triângulo
Seja
Mostre que a área da região sombreada na figura é dada, em função de
Na figura estão representados, em referencial o.n.
Sabe-se que:
o vértice
Prove que a área do triângulo
Na figura estão representados, em referencial o.n.
Sabe-se que:
o ponto
Determine a área do triângulo
Na figura estão representadas, em referencial o.n.
Sabe-se que:
o ponto
Mostre que a área da região sombreada é dada, em função de
Na figura estão representados, em referencial o.n.
Sabe-se que:
o segmento de reta
Mostre que a área do quadrilátero
Na figura estão representados, em referencial o.n.
Sabe-se que:
o ponto
Mostre que a área do triângulo
Na figura estão representados, em referencial o.n.
Sabe-se que:
Mostre que a área do triângulo
Na figura estão representados, em referencial o.n.
Sabe-se que:
Mostre que
Na figura, estão representados, em referencial o.n.
Sabe-se que:
a abcissa do ponto
Determine o valor de
A altura parte o triângulo em dois retângulos. O da direita tem hipotenusa
- No triângulo
[BHC] . É retângulo emH , com hipotenusa\overline{BC} = 2 e o ângulox emC :\operatorname{sen}x = \frac{\overline{BH}}{2} \iff \overline{BH} = 2\operatorname{sen}x, \qquad \cos x = \frac{\overline{HC}}{2} \iff \overline{HC} = 2\cos x. - A base. Como
\overline{AH} = 1 eH está entreA eC :\overline{AC} = \overline{AH}+\overline{HC} = 1+2\cos x. - A área.
A_{[ABC]} = \frac{\overline{AC} \times \overline{BH}}{2} = \frac{\left(1+2\cos x\right) \times 2\operatorname{sen}x}{2} = \operatorname{sen}x\left(1+2\cos x\right). A altura é a mesma para os dois triângulos em que[BH] parte[ABC] — é por isso que basta somar as duas bases e usar\overline{BH} uma só vez.
O triângulo
- a) No triângulo
[AMP] . É retângulo emM , com\overline{AM} = \frac{8}{2} = 4 e o ângulox emA :\cos x = \frac{4}{\overline{PA}} \iff \overline{PA} = \frac{4}{\cos x}, \qquad \operatorname{tg}x = \frac{\overline{PM}}{4} \iff \overline{PM} = 4\operatorname{tg}x. - O cano vertical. Como
\overline{FM} = 4 eP está entreF eM :\overline{FP} = 4-\overline{PM} = 4-4\operatorname{tg}x. - O total. Como
\overline{PA} = \overline{PB} :C(x) = 2 \times \frac{4}{\cos x}+4-4\operatorname{tg}x = \frac{8}{\cos x}-\frac{4\operatorname{sen}x}{\cos x}+4 = 4+\frac{8-4\operatorname{sen}x}{\cos x}. - b) Em
x = 0 .C(0) = 4+\frac{8-0}{1} = 12 \text{ km}. - A interpretação. Com
x = 0 , o pontoP coincide comM : a canalização toma a forma de um T invertido, com o cano[FM] de4 km e os dois canos ao longo de[AB] , que juntos medem8 km. Ao todo,4+8 = 12 km, como a expressão dá.O intervalo pára em\frac{{\pi}}{4} porque aí\operatorname{tg}x = 1 e\overline{PM} = 4 : o pontoP chega aF e o cano[FP] desaparece. Passar disso punhaP acima da fonte, fora da figura.
A zona relvada é o círculo menos o retângulo. Para os lados do retângulo, repara que
- As coordenadas de
B . SejaP a projeção deB sobre o diâmetro[HF] . Como\overline{OB} = 5 :\overline{BP} = 5\operatorname{sen}x, \qquad \overline{OP} = 5\cos x. - Os lados. Os diâmetros contêm os pontos médios dos lados, logo cada lado é o dobro:
\overline{AB} = 2\overline{OP} = 10\cos x, \qquad \overline{BC} = 2\overline{BP} = 10\operatorname{sen}x. - As duas áreas.
A_{\circ} = {\pi} \times 5^{2} = 25{\pi}, \qquad A_{[ABCD]} = 10\cos x \times 10\operatorname{sen}x = 100\operatorname{sen}x\cos x. - A diferença.
A = 25{\pi}-100\operatorname{sen}x\cos x = 25\left({\pi}-4\operatorname{sen}x\cos x\right). O retângulo maior que cabe assim no círculo é o quadrado, emx = \frac{{\pi}}{4} — e é aí que a zona relvada é mínima. Nos extremos do intervalo o retângulo achata-se e a relva ocupa quase todo o canteiro.
Dois triângulos retângulos com o mesmo ângulo
- Metades. Sejam
H o ponto médio de[EF] eI o de[AC] . Como\overline{EF} = \overline{DG} = 2 , tem-se\overline{EH} = 1 ; e\overline{HI} = \overline{DE} = 1 . - À esquerda do retângulo. No triângulo retângulo
[ADE] , com\overline{DE} = 1 :\operatorname{tg}x = \frac{1}{\overline{AD}} \iff \overline{AD} = \frac{1}{\operatorname{tg}x}. - Acima do retângulo. Como
[EF] \parallel [AC] , o ânguloBEF tem amplitudex . No triângulo retângulo[EHB] , com\overline{EH} = 1 :\operatorname{tg}x = \frac{\overline{BH}}{1} \iff \overline{BH} = \operatorname{tg}x. - A base e a altura.
\overline{AC} = 2\overline{AD}+\overline{DG} = \frac{2}{\operatorname{tg}x}+2, \qquad \overline{BI} = \overline{BH}+\overline{HI} = \operatorname{tg}x+1. - A área.
A_{[ABC]} = \frac{\left(\frac{2}{\operatorname{tg}x}+2\right)\left(\operatorname{tg}x+1\right)}{2} = \frac{2+\frac{2}{\operatorname{tg}x}+2\operatorname{tg}x+2}{2} = 2+\operatorname{tg}x+\frac{1}{\operatorname{tg}x}. O passo que o enunciado sugere —B\hat{E}F = B\hat{A}C — é o que evita ter de calcular a altura toda de uma vez: parte-se em\overline{BH} e\overline{HI} , e cada pedaço sai de um triângulo diferente.
O cateto conhecido é o adjacente a
- a) Os outros lados. Com
\overline{AB} = 1 e o ângulox emA :\cos x = \frac{1}{\overline{AC}} \iff \overline{AC} = \frac{1}{\cos x}, \qquad \operatorname{tg}x = \frac{\overline{BC}}{1} \iff \overline{BC} = \operatorname{tg}x. - O perímetro.
P = 1+\operatorname{tg}x+\frac{1}{\cos x} = \frac{\cos x}{\cos x}+\frac{\operatorname{sen}x}{\cos x}+\frac{1}{\cos x} = \frac{1+\operatorname{sen}x+\cos x}{\cos x}. - b) Reduzir.
\cos\left(\frac{{\pi}}{2}+{\alpha}\right) = -\operatorname{sen}{\alpha} = -\frac{3}{5} \iff \operatorname{sen}{\alpha} = \frac{3}{5}. - O cosseno. Pela fórmula fundamental,
\cos^{2}{\alpha} = 1-\frac{9}{25} = \frac{16}{25} \iff \cos{\alpha} = \pm\frac{4}{5}, e como{\alpha} \in \left]0,\,\frac{{\pi}}{2}\right[ , o cosseno é positivo:\cos{\alpha} = \frac{4}{5} . - O perímetro.
P = \frac{1+\frac{3}{5}+\frac{4}{5}}{\frac{4}{5}} = \frac{\frac{12}{5}}{\frac{4}{5}} = 3. Sem a condição{\alpha} \in \left]0,\,\frac{{\pi}}{2}\right[ , o cosseno admitia os dois sinais e o perímetro daria também-1 — que um perímetro não pode ser. O intervalo faz aqui o trabalho que a figura fez noutros itens.
Projeta
- a) A altura. Sejam
P eQ as projeções deA e deD sobre[BC] . No triângulo retângulo[ABP] , com\overline{AB} = 1 :\overline{AP} = \operatorname{sen}{\alpha}, \qquad \overline{BP} = \cos{\alpha}. - A base menor. Por simetria,
\overline{QC} = \overline{BP} = \cos{\alpha} , e como\overline{BC} = 1 :\overline{AD} = \overline{PQ} = 1-2\cos{\alpha}. - A área.
A_{[ABCD]} = \frac{\overline{BC}+\overline{AD}}{2} \times \overline{AP} = \frac{1+1-2\cos{\alpha}}{2} \times \operatorname{sen}{\alpha} = \left(1-\cos{\alpha}\right)\operatorname{sen}{\alpha}. - b) O valor.
A\left(\frac{{\pi}}{2}\right) = \operatorname{sen}\frac{{\pi}}{2}\left(1-\cos\frac{{\pi}}{2}\right) = 1 \times \left(1-0\right) = 1. - A interpretação. Com
{\alpha} = \frac{{\pi}}{2} , os ângulos emB e emC são retos e\overline{AD} = 1-2 \times 0 = 1 . O quadrilátero tem os quatro lados iguais a1 e quatro ângulos retos: é um quadrado de lado1 , cuja área é1^{2} = 1 .A restrição{\alpha} > \frac{{\pi}}{3} vem de\overline{AD} > 0 : se\cos{\alpha} \geq \frac{1}{2} , a base menor anulava-se ou ficava negativa e o trapézio deixava de existir.
Num triângulo retângulo, os dois catetos servem de base e de altura um do outro. E a hipotenusa é
- Os catetos. Com
\overline{BC} = 2 por hipotenusa e o ângulo{\alpha} emB :\operatorname{sen}{\alpha} = \frac{\overline{AC}}{2} \iff \overline{AC} = 2\operatorname{sen}{\alpha}, \qquad \cos{\alpha} = \frac{\overline{AB}}{2} \iff \overline{AB} = 2\cos{\alpha}. - A área. Os catetos são perpendiculares, logo um é base e o outro altura:
A_{[ABC]} = \frac{2\cos{\alpha} \times 2\operatorname{sen}{\alpha}}{2} = 2\operatorname{sen}{\alpha} \times \cos{\alpha}. A opção correta é a (A).A opção (C) é o que sai de esquecer a divisão por2 da fórmula da área do triângulo — e é por isso que lá está.
- A metade do lado. Como
F é o centro da base eG o ponto médio de[BC] , o segmento[FG] mede metade do lado:\overline{FG} = \frac{2}{2} = 1 . - A altura da face. No triângulo retângulo
[FGE] , com o ângulox emG :\cos x = \frac{\overline{FG}}{\overline{EG}} = \frac{1}{\overline{EG}} \iff \overline{EG} = \frac{1}{\cos x}. - Uma face lateral. É um triângulo de base
\overline{BC} = 2 e altura[EG] :A_{[BCE]} = \frac{2 \times \frac{1}{\cos x}}{2} = \frac{1}{\cos x}. - A área total. Quatro faces laterais iguais mais a base quadrada de área
2^{2} = 4 :A_{T} = 4 \times \frac{1}{\cos x}+4 = \frac{4}{\cos x}+\frac{4\cos x}{\cos x} = \frac{4\cos x+4}{\cos x}. O ângulox mede a inclinação da face, não a da aresta lateral: o triângulo onde ele vive tem por catetos a apótema da base e a altura da pirâmide.
A região é a soma de duas: um quarto de círculo de raio
- O quarto de círculo.
\frac{{\pi} \times 1^{2}}{4} = \frac{{\pi}}{4}. - O triângulo. Sendo
P = (1,\,0) , o triângulo[OPA] é retângulo emP , com\overline{OP} = 1 :\operatorname{tg}{\alpha} = \frac{\overline{PA}}{1} \iff \overline{PA} = \operatorname{tg}{\alpha}, \qquad A_{[OPA]} = \frac{1 \times \operatorname{tg}{\alpha}}{2} = \frac{\operatorname{tg}{\alpha}}{2}. - A soma.
A = \frac{{\pi}}{4}+\frac{\operatorname{tg}{\alpha}}{2}. A opção correta é a (A).A retax = 1 é o eixo das tangentes: a ordenada do ponto onde o lado extremidade a corta é\operatorname{tg}{\alpha} . As opções (C) e (D) esquecem que o quarto de círculo é um quarto — e não o círculo inteiro.
Parte a ponte em dois no apoio
- a) O primeiro troço. Seja
A_{1} a projeção deA sobre a margem que contémP_{1} , com\overline{AA_{1}} = 12 . No triângulo retângulo[AA_{1}P_{1}] , o ângulo emP_{1} tem amplitudex :\operatorname{sen}x = \frac{12}{\overline{AP_{1}}} \iff \overline{AP_{1}} = \frac{12}{\operatorname{sen}x}. - O segundo troço. Seja
A_{2} a projeção deA sobre a outra margem, com\overline{AA_{2}} = 16 . O ânguloA_{2}AP_{2} também tem amplitudex (ângulos de lados perpendiculares), logo\cos x = \frac{16}{\overline{AP_{2}}} \iff \overline{AP_{2}} = \frac{16}{\cos x}. - O comprimento.
\overline{P_{1}P_{2}} = \frac{12}{\operatorname{sen}x}+\frac{16}{\cos x} = \frac{12\cos x+16\operatorname{sen}x}{\operatorname{sen}x\cos x} = \frac{16\operatorname{sen}x+12\cos x}{\operatorname{sen}x\cos x}. - b) O ângulo. Se
\overline{BP_{1}} = \overline{BP_{2}} , o triângulo[BP_{1}P_{2}] é retângulo emB e isósceles: os dois ângulos agudos são iguais e valem\frac{{\pi}}{4} . Logox = \frac{{\pi}}{4} . - O valor. Com
\operatorname{sen}\frac{{\pi}}{4} = \cos\frac{{\pi}}{4} = \frac{\sqrt{2}}{2} :\frac{16 \times \frac{\sqrt{2}}{2}+12 \times \frac{\sqrt{2}}{2}}{\frac{\sqrt{2}}{2} \times \frac{\sqrt{2}}{2}} = \frac{28 \times \frac{\sqrt{2}}{2}}{\frac{1}{2}} = 28\sqrt{2} \approx 39{,}6 \text{ metros}. O segundo troço usa o cosseno, e não o seno, porque o ângulox aparece lá noutro sítio: emA , e não emP_{2} . Dois ângulos de lados dois a dois perpendiculares são iguais — é isso que transporta ox de um triângulo para o outro.
Trabalha no triângulo retângulo
- No triângulo
[EBC] . É retângulo emB , com\overline{BC} = 1 :\operatorname{sen}x = \frac{\overline{BC}}{\overline{EC}} = \frac{1}{\overline{EC}} \iff \overline{EC} = \frac{1}{\operatorname{sen}x}, \operatorname{tg}x = \frac{\overline{BC}}{\overline{EB}} = \frac{1}{\overline{EB}} \iff \overline{EB} = \frac{1}{\operatorname{tg}x}. - O lado
[AE] . Como\overline{AE}+\overline{EB} = 1 :\overline{AE} = 1-\frac{1}{\operatorname{tg}x}. - A simetria. A diagonal
[AC] é eixo de simetria do quadrado e\overline{AE} = \overline{AF} , logo\overline{FC} = \overline{EC} . - O perímetro.
P = 2\overline{AE}+2\overline{EC} = 2\left(1-\frac{1}{\operatorname{tg}x}\right)+\frac{2}{\operatorname{sen}x} = 2-\frac{2}{\operatorname{tg}x}+\frac{2}{\operatorname{sen}x}. A restriçãox \in \left]\frac{{\pi}}{4},\,\frac{{\pi}}{2}\right[ não é decorativa: é ela que garante\operatorname{tg}x > 1 , isto é,\overline{EB} < 1 , e portanto queE cai mesmo dentro do lado[AB] .
Toma
- As medidas. Seja
P a interseção de[AB] com o eixoOx . Como\overline{OA} = 1 :\overline{AP} = \operatorname{sen}{\alpha}, \qquad \overline{OP} = \cos{\alpha}. - A base. Por simetria em relação ao eixo
Ox ,\overline{AB} = 2\overline{AP} = 2\operatorname{sen}{\alpha} . - A área. Com
[AB] por base e[OP] por altura:A_{[OAB]} = \frac{2\operatorname{sen}{\alpha} \times \cos{\alpha}}{2} = \operatorname{sen}{\alpha} \times \cos{\alpha}. A opção correta é a (A).Quem esquece a simetria toma\overline{AB} = \operatorname{sen}{\alpha} e fica com metade do valor. O enunciado diz queA eB pertencem à circunferência e que[AB] \perp Ox : são essas duas condições que fazem deP o ponto médio de[AB] .
Mede a partir do centro:
- Um ponto de apoio. Seja
I a posição inicial deP : está à distância2 der , é o ponto da circunferência mais afastado da reta, e[IC] é perpendicular ar . - A altura de
P sobreC . Depois de uma rotação de amplitude{\alpha} , o ânguloICP tem amplitude{\alpha} . SendoQ a projeção deP sobre a retaIC , e\overline{CP} = 1 :\cos{\alpha} = \frac{\overline{CQ}}{1} \iff \overline{CQ} = \cos{\alpha}. - A distância. O centro está à distância
1 der , eP está\cos{\alpha} acima deC — quantidade que fica negativa quandoP desce abaixo do centro:d = 1+\cos{\alpha}. A opção correta é a (A).Um teste rápido de plausibilidade: em{\alpha} = 0 tem de dar2 , e em{\alpha} = {\pi} tem de dar0 , que é quandoP toca a reta. Só a opção (A) passa nos dois.
O raio do arco é
- a) Os catetos. Como
[BE] é um raio do arco,\overline{BE} = 2 . No triângulo retângulo[BCE] :\operatorname{sen}x = \frac{\overline{CE}}{2} \iff \overline{CE} = 2\operatorname{sen}x, \qquad \cos x = \frac{\overline{BC}}{2} \iff \overline{BC} = 2\cos x. - O trapézio.
[ACEG] tem bases\overline{AG} = 2 e\overline{CE} = 2\operatorname{sen}x , e altura\overline{AC} = \overline{AB}+\overline{BC} = 2+2\cos x :A_{[ACEG]} = \frac{2+2\operatorname{sen}x}{2} \times \left(2+2\cos x\right) = \left(1+\operatorname{sen}x\right)\left(2+2\cos x\right). - O triângulo a retirar.
A_{[BCE]} = \frac{\overline{BC} \times \overline{CE}}{2} = \frac{2\cos x \times 2\operatorname{sen}x}{2} = 2\operatorname{sen}x\cos x. - A diferença.
A_{[ABEG]} = 2+2\cos x+2\operatorname{sen}x+2\operatorname{sen}x\cos x-2\operatorname{sen}x\cos x = 2\left(1+\operatorname{sen}x+\cos x\right). - b) Nos extremos.
A(0) = 2\left(1+0+1\right) = 4, \qquad A\left(\frac{{\pi}}{2}\right) = 2\left(1+1+0\right) = 4. - A interpretação. Com
x = 0 , o pontoE coincide comD e o polígono é o triângulo[AGD] , de base\overline{AD} = 4 e altura\overline{AG} = 2 : área\frac{4 \times 2}{2} = 4 . Comx = \frac{{\pi}}{2} , o pontoE coincide comF e o polígono é o quadrado[ABFG] , de área2 \times 2 = 4 .Os dois extremos dão o mesmo valor, mas o polígono não é constante pelo meio: a expressão2\left(1+\operatorname{sen}x+\cos x\right) tem máximo emx = \frac{{\pi}}{4} , onde a área vale2+2\sqrt{2} \approx 4{,}83 .
Divide a fórmula fundamental por
- Uma relação com a tangente. Dividindo
\operatorname{sen}^{2}{\theta}+\cos^{2}{\theta} = 1 por\cos^{2}{\theta} :\operatorname{tg}^{2}{\theta}+1 = \frac{1}{\cos^{2}{\theta}}. - O cosseno ao quadrado. Com
\operatorname{tg}{\theta} = \frac{1}{2} :\frac{1}{4}+1 = \frac{1}{\cos^{2}{\theta}} \iff \frac{5}{4} = \frac{1}{\cos^{2}{\theta}} \iff \cos^{2}{\theta} = \frac{4}{5}. - O seno ao quadrado. Pela fórmula fundamental:
\operatorname{sen}^{2}{\theta} = 1-\frac{4}{5} = \frac{1}{5}. - A expressão.
2-5\operatorname{sen}^{2}{\theta} = 2-5 \times \frac{1}{5} = 2-1 = 1. Não é preciso saber em que quadrante está{\theta} : só entram quadrados, e um quadrado apaga o sinal. Num item que pedisse\operatorname{sen}{\theta} , já haveria duas respostas possíveis.
Primeiro a área do trapézio; metade dela é a área do triângulo
- A área do trapézio.
A_{[ABCD]} = \frac{\overline{AD}+\overline{BC}}{2} \times \overline{AB} = \frac{30+10}{2} \times 10 = 200. Metade é100 : é essa a área que o triângulo[APD] tem de ter. - O cateto
[PA] . No triângulo retângulo[APD] , o ângulo emD tem amplitudex , o cateto oposto é[PA] e o adjacente é[AD] :\operatorname{tg}x = \frac{\overline{PA}}{30} \iff \overline{PA} = 30\operatorname{tg}x. - A equação.
A_{[APD]} = \frac{\overline{AD} \times \overline{PA}}{2} = \frac{30 \times 30\operatorname{tg}x}{2} = \frac{30^{2}\operatorname{tg}x}{2}, e a condição pedida é\frac{30^{2}\operatorname{tg}x}{2} = 100 . A opção correta é a (B).O seno não serve:[AD] não é a hipotenusa do triângulo, é um cateto. Quem relaciona dois catetos é a tangente.
Projeta
- a) As projeções. Seja
B a projeção deR sobre[OM] eC a projeção sobre[OA] . Como\overline{OR} = 5 :\overline{OB} = \overline{CR} = 5\operatorname{sen}x, \qquad \overline{BR} = \overline{OC} = 5\cos x. - O outro cateto. Como
\overline{OM} = 8 :\overline{BM} = \overline{OM}-\overline{OB} = 8-5\operatorname{sen}x. - Pitágoras. O triângulo
[BRM] é retângulo emB :\overline{RM}^{2} = \left(8-5\operatorname{sen}x\right)^{2}+\left(5\cos x\right)^{2} = 64-80\operatorname{sen}x+25\operatorname{sen}^{2}x+25\cos^{2}x. - A fórmula fundamental. Como
25\operatorname{sen}^{2}x+25\cos^{2}x = 25\left(\operatorname{sen}^{2}x+\cos^{2}x\right) = 25 :\overline{RM}^{2} = 64+25-80\operatorname{sen}x = 89-80\operatorname{sen}x, e, sendo uma distância,d(x) = \sqrt{89-80\operatorname{sen}x} . - b) O valor.
d\left(\frac{{\pi}}{2}\right) = \sqrt{89-80\operatorname{sen}\frac{{\pi}}{2}} = \sqrt{89-80} = \sqrt{9} = 3. - A justificação. Com
x = \frac{{\pi}}{2} , a Rita está sobre o segmento[OM] , entreO e a mãe. Nessa posição\overline{RM} = \overline{OM}-\overline{OR} = 8-5 = 3 \text{ metros}, que é o valor obtido — e é a menor distância a que a Rita chega da mãe.A expressão ded continua a valer quandoR sai do primeiro quadrante: aí\cos x e\operatorname{sen}x mudam de sinal, mas entram elevados ao quadrado ou multiplicados pelo mesmo-80 . É a vantagem de definir seno e cosseno no círculo, e não só no triângulo.
Um período é a distância entre dois maximizantes consecutivos — não entre um maximizante e o minimizante seguinte.
- Ler o gráfico. Os valores
\frac{2{\pi}}{9} e\frac{14{\pi}}{9} são maximizantes consecutivos; entre eles,\frac{8{\pi}}{9} é um minimizante. - A distância.
P = \frac{14{\pi}}{9}-\frac{2{\pi}}{9} = \frac{12{\pi}}{9} = \frac{4{\pi}}{3}. A opção correta é a (D).A opção (C),\frac{2{\pi}}{3} , é exatamente meio período: a distância de um maximizante ao minimizante seguinte. Avançar meio período leva o gráfico ao seu simétrico, não a si próprio.
Os quatro raios cortam a região em oito peças: quatro triângulos retângulos iguais e quatro setores de amplitude
- Os catetos. Como
\overline{OB} = 3 , no triângulo retângulo[OIB] :\operatorname{sen}x = \frac{\overline{OI}}{3} \iff \overline{OI} = 3\operatorname{sen}x, \qquad \cos x = \frac{\overline{IB}}{3} \iff \overline{IB} = 3\cos x. - Os quatro triângulos. Por simetria,
[OIA] ,[OIB] ,[OJC] e[OJD] são iguais:4 \times A_{[OIB]} = 4 \times \frac{\overline{OI} \times \overline{IB}}{2} = 4 \times \frac{3\operatorname{sen}x \times 3\cos x}{2} = 18\operatorname{sen}x \times \cos x. - Os quatro setores. Cada um tem raio
3 e amplitudex :4 \times \frac{1}{2} \times 3^{2} \times x = 18x. - Somar.
A(x) = 18\operatorname{sen}x \times \cos x+18x = 18\left(x+\operatorname{sen}x \times \cos x\right), \quad x \in \left[0,\,\frac{{\pi}}{2}\right]. A fórmula do setor só vale com a amplitude em radianos — e é isso que faz aparecer ox «solto» na expressão final, sem função trigonométrica à volta.
A reta
- O ângulo reto. A reta
PR é tangente à circunferência emR , logo é perpendicular ao raio[OR] . O triângulo[ORP] é retângulo emR . - A simetria. Os pontos
R eS são simétricos relativamente à retaOP , pelo que o ânguloROP tem amplitude\frac{{\alpha}}{2} . - O cateto. No triângulo retângulo
[ORP] , com\overline{OR} = 1 :\operatorname{tg}\frac{{\alpha}}{2} = \frac{\overline{RP}}{\overline{OR}} = \frac{\overline{RP}}{1} \iff \overline{RP} = \operatorname{tg}\frac{{\alpha}}{2}. - Meia área. Tomando
[OR] por base e[RP] por altura:A_{[ORP]} = \frac{\overline{OR} \times \overline{RP}}{2} = \frac{1 \times \operatorname{tg}\frac{{\alpha}}{2}}{2} = \frac{\operatorname{tg}\frac{{\alpha}}{2}}{2}. - O quadrilátero. Os triângulos
[ORP] e[OPS] são iguais, logoA_{[ORPS]} = 2 \times \frac{\operatorname{tg}\frac{{\alpha}}{2}}{2} = \operatorname{tg}\frac{{\alpha}}{2}, \quad {\alpha} \in \left]0,\,{\pi}\right[. É o «meio ângulo» que explica o\frac{{\alpha}}{2} da expressão pedida: o enunciado dá o ânguloSOR inteiro, mas quem entra no triângulo retângulo é metade dele. A restrição{\alpha} \in \left]0,\,{\pi}\right[ garante\frac{{\alpha}}{2} \in \left]0,\,\frac{{\pi}}{2}\right[ , onde a tangente está definida e é positiva.
Baixa a altura de
- A altura. Seja
Q o pé da altura tirada deP . Como\overline{OP} = 1 :\operatorname{sen}{\alpha} = \frac{\overline{PQ}}{1} \iff \overline{PQ} = \operatorname{sen}{\alpha}, \qquad \cos{\alpha} = \frac{\overline{OQ}}{1} \iff \overline{OQ} = \cos{\alpha}. - A base. O triângulo é isósceles com
\overline{OP} = \overline{PR} , logo a altura tirada deP é também mediana e\overline{OQ} = \overline{QR} . Assim\overline{OR} = \overline{OQ}+\overline{QR} = 2\cos{\alpha}. - A área.
A_{[OPR]} = \frac{\overline{OR} \times \overline{PQ}}{2} = \frac{2\cos{\alpha} \times \operatorname{sen}{\alpha}}{2} = \operatorname{sen}{\alpha} \times \cos{\alpha}. A opção correta é a (A).A palavra «isósceles» não é adorno do enunciado: é ela que duplica\cos{\alpha} para dar a base. Sem ela, a base ficava por determinar.
A fórmula fundamental dá o seno a menos do sinal. O sinal decide-se pelo quadrante — e as duas condições do enunciado localizam-no.
- A fórmula fundamental.
\operatorname{sen}^{2}{\alpha}+\cos^{2}{\alpha} = 1 \iff \operatorname{sen}^{2}{\alpha} = 1-\cos^{2}{\alpha} \iff \operatorname{sen}{\alpha} = \pm\sqrt{1-\cos^{2}{\alpha}}. Isto já elimina as opções (C) e (D). - O quadrante.
\cos{\alpha} < 0 põe{\alpha} no 2.º ou no 3.º quadrante;\operatorname{tg}{\alpha} > 0 põe-no no 1.º ou no 3.º. Em comum: o 3.º quadrante. - O sinal. No 3.º quadrante o seno é negativo, logo
\operatorname{sen}{\alpha} = -\sqrt{1-\cos^{2}{\alpha}}. A opção correta é a (B).A tangente é o quociente\frac{\operatorname{sen}}{\cos} : ser positiva com o cosseno negativo obriga o seno a ser também negativo. É outra forma de fechar o mesmo raciocínio.
Testa cada opção com uma fórmula de redução. Qual delas transforma um cosseno num menos seno?
- O que se sabe.
\operatorname{sen}{\beta} = \frac{1}{5} . Procura-se um valor cujo cosseno seja-\frac{1}{5} , ou seja,-\operatorname{sen}{\beta} . - Reduzir cada opção.
\cos\left({\pi}+{\beta}\right) = -\cos{\beta} \qquad \cos\left(\frac{{\pi}}{2}+{\beta}\right) = -\operatorname{sen}{\beta} \cos\left(-{\beta}\right) = \cos{\beta} \qquad \cos\left(\frac{{\pi}}{2}-{\beta}\right) = \operatorname{sen}{\beta} - Escolher. Só a segunda dá
-\operatorname{sen}{\beta} = -\frac{1}{5} :\cos\left(\frac{{\pi}}{2}+{\beta}\right) = -\operatorname{sen}{\beta} = -\frac{1}{5}. A opção correta é a (B).As opções (A) e (C) devolvem\pm\cos{\beta} , que o enunciado não dá; e (D) devolve+\frac{1}{5} , com o sinal trocado.
São três pedaços: um arco e dois segmentos. O arco de raio
- O arco. Num círculo de raio
1 , o comprimento do arco és = r{\theta} = 1 \times {\alpha} = {\alpha} . - O segmento vertical. Como
\overline{OA} = 1 , no triângulo[OCA] :\operatorname{sen}{\alpha} = \frac{\overline{AC}}{1} \iff \overline{AC} = \operatorname{sen}{\alpha}, \qquad \cos{\alpha} = \frac{\overline{OC}}{1} \iff \overline{OC} = \cos{\alpha}. - O segmento no eixo. Como
\overline{OB} = 1 :\overline{CB} = \overline{OB}-\overline{OC} = 1-\cos{\alpha}. - Somar.
P = {\alpha}+\operatorname{sen}{\alpha}+1-\cos{\alpha} = 1+{\alpha}+\operatorname{sen}{\alpha}-\cos{\alpha}. A opção correta é a (D).As opções (A) e (B) põem{\pi} \times {\alpha} no arco: é a confusão entres = r{\theta} e o perímetro2{\pi}r . Num raio1 , o arco é o próprio ângulo em radianos.
Toma
- A base.
\overline{OC} = 1 , sobre o eixoOy . - A altura. A altura relativa a essa base é a distância de
P ao eixoOy , isto é, a abcissa deP . ComoP está no círculo trigonométrico, essa abcissa é\cos x . - A área.
f(x) = \frac{\overline{OC} \times \cos x}{2} = \frac{1 \times \cos x}{2} = \frac{\cos x}{2}. A opção correta é a (B).O reflexo é tomar o seno, porque é a coordenada que costuma dar alturas. Aqui a base está no eixo vertical: quem mede a altura é a outra coordenada.
Isola o cosseno. O valor que sai lê-se no círculo em dois pontos, simétricos em relação ao eixo
- Isolar.
5+2\cos x = 6 \iff \cos x = \frac{1}{2}. - Ler no círculo. A abcissa vale
\frac{1}{2} em dois pontos, associados a\frac{{\pi}}{3} e a-\frac{{\pi}}{3} . - Pôr no intervalo. Em
\left]0,\,2{\pi}\right[ , o segundo escreve-se-\frac{{\pi}}{3}+2{\pi} = \frac{5{\pi}}{3} . - A opção correta é a (B).As opções com
\frac{{\pi}}{6} correspondem a\cos x = \frac{\sqrt{3}}{2} . Confundir os ângulos de referência\frac{{\pi}}{6} e\frac{{\pi}}{3} é o erro que estas quatro opções procuram.
A ordenada do ponto onde a reta corta
- A tangente. A reta
OA cortax = 1 num ponto de ordenada\sqrt{8} , logo\operatorname{tg}{\alpha} = \sqrt{8} . - O cosseno. Dividindo a fórmula fundamental por
\cos^{2}{\alpha} :\operatorname{tg}^{2}{\alpha}+1 = \frac{1}{\cos^{2}{\alpha}} \iff 9 = \frac{1}{\cos^{2}{\alpha}} \iff \cos^{2}{\alpha} = \frac{1}{9}. A figura põeA no 3.º quadrante, onde o cosseno é negativo:\cos{\alpha} = -\frac{1}{3} . - A primeira parcela.
\operatorname{sen}\left(\frac{{\pi}}{2}+{\alpha}\right) = \cos{\alpha} = -\frac{1}{3}. - A segunda. Tirando uma volta,
3{\pi}-{\alpha} = {\pi}-{\alpha}+2{\pi} :\cos\left(3{\pi}-{\alpha}\right) = \cos\left({\pi}-{\alpha}\right) = -\cos{\alpha} = \frac{1}{3}. - Juntar.
5\left(-\frac{1}{3}\right)+2 \times \frac{1}{3} = -\frac{5}{3}+\frac{2}{3} = -1. O quadrante vem da figura, não das contas: é ela que diz queA está no 3.º quadrante e obriga\cos{\alpha} < 0 . A tangente sozinha admitia os dois sinais.
A soma dos ângulos internos é
- A soma dos ângulos.
{\alpha}+{\alpha}+{\beta} = {\pi} \iff {\beta} = {\pi}-2{\alpha}. - Reduzir. Com a fórmula
\cos\left({\pi}-u\right) = -\cos u , aplicada au = 2{\alpha} :\cos{\beta} = \cos\left({\pi}-2{\alpha}\right) = -\cos(2{\alpha}). A opção correta é a (D).Não é preciso saber nenhuma fórmula de duplicação:2{\alpha} trata-se como um ângulo qualquer, e a redução é a de sempre.
O intervalo é o 2.º quadrante: seno positivo, cosseno negativo, tangente negativa.
- Os sinais.
\operatorname{sen}{\theta} > 0 ,\cos{\theta} < 0 ,\operatorname{tg}{\theta} < 0 . - (A) Negativo menos positivo: negativo.
- (B) e (C) Positivo vezes negativo: negativos.
- (D) Positivo menos negativo — isto é,
\operatorname{sen}{\theta}+\left|\operatorname{tg}{\theta}\right| : positivo. - A opção correta é a (D).Outra vez a mesma leitura: uma diferença em que o subtraendo é negativo é, no fundo, uma soma de dois positivos.
Isola a tangente. Depois resolve em ordem ao argumento
- Isolar.
1+3\operatorname{tg}(2x) = 4 \iff \operatorname{tg}(2x) = 1. - Resolver em ordem ao argumento. A tangente vale
1 em\frac{{\pi}}{4} , e tem período{\pi} :2x = \frac{{\pi}}{4}+k{\pi}, \quad k \in \mathbb{Z}. - Isolar
x .x = \frac{{\pi}}{8}+\frac{k{\pi}}{2}, \quad k \in \mathbb{Z}. - Percorrer
k . Comk = 1 :x = \frac{{\pi}}{8}+\frac{{\pi}}{2} = \frac{5{\pi}}{8}. A opção correta é a (C).Dividirk{\pi} por2 dá\frac{k{\pi}}{2} : as soluções passam a estar duas vezes mais juntas. É por isso que\frac{3{\pi}}{8} e\frac{7{\pi}}{8} parecem plausíveis e não são.
Seja
- a) Os catetos. Seja
P a projeção ortogonal deB sobreOx . Como\overline{OB} = 5 :\overline{BP} = 5\operatorname{sen}{\alpha}, \qquad \overline{OP} = 5\cos{\alpha}. - O outro cateto. Como
A = (-5,\,0) eP está à direita da origem:\overline{AP} = \overline{AO}+\overline{OP} = 5+5\cos{\alpha}. - Pitágoras.
d^{2} = \overline{BP}^{2}+\overline{AP}^{2} = 25\operatorname{sen}^{2}{\alpha}+25+50\cos{\alpha}+25\cos^{2}{\alpha}. - A fórmula fundamental. Agrupando
25\left(\operatorname{sen}^{2}{\alpha}+\cos^{2}{\alpha}\right) = 25 :d^{2} = 25+25+50\cos{\alpha} = 50+50\cos{\alpha}. \quad \square - b) O cosseno. Dividindo a fórmula fundamental por
\cos^{2}{\alpha} :\operatorname{tg}^{2}{\alpha}+1 = \frac{1}{\cos^{2}{\alpha}} \iff 25 = \frac{1}{\cos^{2}{\alpha}} \iff \cos^{2}{\alpha} = \frac{1}{25}. ComoB está no 1.º quadrante,\cos{\alpha} = \frac{1}{5} . - A distância.
d^{2} = 50+50 \times \frac{1}{5} = 60 \implies d = \sqrt{60} = 2\sqrt{15}. Também se podia usar diretamente a fórmula da distância entreA eB = \left(5\cos{\alpha},\,5\operatorname{sen}{\alpha}\right) : dá o mesmo, com uma linha a menos.
Toma
- As coordenadas de
Q . ComoQ está no círculo trigonométrico:Q = \left(\cos\frac{5{\pi}}{7},\,\operatorname{sen}\frac{5{\pi}}{7}\right). - A área. Com
[OR] por base, sobre o eixoOx , e alturay_{Q} :A_{[OQR]} = \frac{1 \times \operatorname{sen}\frac{5{\pi}}{7}}{2} \approx \frac{0{,}7818}{2} \approx 0{,}39. A opção correta é a (A).A calculadora tem de estar em radianos. E repara que a altura é a ordenada deQ — não o comprimento\overline{OQ} , que é o raio e vale1 .
A reta
- As coordenadas de
C . O arco tem raio1 , logoC = \left(\cos{\alpha},\,\operatorname{sen}{\alpha}\right) . - A distância. A reta
r éy = 1 , e no 1.º quadrante\operatorname{sen}{\alpha} \leq 1 :d = 1-y_{C} = 1-\operatorname{sen}{\alpha}. A opção correta é a (B).Confirmação rápida: quandoC chega aB , tem-se{\alpha} = \frac{{\pi}}{2} ed = 0 — o ponto está sobre a reta. A expressão (B) dá isso; as outras, não.
Reduz as quatro ao ângulo
- Reduzir as quatro.
\cos\left({\pi}-x\right) = -\cos x, \qquad \operatorname{sen}\left({\pi}-x\right) = \operatorname{sen}x, \cos\left(\frac{3{\pi}}{2}-x\right) = -\operatorname{sen}x, \qquad \operatorname{sen}\left(\frac{3{\pi}}{2}-x\right) = -\cos x. - Ler os sinais. No 1.º quadrante
\operatorname{sen}x > 0 e\cos x > 0 , logo três das expressões são negativas e só\operatorname{sen}\left({\pi}-x\right) = \operatorname{sen}x é positiva. - A opção correta é a (B).Vale a pena reduzir as quatro antes de decidir: três delas trazem um sinal de menos que não se vê no enunciado.
A abcissa vale
- Onde está a solução. Como
-0{,}3 < 0 , os pontos com essa abcissa estão no 2.º e no 3.º quadrantes. - (A) e (D). São o 1.º e o 4.º quadrantes, onde
\cos x > 0 : nenhuma solução. - (C). O intervalo
\left[\frac{{\pi}}{2},\,\frac{3{\pi}}{2}\right] cobre o 2.º e o 3.º quadrantes: duas soluções. - (B). O intervalo
\left[0,\,{\pi}\right] cobre o 1.º e o 2.º: só a do 2.º quadrante, isto é uma solução. - A opção correta é a (B).Contar soluções é sempre a mesma coisa: ver quantos pontos da circunferência têm a coordenada pedida, e depois quantos deles caem no intervalo.
O arco
- As coordenadas de
B . Como[OB] é um raio do círculo trigonométrico:B = \left(\cos{\theta},\,\operatorname{sen}{\theta}\right), \quad\text{logo}\quad \overline{OC} = \cos{\theta}, \quad \overline{BC} = \operatorname{sen}{\theta}. - O raio do segundo arco. O arco
AB tem centro emC , logo\overline{CA} = \overline{CB} = \operatorname{sen}{\theta} . - A abcissa de
A .x_{A} = \overline{OC}+\overline{CA} = \cos{\theta}+\operatorname{sen}{\theta}. A opção correta é a (C).A palavra «centro» no enunciado é o dado que resolve o item: sem ela,\overline{CA} seria desconhecido. Vale a pena sublinhar sempre o que a figura diz por palavras.
Em a),
- a) O cateto vertical. No triângulo
[ABD] , retângulo emB :\operatorname{tg}x = \frac{\overline{BD}}{\overline{AB}} = \frac{\overline{BD}}{2} \iff \overline{BD} = 2\operatorname{tg}x. - A diferença de dois triângulos. Ambos têm base
\overline{AB} = 2 :A_{[ACD]} = A_{[ABD]}-A_{[ABC]} = \frac{2 \times 2\operatorname{tg}x}{2}-\frac{2 \times 1}{2} = 2\operatorname{tg}x-1. \quad \square - b) A equação.
2\operatorname{tg}x-1 = 1 \iff \operatorname{tg}x = 1 \iff x = \frac{{\pi}}{4}, única solução no intervalo em quex faz sentido. - c) O dado, reduzido.
\operatorname{sen}\left(\frac{{\pi}}{2}+a\right) = \cos a , logo\cos a = \frac{5}{13} . - A tangente. Da fórmula fundamental,
\operatorname{sen}^{2}a = 1-\frac{25}{169} = \frac{144}{169} ; no 1.º quadrante\operatorname{sen}a = \frac{12}{13} e\operatorname{tg}a = \frac{12/13}{5/13} = \frac{12}{5}. - O valor pedido.
2 \times \frac{12}{5}-1 = \frac{24-5}{5} = \frac{19}{5}. O terno5 ,12 ,13 outra vez. Reconhecê-lo poupa a raiz quadrada e evita erros de arredondamento.
Dois lados são raios, e valem
- Os dois raios.
\overline{OP} = \overline{OQ} = 1 . - O terceiro lado. Como
P = \left(\cos 53^{\circ},\,\operatorname{sen}53^{\circ}\right) eQ é o seu simétrico em relação aOy :\overline{PQ} = 2\cos 53^{\circ} \approx 2 \times 0{,}6018 \approx 1{,}2036. - O perímetro.
P = 1+1+1{,}2036 \approx 3{,}2. A opção correta é a (A).A calculadora tem de estar em graus: em radianos,\cos 53 daria-0{,}92 e o lado\overline{PQ} sairia negativo,\approx -1{,}84 — um comprimento não pode ser negativo, sinal seguro de que o modo está errado.
Uma volta completa do ponteiro dos minutos são
- Quantas voltas.
-3{\pi} = -2{\pi}+\left(-{\pi}\right), isto é, uma volta completa mais meia volta — no sentido dos ponteiros do relógio, que é o sentido negativo. - Quanto tempo. Uma volta do ponteiro dos minutos é uma hora; meia volta é meia hora. Passou uma hora e meia.
- A hora.
10 h45 mais1 h30 dá12 h15 . - A opção correta é a (C).O sinal negativo diz o sentido da rotação, não que o tempo ande para trás: o ponteiro dos minutos roda sempre no sentido negativo, e é por isso que o enunciado o escreve assim.
A região sombreada é o círculo menos o triângulo. O triângulo é retângulo, com hipotenusa igual ao diâmetro.
- O triângulo é retângulo, por estar inscrito com o diâmetro por lado. A hipotenusa mede
2 , e os catetos sãob = 2\operatorname{sen}x, \qquad a = 2\cos x. - O círculo. De raio
1 :A_{\circ} = {\pi} \times 1^{2} = {\pi}. - A diferença.
A = {\pi}-\frac{2\operatorname{sen}x \times 2\cos x}{2} = {\pi}-2\operatorname{sen}x\cos x. A opção correta é a (A).A opção (B) trocaria o círculo pelo semicírculo. Convém confirmar sempre se a região sombreada é o círculo inteiro ou metade — a figura dá a resposta num relance.
Compara
- Onde cai o
3 . Como\frac{{\pi}}{2} \approx 1{,}57 e{\pi} \approx 3{,}14 :\frac{{\pi}}{2} < 3 < {\pi}. - Que quadrante é esse. Um ângulo entre
\frac{{\pi}}{2} e{\pi} é obtuso: o lado extremidade fica no 2.º quadrante, e perto do semieixo negativoOx , porque3 está perto de{\pi} . - A opção correta é a (B).Saber de cor que
{\pi} \approx 3{,}14 resolve o item numa linha. É a razão pela qual convém ter uma ideia do tamanho dos ângulos em radianos, e não só das suas frações de{\pi} .
Em cada intervalo, vê entre que valores a ordenada pode andar, e compara com
- Opção (D). No arco de
\frac{{\pi}}{6} a\frac{{\pi}}{2} , o seno cresce de\frac{1}{2} a1 :\frac{1}{2} \leq \operatorname{sen}x \leq 1. Como0{,}1 < \frac{1}{2} , a equação não tem solução aí. - As outras três. Em (C), o seno vai de
0 a\frac{1}{2} e passa por0{,}1 ; em (A) e (B) o intervalo contém (C). - A opção correta é a (D).Nestes itens compensa procurar o intervalo onde o valor pedido fica fora do enquadramento, em vez de testar as quatro opções uma a uma.
A região é um trapézio de bases
- a) O pedaço horizontal. Seja
Q a projeção deP sobre[AB] . O triângulo[AQP] é retângulo emQ , com\overline{PQ} = \overline{BC} = 2 , e o ângulox está emA :\operatorname{tg}x = \frac{\overline{PQ}}{\overline{AQ}} = \frac{2}{\overline{AQ}} \iff \overline{AQ} = \frac{2}{\operatorname{tg}x}. - A base menor. Como
\overline{DP} = \overline{AQ} ,\overline{PC} = 2-\frac{2}{\operatorname{tg}x}. - A área do trapézio. Bases
\overline{AB} = 2 e\overline{PC} , altura\overline{BC} = 2 :A = \frac{2+2-\frac{2}{\operatorname{tg}x}}{2} \times 2 = 4-\frac{2}{\operatorname{tg}x}. \quad \square - b) A equação.
4-\frac{2}{\operatorname{tg}x} = \frac{12-2\sqrt{3}}{3} = 4-\frac{2\sqrt{3}}{3} \iff \frac{2}{\operatorname{tg}x} = \frac{2\sqrt{3}}{3} \iff \operatorname{tg}x = \frac{3}{\sqrt{3}} = \sqrt{3}. No intervalo\left]\frac{{\pi}}{4},\,\frac{{\pi}}{2}\right[ , isso dáx = \frac{{\pi}}{3} . - c) O dado, reduzido.
\cos\left(x+\frac{{\pi}}{2}\right) = -\operatorname{sen}x , logo\operatorname{sen}x = \frac{15}{17} . - O cosseno e a tangente.
\cos^{2}x = 1-\frac{225}{289} = \frac{64}{289} ; no intervalo dado o cosseno é positivo,\cos x = \frac{8}{17} , e\operatorname{tg}x = \frac{15/17}{8/17} = \frac{15}{8}. - A área.
A = 4-\frac{2}{15/8} = 4-\frac{16}{15} = \frac{60-16}{15} = \frac{44}{15}. O par8 ,15 ,17 é outro terno pitagórico. Nestes itens, quando o enunciado dá uma fração de denominador17 ou25 , é quase certo que os valores exatos saem racionais.
Substitui as coordenadas na equação. A soma
- Substituir. As coordenadas de
P verificam a equação:\operatorname{tg}^{2}{\alpha}+\operatorname{sen}^{2}{\alpha}+\left(2+\cos{\alpha}-2\right)^{2} = 4 \iff \operatorname{tg}^{2}{\alpha}+\operatorname{sen}^{2}{\alpha}+\cos^{2}{\alpha} = 4. - A fórmula fundamental.
\operatorname{tg}^{2}{\alpha}+1 = 4 \iff \operatorname{tg}^{2}{\alpha} = 3 \iff \operatorname{tg}{\alpha} = \pm\sqrt{3}. - Escolher. No 1.º quadrante a tangente é positiva:
\operatorname{tg}{\alpha} = \sqrt{3} . Da tabela dos valores exatos,{\alpha} = \frac{{\pi}}{3} . - As coordenadas.
P = \left(\sqrt{3},\,\operatorname{sen}\frac{{\pi}}{3},\,2+\cos\frac{{\pi}}{3}\right) = \left(\sqrt{3},\,\frac{\sqrt{3}}{2},\,\frac{5}{2}\right). A esfera tem centro(0,\,0,\,2) e raio2 — o\left(z-2\right)^{2} do enunciado é o que faz o\cos{\alpha} ficar sozinho depois de substituir.
No triângulo
- Os dois lados que dependem de
x . No triângulo[ABP] , retângulo emB :\cos x = \frac{5}{\overline{AP}} \iff \overline{AP} = \frac{5}{\cos x}, \qquad \operatorname{tg}x = \frac{\overline{BP}}{5} \iff \overline{BP} = 5\operatorname{tg}x. - O pedaço restante do cateto. Como
\overline{BP}+\overline{PC} = 5 :\overline{PC} = 5-5\operatorname{tg}x. - A hipotenusa. Pelo teorema de Pitágoras, e sem depender de
x :\overline{AC} = \sqrt{5^{2}+5^{2}} = \sqrt{50}. - O perímetro.
P_{[APC]} = \overline{AP}+\overline{PC}+\overline{AC} = \frac{5}{\cos x}+5-5\operatorname{tg}x+\sqrt{50}. \quad \square A condiçãox < \frac{{\pi}}{4} garante\operatorname{tg}x < 1 e portanto\overline{PC} > 0 :P fica mesmo entreB eC .
O triângulo está inscrito numa semicircunferência com o diâmetro por lado: é retângulo em
- O ângulo reto. Como
[OA] é um diâmetro eB está na circunferência, o triângulo[OAB] é retângulo emB , com hipotenusa\overline{OA} = 2 . - Os dois catetos. Visto de
O , o cateto oposto a{\alpha} é[AB] e o adjacente é[OB] :\operatorname{sen}{\alpha} = \frac{\overline{AB}}{2} \iff \overline{AB} = 2\operatorname{sen}{\alpha}, \qquad \cos{\alpha} = \frac{\overline{OB}}{2} \iff \overline{OB} = 2\cos{\alpha}. - O perímetro.
P = \overline{OA}+\overline{AB}+\overline{OB} = 2+2\operatorname{sen}{\alpha}+2\cos{\alpha} = 2\left(1+\cos{\alpha}+\operatorname{sen}{\alpha}\right). \quad \square A propriedade do ângulo inscrito num semicírculo aparece em quatro itens deste banco. É a que transforma «ponto que anda numa circunferência» em «triângulo retângulo de hipotenusa conhecida».
O raio é
- a) O raio. O diâmetro é
6 , logo o raio é3 e\overline{OA} = \overline{OB} = 3 . - A altura, em duas parcelas. Medindo a partir de
O , o pontoA está3 abaixo. O pontoC , ao nível deB , está3\cos{\theta} abaixo deO , porque{\theta} é o ângulo entre[OA] e[OB] :h({\theta}) = \overline{AC} = 3-3\cos{\theta}. \quad \square - b) A equação.
3-3\cos{\theta} = 3 \iff \cos{\theta} = 0. Em\left]0,\,{\pi}\right[ , a única solução é{\theta} = \frac{{\pi}}{2} . - A interpretação. Com
{\theta} = \frac{{\pi}}{2} , o nível do combustível passa exatamente pelo centro da esfera: o depósito está meio cheio, e a altura do combustível é3 metros, igual ao raio.O enunciado pede a interpretação, não só o valor. Nos itens de modelação, dizer o que o número significa no contexto vale cotação própria.
Em cada intervalo, vê entre que valores a abcissa pode andar. Compara com
- Opção (C). No arco de
\frac{{\pi}}{4} a\frac{3{\pi}}{4} , a abcissa vai de\frac{\sqrt{2}}{2} a-\frac{\sqrt{2}}{2} :-\frac{\sqrt{2}}{2} \leq \cos x \leq \frac{\sqrt{2}}{2} \approx 0{,}71. Como0{,}9 > 0{,}71 , a equação não tem solução aí. - As outras três. Todas contêm
x = 0 numa vizinhança onde o cosseno passa por1 , e portanto por0{,}9 — em (A), (B) e (D) há solução. - A opção correta é a (C).O máximo do cosseno num intervalo atinge-se no extremo mais próximo de
0 . Aqui esse extremo é\frac{{\pi}}{4} , e\cos\frac{{\pi}}{4} = \frac{\sqrt{2}}{2} fica abaixo de0{,}9 .
A ordenada do ponto onde a reta corta
- A tangente. O ponto
P está na retax = 1 com ordenada2 , logo\operatorname{tg}{\alpha} = 2 . - O ângulo agudo correspondente. Com a calculadora em radianos, o ângulo do 1.º quadrante cuja tangente é
2 vale aproximadamente1{,}1071 . - Passar para o 3.º quadrante. A tangente tem período
{\pi} , eQ está no 3.º quadrante:{\alpha} \approx 1{,}1071+{\pi} \approx 4{,}2487. - Arredondando às centésimas,
{\alpha} \approx 4{,}25 : a opção correta é a (B).O período da tangente é{\pi} , não2{\pi} . Somar2{\pi} devolveria um ângulo do 1.º quadrante — e nenhuma das opções.
Tira
- O primeiro. De
{\alpha}+{\beta} = \frac{{\pi}}{2} vem{\beta} = \frac{{\pi}}{2}-{\alpha} , e portanto\operatorname{sen}{\beta} = \operatorname{sen}\left(\frac{{\pi}}{2}-{\alpha}\right) = \cos{\alpha}. - O segundo. De
{\alpha}+{\theta} = 2{\pi} vem{\theta} = 2{\pi}-{\alpha} , e uma volta completa não muda nada:\operatorname{sen}{\theta} = \operatorname{sen}\left(-{\alpha}\right) = -\operatorname{sen}{\alpha}. - Somar.
\operatorname{sen}{\alpha}+\cos{\alpha}-\operatorname{sen}{\alpha} = \cos{\alpha}. A opção correta é a (D).O intervalo dado para{\alpha} não é usado no cálculo: serve só para garantir que os três ângulos são os da figura mental do enunciado. Nem todo o dado de um item entra na conta.
Em a), o triângulo é isósceles:
- a) As medidas. Como
\overline{OP} = 5 ,\overline{PR} = 5\operatorname{sen}{\alpha}, \qquad \overline{OR} = 5\cos{\alpha}. - A base. O triângulo
[OPQ] é isósceles (\overline{PO} = \overline{PQ} ), logo a altura[PR] é também mediana e\overline{OQ} = 2\overline{OR} = 10\cos{\alpha} . - A área.
A_{[OPQ]} = \frac{10\cos{\alpha} \times 5\operatorname{sen}{\alpha}}{2} = 25\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha} = f({\alpha}). \quad \square - b) A equação. Como
\cos{\alpha} \neq 0 no intervalo dado, pode dividir-se por25\cos{\alpha} :25\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha} = 25\cos^{2}{\alpha} \iff \operatorname{sen}{\alpha} = \cos{\alpha} \iff \operatorname{tg}{\alpha} = 1. No intervalo\left]0,\,\frac{{\pi}}{2}\right[ , a única solução é{\alpha} = \frac{{\pi}}{4} . - c) O produto. De
25\operatorname{sen}{\theta}\cos{\theta} = 5 vem\operatorname{sen}{\theta}\cos{\theta} = \frac{1}{5} . - Desenvolver o quadrado.
\left(\operatorname{sen}{\theta}+\cos{\theta}\right)^{2} = \operatorname{sen}^{2}{\theta}+\cos^{2}{\theta}+2\operatorname{sen}{\theta}\cos{\theta} = 1+\frac{2}{5} = \frac{7}{5}. Em b), dividir por\cos{\alpha} só é legítimo porque o intervalo garante que ele não se anula. Fora dele haveria de fatorizar — e apareceriam as soluções com\cos{\alpha} = 0 .
Reduz o dado:
- O dado, reduzido.
\cos\left(\frac{3{\pi}}{2}-{\alpha}\right) = -\operatorname{sen}{\alpha} = -\frac{4}{5} \iff \operatorname{sen}{\alpha} = \frac{4}{5}. - O cosseno.
\cos^{2}{\alpha} = 1-\frac{16}{25} = \frac{9}{25} \iff \cos{\alpha} = \pm\frac{3}{5}. Como{\alpha} é do 1.º quadrante,\cos{\alpha} = \frac{3}{5} . - A tangente.
\operatorname{tg}{\alpha} = \frac{4/5}{3/5} = \frac{4}{3}. - O valor pedido.
3-\frac{1}{4/3} = 3-\frac{3}{4} = \frac{12-3}{4} = \frac{9}{4}. O\frac{3}{4} é o inverso da tangente — a cotangente, que o programa não nomeia. Deixar a fração escrita é resposta completa.
A tangente é perpendicular ao raio no ponto de tangência, logo
- Um triângulo retângulo. Como
PQ é tangente emQ , o raio[OQ] é perpendicular a[PQ] : o triângulo[OQP] é retângulo emQ . - Os dois lados. A hipotenusa é
\overline{OP} = \overline{OA}+\overline{AP} = 1+d , e o cateto oposto ao ângulox é o raio\overline{OQ} = 1 :\operatorname{sen}x = \frac{\overline{OQ}}{\overline{OP}} = \frac{1}{1+d}. - Resolver em ordem a
d .1+d = \frac{1}{\operatorname{sen}x} \iff d = \frac{1}{\operatorname{sen}x}-1 = \frac{1-\operatorname{sen}x}{\operatorname{sen}x}. \quad \square - Confirmar. Para
x perto de\frac{{\pi}}{2} ,\operatorname{sen}x fica perto de1 ed fica perto de0 : o pontoP aproxima-se deA , e a tangente aproxima-se da perpendicular ao raio emA . Bate certo.Verificar um caso-limite depois de obter a expressão custa dez segundos e apanha a maior parte dos erros de sinal.
O contorno tem seis lados: dois raios, dois segmentos horizontais e dois verticais. Por simetria, os lados iguais aparecem aos pares.
- Os comprimentos. Como
\overline{OA} = 1 ,\overline{OE} = \operatorname{sen}{\theta}, \qquad \overline{EA} = \cos{\theta}. - O contorno.
P = \overline{AO}+\overline{OB}+\overline{BD}+\overline{DO}+\overline{OE}+\overline{EA}. - Simetria. Como
B é o simétrico deA em relação à origem,\overline{AO} = \overline{OB} = 1 ,\overline{BD} = \overline{EA} e\overline{DO} = \overline{OE} . LogoP = 2 \times 1+2\cos{\theta}+2\operatorname{sen}{\theta} = 2\left(1+\cos{\theta}+\operatorname{sen}{\theta}\right). A opção correta é a (C).É um perímetro, não uma área — e o contorno inclui os dois raios. Esquecê-los leva à opção (A).
Toma
- Onde está
B . O ânguloAOB mede\frac{2{\pi}}{3} a partir de[OA] , que aponta para{\pi} . Descendo,B corresponde a{\pi}-\frac{2{\pi}}{3} = \frac{{\pi}}{3} \quad\text{abaixo do eixo, isto é } -\frac{{\pi}}{3}. - As coordenadas.
B = \left(\cos\left(-\frac{{\pi}}{3}\right),\,\operatorname{sen}\left(-\frac{{\pi}}{3}\right)\right) = \left(\frac{1}{2},\,-\frac{\sqrt{3}}{2}\right). - A área. Com
[OA] por base, sobre o eixoOx , a altura é\left|y_{B}\right| :A_{[OAB]} = \frac{\overline{OA} \times \left|y_{B}\right|}{2} = \frac{1 \times \frac{\sqrt{3}}{2}}{2} = \frac{\sqrt{3}}{4}. A opção correta é a (A).A amplitude do ânguloAOB conta-se a partir de[OA] , não do semieixo positivo. É esse o passo que decide o item — e o que separa-\frac{{\pi}}{3} de\frac{2{\pi}}{3} .
Procura-se um ângulo cujo seno seja o simétrico do de
- O que se procura. Um ângulo
u tal que\operatorname{sen}u = -\operatorname{sen}{\theta} . - Testar as quatro.
\operatorname{sen}\left({\pi}-{\theta}\right) = \operatorname{sen}{\theta}, \qquad \operatorname{sen}\left({\pi}+{\theta}\right) = -\operatorname{sen}{\theta}, \operatorname{sen}\left(\frac{{\pi}}{2}-{\theta}\right) = \cos{\theta}, \qquad \operatorname{sen}\left(\frac{{\pi}}{2}+{\theta}\right) = \cos{\theta}. - Concluir. Só
{\pi}+{\theta} troca o sinal do seno:\operatorname{sen}\left({\pi}+{\theta}\right) = -\left(-\frac{1}{3}\right) = \frac{1}{3}. A opção correta é a (B).As opções (C) e (D) dão\cos{\theta} , que não se conhece — e é essa a armadilha: parecem naturais, mas trocam a razão em vez de trocar o sinal.
A altura tirada de
- A altura, vista da esquerda. No triângulo retângulo de hipotenusa
[AB] :\operatorname{sen}{\alpha} = \frac{h}{2} \iff h = 2\operatorname{sen}{\alpha}. - A altura, vista da direita. No triângulo retângulo de hipotenusa
[BC] :\operatorname{sen}30^{\circ} = \frac{h}{\overline{BC}} \iff \frac{1}{2} = \frac{h}{\overline{BC}} \iff \overline{BC} = 2h. - Juntar.
\overline{BC} = 2 \times 2\operatorname{sen}{\alpha} = 4\operatorname{sen}{\alpha}. A opção correta é a (A).É o método da secção R2 inteiro: partir o triângulo pela altura e escrever essa altura duas vezes. Não é preciso lei dos senos nenhuma.
Em a), escreve
- a) A distância. Com
P = \left(\cos{\alpha},\,\operatorname{sen}{\alpha}\right) eB = (3,\,0) :d = \sqrt{\left(\cos{\alpha}-3\right)^{2}+\operatorname{sen}^{2}{\alpha}} = \sqrt{\cos^{2}{\alpha}-6\cos{\alpha}+9+\operatorname{sen}^{2}{\alpha}}. - A fórmula fundamental. Como
\operatorname{sen}^{2}{\alpha}+\cos^{2}{\alpha} = 1 :d = \sqrt{10-6\cos{\alpha}} \implies d^{2} = 10-6\cos{\alpha}. \quad \square - b) A equação.
10-6\cos{\alpha} = 7 \iff \cos{\alpha} = \frac{1}{2}. No círculo, a abcissa vale\frac{1}{2} em dois pontos, associados a\frac{{\pi}}{3} e a-\frac{{\pi}}{3} . Em\left[0,\,2{\pi}\right[ :{\alpha} = \frac{{\pi}}{3} \;\lor\; {\alpha} = \frac{5{\pi}}{3}. - c) Do
\operatorname{tg}{\alpha} para o cosseno. Dividindo a fórmula fundamental por\cos^{2}{\alpha} :\operatorname{tg}^{2}{\alpha}+1 = \frac{1}{\cos^{2}{\alpha}} \iff 35+1 = \frac{1}{\cos^{2}{\alpha}} \iff \cos^{2}{\alpha} = \frac{1}{36}. - Escolher o sinal. Como
{\alpha} \in \left[0,\,{\pi}\right] e\operatorname{tg}{\alpha} < 0 , o ângulo é do 2.º quadrante e\cos{\alpha} = -\frac{1}{6} . - A distância.
d^{2} = 10-6\left(-\frac{1}{6}\right) = 11 \implies d = \sqrt{11}, porqued > 0 .A alínea a) é a fórmula da distância mais a fórmula fundamental, e mais nada. É o item que mostra que a trigonometria e a geometria analítica são a mesma coisa vista de dois lados.
O raio do arco é
- A altura. No triângulo
[BQP] , retângulo emQ , a hipotenusa é o raio\overline{BP} = 2 :\operatorname{sen}x = \frac{\overline{PQ}}{2} \iff \overline{PQ} = 2\operatorname{sen}x. - Um pedaço da base.
\cos x = \frac{\overline{BQ}}{2} \iff \overline{BQ} = 2\cos x. - A base inteira. Como
B é o ponto médio de[AC] ,\overline{AB} = 2 , e\overline{AQ} = \overline{AB}+\overline{BQ} = 2+2\cos x. - A área.
A_{[APQ]} = \frac{\overline{AQ} \times \overline{PQ}}{2} = \frac{\left(2+2\cos x\right)2\operatorname{sen}x}{2} = 2\operatorname{sen}x\left(1+\cos x\right). \quad \square O pontoP move-se, mas\overline{BP} é sempre o raio do arco. É por isso que\overline{PQ} e\overline{BQ} saem tão simples.
Marca
- O ponto auxiliar. Seja
P \in [AB] com[DP] \perp [AB] . Então\overline{DP} = \overline{BC} = 1 ,\overline{PB} = \overline{DC} = 1 , e o ânguloADP tem amplitude{\alpha}-\frac{{\pi}}{2} . - O lado oblíquo. No triângulo
[ADP] , retângulo emP :\cos\left({\alpha}-\frac{{\pi}}{2}\right) = \frac{\overline{DP}}{\overline{DA}} \iff \overline{DA} = \frac{1}{\operatorname{sen}{\alpha}}, usando\cos\left({\alpha}-\frac{{\pi}}{2}\right) = \cos\left(\frac{{\pi}}{2}-{\alpha}\right) = \operatorname{sen}{\alpha} . - O pedaço da base.
\operatorname{tg}\left({\alpha}-\frac{{\pi}}{2}\right) = \frac{\overline{AP}}{\overline{DP}} = \overline{AP}. Ora\operatorname{tg}\left({\alpha}-\frac{{\pi}}{2}\right) = \frac{\operatorname{sen}\left({\alpha}-\frac{{\pi}}{2}\right)}{\cos\left({\alpha}-\frac{{\pi}}{2}\right)} = \frac{-\cos{\alpha}}{\operatorname{sen}{\alpha}} , logo\overline{AP} = -\frac{\cos{\alpha}}{\operatorname{sen}{\alpha}} , que é positivo porque no 2.º quadrante\cos{\alpha} < 0 . - O perímetro.
P = \overline{PB}+\overline{BC}+\overline{CD}+\overline{DA}+\overline{AP} = 1+1+1+\frac{1}{\operatorname{sen}{\alpha}}-\frac{\cos{\alpha}}{\operatorname{sen}{\alpha}} = 3+\frac{1-\cos{\alpha}}{\operatorname{sen}{\alpha}}. \quad \square Escrever o ângulo auxiliar como{\alpha}-\frac{{\pi}}{2} — e não como\frac{{\pi}}{2}-{\alpha} — é o que mantém as amplitudes positivas e a figura coerente. As duas reduções dão o mesmo, mas só uma se lê na figura.
A região sombreada é o quadrado menos oito triângulos retângulos congruentes. Marca
- Um triângulo de referência. Seja
P o ponto médio de[AB] . Como\overline{AE} = \overline{BE} , o triângulo[AEB] é isósceles e[EP] é a sua altura, com\overline{AP} = 2 . - A altura. No triângulo
[AEP] , retângulo emP :\operatorname{tg}x = \frac{\overline{EP}}{\overline{AP}} = \frac{\overline{EP}}{2} \iff \overline{EP} = 2\operatorname{tg}x. - Oito triângulos iguais. A região branca é feita de oito triângulos congruentes a
[AEP] :8 \times \frac{\overline{AP} \times \overline{EP}}{2} = 8 \times \frac{2 \times 2\operatorname{tg}x}{2} = 16\operatorname{tg}x. - A diferença.
A = \overline{AB}^{2}-16\operatorname{tg}x = 16-16\operatorname{tg}x = 16\left(1-\operatorname{tg}x\right). \quad \square A condiçãox < \frac{{\pi}}{4} garante\operatorname{tg}x < 1 e, portanto, área positiva. Emx = \frac{{\pi}}{4} as oito pontas encontrar-se-iam no centro e a área anular-se-ia.
Marca o arco no círculo, de
- O arco. Vai do 2.º quadrante ao 3.º, dos
150^{\circ} aos240^{\circ} . - O que a ordenada pode valer. Nos extremos,
\operatorname{sen}\frac{5{\pi}}{6} = \frac{1}{2} e\operatorname{sen}\frac{4{\pi}}{3} = -\frac{\sqrt{3}}{2} ; pelo meio desce continuamente. Logo-\frac{\sqrt{3}}{2} \leq \operatorname{sen}x \leq \frac{1}{2}. - O que a abcissa pode valer. Analogamente,
-1 \leq \cos x \leq -\frac{1}{2} . - Testar as quatro.
-0{,}5 está nos dois intervalos;-0{,}9 está no do cosseno. Mas-\frac{\sqrt{3}}{2} \approx -0{,}87 , e-0{,}9 < -0{,}87 : o seno nunca chega a-0{,}9 neste arco. - A opção correta é a (D).O valor
-\frac{\sqrt{3}}{2} é o mínimo do seno no arco porque\frac{4{\pi}}{3} é o extremo — o mínimo absoluto,-1 , só se atingiria em\frac{3{\pi}}{2} , que está fora.
As bases paralelas são
- a) Os três pontos.
P = \left(\cos{\alpha},\,\operatorname{sen}{\alpha}\right) ;Q tem a ordenada deP e está no arco do 1.º quadrante, logoQ = \left(-\cos{\alpha},\,\operatorname{sen}{\alpha}\right) ; eR = \left(-\cos{\alpha},\,0\right) . - As duas bases. No 2.º quadrante
\cos{\alpha} < 0 , logo-\cos{\alpha} > 0 e\overline{OR} = -\cos{\alpha}, \qquad \overline{PQ} = -\cos{\alpha}-\cos{\alpha} = -2\cos{\alpha}. - A altura. É a ordenada comum:
h = \operatorname{sen}{\alpha} . - A área.
A_{[OPQR]} = \frac{\overline{OR}+\overline{PQ}}{2} \times h = \frac{-\cos{\alpha}-2\cos{\alpha}}{2}\operatorname{sen}{\alpha} = -\frac{3}{2}\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}. \quad \square - b) A tangente. A ordenada do ponto de interseção da reta
OP comx = 1 é\operatorname{tg}{\alpha} = -\frac{7}{24} . - O cosseno. Dividindo a fórmula fundamental por
\cos^{2}{\alpha} :\operatorname{tg}^{2}{\alpha}+1 = \frac{1}{\cos^{2}{\alpha}} \iff \frac{49}{576}+1 = \frac{1}{\cos^{2}{\alpha}} \iff \cos^{2}{\alpha} = \frac{576}{625}. No 2.º quadrante o cosseno é negativo:\cos{\alpha} = -\frac{24}{25} . - O seno. De
\operatorname{tg}{\alpha} = \frac{\operatorname{sen}{\alpha}}{\cos{\alpha}} :\operatorname{sen}{\alpha} = \operatorname{tg}{\alpha} \times \cos{\alpha} = \left(-\frac{7}{24}\right)\left(-\frac{24}{25}\right) = \frac{7}{25}. - A área.
A = -\frac{3}{2} \times \frac{7}{25} \times \left(-\frac{24}{25}\right) = \frac{3 \times 7 \times 24}{2 \times 625} = \frac{504}{1250} = \frac{252}{625}. O\frac{7}{24} do enunciado não é ao acaso:7 ,24 e25 formam um terno pitagórico, e é por isso que o seno e o cosseno saem racionais.
Seja
- Um ponto auxiliar. Seja
P = (-3,\,0) . O ânguloAOP tem amplitude{\pi}-{\alpha} , e\overline{OP} = 3 . - A hipotenusa. No triângulo
[OPA] , retângulo emP :\cos\left({\pi}-{\alpha}\right) = \frac{3}{\overline{OA}} \iff \overline{OA} = \frac{3}{\cos\left({\pi}-{\alpha}\right)} = \frac{3}{-\cos{\alpha}} = -\frac{3}{\cos{\alpha}}. - O cateto.
\operatorname{tg}\left({\pi}-{\alpha}\right) = \frac{\overline{AP}}{3} \iff \overline{AP} = 3\operatorname{tg}\left({\pi}-{\alpha}\right) = -3\operatorname{tg}{\alpha}. - O perímetro. Como
B é o simétrico deA , tem-se\overline{AB} = 2\overline{AP} e\overline{OB} = \overline{OA} :P_{[OAB]} = \overline{AB}+\overline{OA}+\overline{OB} = 2\left(-3\operatorname{tg}{\alpha}\right)+2\left(-\frac{3}{\cos{\alpha}}\right) = -6\operatorname{tg}{\alpha}-\frac{6}{\cos{\alpha}}. \quad \square - Confirmar o sinal. No 2.º quadrante
\operatorname{tg}{\alpha} < 0 e\cos{\alpha} < 0 , logo as duas parcelas são positivas.É o mesmo movimento do item do quadrilátero de 2024: os sinais de menos da expressão final são o que torna positivos comprimentos escritos com um cosseno negativo.
Toma
- A altura. No triângulo
[ADC] , retângulo emD , a hipotenusa é\overline{CA} = 1 e[DA] é o cateto oposto ax :\operatorname{sen}x = \frac{\overline{DA}}{1} \iff \overline{DA} = \operatorname{sen}x. - Um pedaço da base. O cateto adjacente é
[DC] :\cos x = \frac{\overline{DC}}{1} \iff \overline{DC} = \cos x. - A base inteira. Como
\overline{ED} = 6 eD está entreE eC :\overline{EC} = \overline{ED}+\overline{DC} = 6+\cos x. - A área.
A_{[ACE]} = \frac{\overline{EC} \times \overline{DA}}{2} = \frac{\left(6+\cos x\right)\operatorname{sen}x}{2}. \quad \square O pontoA move-se, mas\overline{CA} = 1 não muda: é sempre o raio. É esse comprimento fixo que faz o seno e o cosseno aparecerem sem denominador.
O intervalo é o 3.º quadrante: seno e cosseno negativos, tangente positiva. Depois é ler o sinal de cada expressão.
- Os sinais no 3.º quadrante.
\operatorname{sen}x < 0 ,\cos x < 0 e, sendo o quociente de dois negativos,\operatorname{tg}x > 0 . - (A) Soma de dois negativos: negativa.
- (B) Negativo a dividir por positivo: negativo.
- (C) Positivo menos negativo — ou, o que é o mesmo,
\operatorname{tg}x+\left|\operatorname{sen}x\right| , soma de dois positivos: positivo. - (D) Negativo vezes positivo: negativo.
- A opção correta é a (C).Ler uma diferença como soma —
a-b = a+|b| quandob < 0 — é o passo que resolve o item. Sem ele, «positivo menos negativo» parece ambíguo e não é.
Em cada volta completa, o seno toma um valor estritamente entre
- Quantas soluções por volta. Como
-1 < 0{,}3 < 1 , a reta horizontal de ordenada0{,}3 corta a circunferência em dois pontos. Em\left[0,\,2{\pi}\right[ há portanto2 soluções. - Quantas voltas. O intervalo
\left[-20{\pi},\,20{\pi}\right[ tem amplitude40{\pi} , isto é\frac{40{\pi}}{2{\pi}} = 20 voltas completas. - Contar.
20 \times 2 = 40 \ \text{soluções}. A opção correta é a (B).O intervalo é fechado à esquerda e aberto à direita —\left[-20{\pi},\,20{\pi}\right[ — e contém exatamente20 períodos, sem repetir nenhuma extremidade. Se fosse fechado dos dois lados a contagem seria a mesma, porque\operatorname{sen}(20{\pi}) = 0 \neq 0{,}3 .
Os ângulos
- a) Os dois comprimentos. Como
[OA] e[OQ] são raios,\overline{OA} = \overline{OD} = 1 . SendoR a projeção deQ sobre[AD] ,\operatorname{sen}x = \frac{\overline{QR}}{1} \iff \overline{QR} = \operatorname{sen}x, \qquad \operatorname{tg}x = \frac{\overline{AP}}{1} \iff \overline{AP} = \operatorname{tg}x. A segunda usa queDOQ eAOP são verticalmente opostos e por isso têm a mesma amplitude. - Compor a área. O polígono é o retângulo, mais o triângulo
[ODQ] , menos o triângulo[OAP] :A = \overline{DC} \times \overline{BC}+\frac{\overline{OD} \times \overline{QR}}{2}-\frac{\overline{AP} \times \overline{OA}}{2} = 2+\frac{\operatorname{sen}x}{2}-\frac{\operatorname{tg}x}{2}. \quad \square - b) O dado, reduzido.
\cos\left(\frac{3{\pi}}{2}-x\right) = -\operatorname{sen}x , logo-\operatorname{sen}x = -\frac{3}{5} \iff \operatorname{sen}x = \frac{3}{5}. - O cosseno e a tangente. Da fórmula fundamental,
\cos^{2}x = 1-\frac{9}{25} = \frac{16}{25} . Comox \in \left]0,\,\frac{{\pi}}{4}\right] , o cosseno é positivo:\cos x = \frac{4}{5} e\operatorname{tg}x = \frac{3/5}{4/5} = \frac{3}{4}. - Substituir.
A = 2-\frac{3/4}{2}+\frac{3/5}{2} = 2-\frac{3}{8}+\frac{3}{10} = \frac{80-15+12}{40} = \frac{77}{40}. Reduzir tudo ao mesmo denominador40 no fim evita andar com decimais numa resposta que o enunciado quer em fração irredutível.
O triângulo é retângulo em
- Os dois catetos. Como
B = \left(\cos{\alpha},\,\operatorname{sen}{\alpha}\right) eC = \left(\cos{\alpha},\,0\right) :\overline{BC} = \operatorname{sen}{\alpha}, \qquad \overline{OC} = \left|\cos{\alpha}\right|. - O sinal. No 2.º quadrante
\cos{\alpha} < 0 , logo\left|\cos{\alpha}\right| = -\cos{\alpha} e\overline{DC} = \overline{OD}-\overline{OC} = 3-\left(-\cos{\alpha}\right) = 3+\cos{\alpha}. - A área.
A_{[BCD]} = \frac{\overline{DC} \times \overline{BC}}{2} = \frac{\left(3+\cos{\alpha}\right)\operatorname{sen}{\alpha}}{2}. A opção correta é a (C).Repara em\overline{DC} = 3+\cos{\alpha} , com mais:C está entreD eO , e o cosseno negativo encurta a distância. Um sinal trocado aqui leva à opção (D).
Em a),
- a) O triângulo
[PQR] é retângulo emQ , porque[PR] é um diâmetro eQ está na circunferência. A hipotenusa é\overline{PR} = 2 \times 2 = 4 , e\overline{QR} = 4\operatorname{sen}{\alpha}, \qquad \overline{PQ} = 4\cos{\alpha}. - A área de metade. Os catetos são perpendiculares:
A_{[PQR]} = \frac{4\operatorname{sen}{\alpha} \times 4\cos{\alpha}}{2} = 8\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}. - O quadrilátero. Como
\overline{PQ} = \overline{PS} , os triângulos[PQR] e[PSR] são congruentes:A_{[PQRS]} = 2 \times 8\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha} = 16\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}. \quad \square - b) Do
\operatorname{tg}{\theta} para o cosseno. Dividindo\operatorname{sen}^{2}{\theta}+\cos^{2}{\theta} = 1 por\cos^{2}{\theta} :\operatorname{tg}^{2}{\theta}+1 = \frac{1}{\cos^{2}{\theta}} \iff 8+1 = \frac{1}{\cos^{2}{\theta}} \iff \cos^{2}{\theta} = \frac{1}{9}. No 1.º quadrante o cosseno é positivo:\cos{\theta} = \frac{1}{3} . - O seno.
\operatorname{sen}^{2}{\theta} = 1-\frac{1}{9} = \frac{8}{9} \implies \operatorname{sen}{\theta} = \frac{2\sqrt{2}}{3}. - A área.
16 \times \frac{2\sqrt{2}}{3} \times \frac{1}{3} = \frac{32\sqrt{2}}{9}. A identidade\operatorname{tg}^{2}+1 = \frac{1}{\cos^{2}} não é para decorar: sai da fórmula fundamental numa divisão — é a consequência dada na secção R3.
A região é o triângulo
- O triângulo. A tangente é perpendicular ao raio, logo
[OBC] é retângulo emB , com\overline{OB} = 1 adjacente a{\alpha} :\operatorname{tg}{\alpha} = \frac{\overline{BC}}{\overline{OB}} = \overline{BC}, e portantoA_{[OBC]} = \frac{\overline{OB} \times \overline{BC}}{2} = \frac{\operatorname{tg}{\alpha}}{2}. - O setor. De raio
1 e amplitude{\alpha} em radianos:A_{\text{setor}} = \frac{1}{2}r^{2}{\alpha} = \frac{{\alpha}}{2}. - A diferença.
A = \frac{\operatorname{tg}{\alpha}}{2}-\frac{{\alpha}}{2} = \frac{\operatorname{tg}{\alpha}-{\alpha}}{2}. A opção correta é a (B).Que a resposta seja positiva é o próprio enquadramento\operatorname{sen}{\alpha} < {\alpha} < \operatorname{tg}{\alpha} — a desigualdade que, no 12.º ano, dá o limite notável\frac{\operatorname{sen}x}{x} = 1 .
O quadrilátero é a diferença de dois triângulos retângulos com o mesmo vértice em
- O que se lê no círculo. Com
A na circunferência eD na retax = 1 :\overline{OB} = \cos{\alpha}, \quad \overline{AB} = \operatorname{sen}{\alpha}, \quad \overline{OC} = 1, \quad \overline{CD} = \operatorname{tg}{\alpha}. - A diferença de dois triângulos. O quadrilátero
[ABCD] é o que sobra ao triângulo[OCD] depois de lhe tirar[OBA] :A_{[ABCD]} = \frac{\overline{OC} \times \overline{CD}}{2}-\frac{\overline{OB} \times \overline{AB}}{2}. - Substituir.
A_{[ABCD]} = \frac{1 \times \operatorname{tg}{\alpha}}{2}-\frac{\cos{\alpha} \times \operatorname{sen}{\alpha}}{2} = \frac{\operatorname{tg}{\alpha}-\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}}{2}. A opção correta é a (B).Os dois triângulos são semelhantes — têm o ângulo{\alpha} comum e ângulos retos — e por isso a diferença das áreas é a maneira mais curta de chegar ao quadrilátero. Tentar calculá-lo por decomposição em trapézio dá o mesmo, com o dobro do trabalho.
As bases paralelas são
- As medidas. A base menor é
\overline{OP} = 1 . ComoR = \left(\cos{\alpha},\,\operatorname{sen}{\alpha}\right) está no 4.º quadrante,\cos{\alpha} > 0 e\operatorname{sen}{\alpha} < 0 , e a altura é\overline{PQ} = \cos{\alpha}. - A base maior. O lado
[QR] vai dey = 1 atéy = \operatorname{sen}{\alpha} < 0 :\overline{QR} = 1+\left|\operatorname{sen}{\alpha}\right| = 1-\operatorname{sen}{\alpha}. - A área.
A_{[OPQR]} = \frac{\overline{OP}+\overline{QR}}{2} \times \overline{PQ} = \frac{1+1-\operatorname{sen}{\alpha}}{2}\cos{\alpha} = \frac{2-\operatorname{sen}{\alpha}}{2}\cos{\alpha}. - Distribuir.
= \cos{\alpha}-\frac{\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}}{2}. A opção correta é a (D).Se se escrevesse\overline{QR} = 1+\operatorname{sen}{\alpha} , esquecendo que o seno é negativo, saía a opção (C). O quadrante do enunciado está lá para isto.
Escreve as coordenadas de
- Os três vértices. Como a circunferência tem raio
1 ,P = \left(\cos{\alpha},\,\operatorname{sen}{\alpha}\right), \qquad Q = \left(-\cos{\alpha},\,-\operatorname{sen}{\alpha}\right), eR está em[OD] — o semieixo negativoOy — à altura deQ , logoR = \left(0,\,-\operatorname{sen}{\alpha}\right) . - A base.
[QR] é horizontal e vai dex = -\cos{\alpha} ax = 0 :\overline{QR} = \cos{\alpha}. - A altura. É a distância vertical de
P à reta que contém[QR] , de ordenada-\operatorname{sen}{\alpha} :h = \operatorname{sen}{\alpha}-\left(-\operatorname{sen}{\alpha}\right) = 2\operatorname{sen}{\alpha}. - A área.
A_{[PQR]} = \frac{\cos{\alpha} \times 2\operatorname{sen}{\alpha}}{2} = \operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}. A opção correta é a (D).O2 da altura cancela o2 do denominador — e é por isso que a resposta não tem denominador. Quem esquecer queP eQ estão de lados opostos do eixo escolhe a opção (B).
Falta o terceiro ângulo, que sai da soma dos ângulos internos. Depois, a lei dos senos relaciona cada lado com o seno do ângulo oposto.
- O terceiro ângulo. A soma dos ângulos internos é
180^{\circ} :A\hat{C}B = 180^{\circ}-81^{\circ}-57^{\circ} = 42^{\circ}. - A lei dos senos. Cada lado é proporcional ao seno do ângulo que se lhe opõe:
\frac{\overline{AC}}{\operatorname{sen}\left(A\hat{B}C\right)} = \frac{\overline{AB}}{\operatorname{sen}\left(A\hat{C}B\right)} \iff \frac{5}{\operatorname{sen}81^{\circ}} = \frac{\overline{AB}}{\operatorname{sen}42^{\circ}}. - Resolver. Com a calculadora em graus,
\overline{AB} = \frac{5\operatorname{sen}42^{\circ}}{\operatorname{sen}81^{\circ}} \approx 3{,}39. A opção correta é a (C).A lei dos senos está nos «possíveis aprofundamentos» das Aprendizagens Essenciais, não no essencial. Sem ela, este triângulo resolve-se traçando a altura deC sobre[AB] e escrevendo-a duas vezes — o método da secção R2.
Isola o cosseno. O valor que aparece lê-se no círculo: é o cosseno de um dos ângulos da tabela, com o sinal do 2.º ou do 3.º quadrante.
- Isolar.
2\cos x+1 = 0 \iff \cos x = -\frac{1}{2}. - Ler no círculo. A abcissa vale
-\frac{1}{2} em dois pontos, simétricos em relação ao eixoOx , associados a\frac{2{\pi}}{3} e a-\frac{2{\pi}}{3} . - Escolher o do intervalo. De
\left[-{\pi},\,0\right] só servex = -\frac{2{\pi}}{3} . - A opção correta é a (B).Vale a pena confirmar:
-\frac{5{\pi}}{6} também está no intervalo, mas o seu cosseno é-\frac{\sqrt{3}}{2} , não-\frac{1}{2} . É a distração habitual entre\frac{{\pi}}{6} e\frac{{\pi}}{3} como ângulo de referência.
Na reta
- O que cada coordenada é. Seja
{\alpha} o ângulo entre\dot{O}A e o semieixo positivoOx . ComoA está na retax = 1 , a sua ordenada é\operatorname{tg}{\alpha} = a . E comoB está na circunferência trigonométrica,x_{B} = \cos{\alpha} . - Uma relação entre os dois. Da fórmula fundamental, dividindo tudo por
\cos^{2}{\alpha} — que não é nulo, porque{\alpha} é agudo:\frac{\operatorname{sen}^{2}{\alpha}}{\cos^{2}{\alpha}}+1 = \frac{1}{\cos^{2}{\alpha}} \iff \operatorname{tg}^{2}{\alpha}+1 = \frac{1}{\cos^{2}{\alpha}}. - Substituir. Com
\operatorname{tg}{\alpha} = a e\cos{\alpha} = x_{B} :a^{2}+1 = \frac{1}{x_{B}^{2}} \iff x_{B}^{2} = \frac{1}{a^{2}+1}. - Escolher o sinal. Como
a > 1 , o pontoA está no 1.º quadrante ex_{B} > 0 :x_{B} = \frac{1}{\sqrt{a^{2}+1}}. A opção correta é a (A).A identidade do segundo passo não é para decorar — deduz-se da fórmula fundamental numa linha, dividindo por\cos^{2}{\alpha} . É a consequência da fórmula fundamental que está na secção R3.
As coordenadas de
- Os três vértices. Como o raio é
3 ,A = \left(3\cos{\alpha},\,3\operatorname{sen}{\alpha}\right) ; como[AB] é um diâmetro,B = \left(-3\cos{\alpha},\,-3\operatorname{sen}{\alpha}\right) ; e comoBC é vertical comC emOx ,C = \left(-3\cos{\alpha},\,0\right) . - Os sinais. No 2.º quadrante,
\operatorname{sen}{\alpha} > 0 e\cos{\alpha} < 0 . Logo\overline{BC} = \left|-3\operatorname{sen}{\alpha}\right| = 3\operatorname{sen}{\alpha}, \qquad \overline{OC} = \left|-3\cos{\alpha}\right| = -3\cos{\alpha}. - A altura. A abcissa de
A é simétrica da deC , pelo que a distância horizontal deA à retaBC é2\overline{OC} = -6\cos{\alpha} . - A área.
A_{[ABC]} = \frac{\overline{BC} \times 2\overline{OC}}{2} = 3\operatorname{sen}{\alpha} \times \left(-3\cos{\alpha}\right) = -9\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}. \quad \square Os módulos não são zelo excessivo:\cos{\alpha} é negativo, e um comprimento não pode ser. É deles que vem o sinal de menos da expressão final.
Reduz primeiro o dado:
- O dado, reduzido. Como
\operatorname{sen}\left({\alpha}-\frac{{\pi}}{2}\right) = -\operatorname{sen}\left(\frac{{\pi}}{2}-{\alpha}\right) = -\cos{\alpha} :-\cos{\alpha} = -\frac{1}{5} \iff \cos{\alpha} = \frac{1}{5}. - O seno, pela fórmula fundamental.
\operatorname{sen}^{2}{\alpha} = 1-\frac{1}{25} = \frac{24}{25} \iff \operatorname{sen}{\alpha} = \pm\frac{\sqrt{24}}{5}. Como{\alpha} \in \left]0,\,\frac{{\pi}}{2}\right[ , o seno é positivo:\operatorname{sen}{\alpha} = \frac{2\sqrt{6}}{5} . - A tangente.
\operatorname{tg}{\alpha} = \frac{2\sqrt{6}/5}{1/5} = 2\sqrt{6}, \qquad \operatorname{tg}\left({\pi}-{\alpha}\right) = -\operatorname{tg}{\alpha} = -2\sqrt{6}. - A segunda parcela. Somando duas voltas,
4{\pi} , ao argumento:\cos\left(-\frac{7{\pi}}{2}+{\alpha}\right) = \cos\left({\alpha}+\frac{{\pi}}{2}\right) = -\operatorname{sen}{\alpha} = -\frac{2\sqrt{6}}{5}. - Juntar.
-2\sqrt{6}+2\left(-\frac{2\sqrt{6}}{5}\right) = -2\sqrt{6}-\frac{4\sqrt{6}}{5} = \frac{-10\sqrt{6}-4\sqrt{6}}{5} = \frac{-14\sqrt{6}}{5}. O enunciado pede a forma\frac{a\sqrt{b}}{c} : convém simplificar\sqrt{24} = 2\sqrt{6} logo no princípio, ou a conta arrasta radicais que não estão na forma pedida.
Chama
- As coordenadas de
P . Seja{\alpha} a amplitude, em radianos, do ânguloAOP . ComoP está na circunferência de raior :P = \left(r\cos{\alpha},\,r\operatorname{sen}{\alpha}\right). - Os dois comprimentos. Tem-se
\overline{OA} = \overline{OB} = r ,\overline{OT} = x_{P} = r\cos{\alpha} e\overline{OS} = y_{P} = r\operatorname{sen}{\alpha} , logo\overline{BS}+\overline{TA} = \left(\overline{OB}-\overline{OS}\right)+\left(\overline{OA}-\overline{OT}\right) = r-r\operatorname{sen}{\alpha}+r-r\cos{\alpha}. - Pôr
r em evidência.\overline{BS}+\overline{TA} = r\left(2-\operatorname{sen}{\alpha}-\cos{\alpha}\right). - Trocar
{\alpha} pord er . O comprimento de arco éd = r{\alpha} , com{\alpha} em radianos, logo{\alpha} = \frac{d}{r} :\overline{BS}+\overline{TA} = r\left(2-\operatorname{sen}\frac{d}{r}-\cos\frac{d}{r}\right). \quad \square É este o item que mostra para que serve o radiano: a relaçãod = r{\alpha} só é assim tão simples porque a amplitude vai em radianos.
Com
- A tangente de
{\alpha} . Da fórmula fundamental, com\cos{\alpha} = \frac{1}{2} :\operatorname{sen}^{2}{\alpha} = 1-\frac{1}{4} = \frac{3}{4}. Como{\alpha} \in \left]0,\,\frac{{\pi}}{2}\right[ , o seno é positivo:\operatorname{sen}{\alpha} = \frac{\sqrt{3}}{2} . Então\operatorname{tg}{\alpha} = \frac{\sqrt{3}/2}{1/2} = \sqrt{3}. - A equação de
s . A semirreta\dot{O}B , lado extremidade do ângulo{\alpha} , está contida ems . A tangente de{\alpha} lê-se na retax = 1 , no ponto onde a retas a corta: esse ponto é\left(1,\,\operatorname{tg}{\alpha}\right) = \left(1,\,\sqrt{3}\right) . A retas passa na origem e neste ponto, logo o seu declive é\frac{\sqrt{3}-0}{1-0} = \sqrt{3} :s\colon\ y = \sqrt{3}x. Numa reta que passa na origem, a ordenada do ponto de abcissa1 é o declive. Esse ponto está na retax = 1 , que é onde o círculo trigonométrico mostra a tangente. - O ponto
B . Resolvendo o sistema:\sqrt{3}x = \frac{\sqrt{3}}{2}x+1 \iff \frac{\sqrt{3}}{2}x = 1 \iff x = \frac{2}{\sqrt{3}} = \frac{2\sqrt{3}}{3}, ey_{B} = \sqrt{3} \times \frac{2\sqrt{3}}{3} = 2 . - O ponto
A . Fazendoy = 0 emr :\frac{\sqrt{3}}{2}x+1 = 0 \iff x = -\frac{2}{\sqrt{3}} = -\frac{2\sqrt{3}}{3}. - A área. Com
[AO] por base, sobre o eixoOx , a altura éy_{B} :A_{[AOB]} = \frac{\left|x_{A}\right| \times y_{B}}{2} = \frac{\frac{2\sqrt{3}}{3} \times 2}{2} = \frac{2\sqrt{3}}{3}.
Um triângulo inscrito numa semicircunferência, com o diâmetro por lado, é retângulo no terceiro vértice. A região sombreada é o semicírculo menos o triângulo.
- O triângulo é retângulo em
B , porque está inscrito numa semicircunferência e tem o diâmetro por lado. A hipotenusa é\overline{AC} = 4 . - Os catetos. Visto de
A , o cateto oposto a{\alpha} é[BC] e o adjacente é[AB] :\operatorname{sen}{\alpha} = \frac{\overline{BC}}{4} \iff \overline{BC} = 4\operatorname{sen}{\alpha}, \qquad \cos{\alpha} = \frac{\overline{AB}}{4} \iff \overline{AB} = 4\cos{\alpha}. - O semicírculo. O raio é metade do diâmetro,
r = 2 :A_{\text{semi}} = \frac{{\pi}r^{2}}{2} = \frac{4{\pi}}{2} = 2{\pi}. - A diferença.
A = 2{\pi}-\frac{\overline{BC} \times \overline{AB}}{2} = 2{\pi}-\frac{4\operatorname{sen}{\alpha} \times 4\cos{\alpha}}{2} = 2{\pi}-8\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}. \quad \square A propriedade do primeiro passo — «ângulo inscrito num semicírculo é reto» — é o que transforma um problema de circunferência num problema de triângulo retângulo. Vale a pena tê-la à mão.
Uma tangente é perpendicular ao raio no ponto de tangência: os triângulos
- Dois triângulos retângulos. A reta
AB é tangente emT , logo é perpendicular ao raio[OT] . Os triângulos[OTA] e[OTB] são retângulos emT , com hipotenusas[OA] e[OB] . - O lado
\overline{OA} . No triângulo[OTA] ,[OT] é adjacente a{\alpha} :\cos{\alpha} = \frac{\overline{OT}}{\overline{OA}} = \frac{2}{\overline{OA}} \iff \overline{OA} = \frac{2}{\cos{\alpha}}. - O lado
\overline{OB} . ComoT\hat{O}B = \frac{{\pi}}{2}-{\alpha} e\cos\left(\frac{{\pi}}{2}-{\alpha}\right) = \operatorname{sen}{\alpha} :\cos\left(T\hat{O}B\right) = \frac{2}{\overline{OB}} \iff \overline{OB} = \frac{2}{\operatorname{sen}{\alpha}}. - A área. O triângulo
[ABC] tem base\overline{AC} = 2\overline{OA} e altura\overline{OB} :A_{[ABC]} = \frac{2\overline{OA} \times \overline{OB}}{2} = \overline{OA} \times \overline{OB} = \frac{2}{\cos{\alpha}} \times \frac{2}{\operatorname{sen}{\alpha}} = \frac{4}{\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}}. \quad \square O passo que resolve o problema é o primeiro: reconhecer que a tangente é perpendicular ao raio. Sem isso não há triângulo retângulo nenhum e nada se calcula.
Toma
- A base.
B está na retax = 1 , logo\overline{AB} = \operatorname{tg}{\alpha} . - Calcular
\operatorname{tg}{\alpha} . Da fórmula fundamental, com\cos{\alpha} = \frac{1}{3} :\operatorname{sen}^{2}{\alpha} = 1-\frac{1}{9} = \frac{8}{9}. No 1.º quadrante o seno é positivo:\operatorname{sen}{\alpha} = \frac{2\sqrt{2}}{3} . Logo\operatorname{tg}{\alpha} = \frac{2\sqrt{2}/3}{1/3} = 2\sqrt{2}. - A altura. A abcissa de
C é\cos{\alpha} = \frac{1}{3} , e a base está na retax = 1 :h = 1-\cos{\alpha} = 1-\frac{1}{3} = \frac{2}{3}. - A área.
A_{[ABC]} = \frac{2\sqrt{2} \times \frac{2}{3}}{2} = \frac{2\sqrt{2}}{3}. A resolução publicada obtém\operatorname{tg}{\alpha} por\operatorname{tg}^{2}{\alpha}+1 = \frac{1}{\cos^{2}{\alpha}} . Dá o mesmo: essa identidade é consequência imediata da fórmula fundamental — divide-se por\cos^{2}{\alpha} — e está na secção R3, logo a seguir à fórmula fundamental para ângulos generalizados. Aqui a fórmula fundamental chega sozinha.
A região é a soma de duas: o setor, de área
- O setor. Com raio
2 e amplitude{\alpha} em radianos,A_{\text{setor}} = \frac{1}{2}r^{2}{\alpha} = \frac{1}{2} \times 4 \times {\alpha} = 2{\alpha}. - Os três pontos. Como
B está na circunferência de raio2 :B = \left(2\cos{\alpha},\,2\operatorname{sen}{\alpha}\right), \quad C = \left(-2\cos{\alpha},\,2\operatorname{sen}{\alpha}\right), \quad D = \left(-2\cos{\alpha},\,0\right). - Os lados do trapézio.
\overline{BC} = 2\cos{\alpha}+\left|-2\cos{\alpha}\right| = 4\cos{\alpha}, \qquad \overline{OD} = 2\cos{\alpha}, \qquad \overline{CD} = 2\operatorname{sen}{\alpha}. - A área do trapézio.
A_{[OBCD]} = \frac{\overline{BC}+\overline{OD}}{2} \times \overline{CD} = \frac{4\cos{\alpha}+2\cos{\alpha}}{2} \times 2\operatorname{sen}{\alpha} = 6\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}. - Somar.
A = 2{\alpha}+6\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}. \quad \square A parcela2{\alpha} só sai limpa porque a amplitude vem em radianos: em graus a fórmula do setor traria um fator\frac{{\pi}}{180} .
Como
- As coordenadas de
A .A = \left(4\cos{\alpha},\,4\operatorname{sen}{\alpha}\right). - Os comprimentos. Como
AB é vertical,B tem a abcissa deA :\overline{AB} = 4\operatorname{sen}{\alpha}, \qquad \overline{OB} = \left|4\cos{\alpha}\right| = -4\cos{\alpha}, porque{\alpha} é do 2.º quadrante e\cos{\alpha} < 0 . Como[AC] é um diâmetro,C é o simétrico deA eD o simétrico deB , logo\overline{BD} = 2\overline{OB} = -8\cos{\alpha}. - A área. A diagonal
[BD] parte o quadrilátero em dois triângulos congruentes, de base\overline{BD} e altura\overline{AB} :A_{[ABCD]} = 2 \times \frac{\overline{BD} \times \overline{AB}}{2} = \left(-8\cos{\alpha}\right) \times 4\operatorname{sen}{\alpha} = -32\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}. \quad \square - Confirmar o sinal. No 2.º quadrante
\operatorname{sen}{\alpha} > 0 e\cos{\alpha} < 0 , logo-32\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha} > 0 : a área é positiva, como tem de ser.O sinal de menos na expressão final não é um erro — é o que transforma\cos{\alpha} , que é negativo, num comprimento positivo.
Toma
- As coordenadas de
A . O pontoA está na circunferência de raio1 e no lado extremidade do ângulo{\alpha} , logoA = \left(\cos{\alpha},\,\operatorname{sen}{\alpha}\right). - A base. Como
AC é paralela ao eixoOx eC está emOy , tem-seC = \left(0,\,\operatorname{sen}{\alpha}\right) . No 2.º quadrante\cos{\alpha} < 0 , e portanto\overline{AC} = \left|\cos{\alpha}\right| = -\cos{\alpha}. - A altura. O ponto
B está na retax = 1 e na retaOA , logoB = \left(1,\,\operatorname{tg}{\alpha}\right) . A altura relativa a[AC] — que é horizontal, de ordenada\operatorname{sen}{\alpha} — é a diferença de ordenadas. No 2.º quadrante\operatorname{tg}{\alpha} < 0 < \operatorname{sen}{\alpha} , pelo queh = \operatorname{sen}{\alpha}-\operatorname{tg}{\alpha}. - A área.
A_{[ABC]} = \frac{\left(-\cos{\alpha}\right)\left(\operatorname{sen}{\alpha}-\operatorname{tg}{\alpha}\right)}{2}. - Simplificar. Substituindo
\operatorname{tg}{\alpha} = \frac{\operatorname{sen}{\alpha}}{\cos{\alpha}} e distribuindo:A_{[ABC]} = \frac{-\operatorname{sen}{\alpha}\cos{\alpha}+\operatorname{sen}{\alpha}}{2} = \frac{\operatorname{sen}{\alpha}\left(1-\cos{\alpha}\right)}{2}. \quad \square Os dois módulos que a figura obriga a pôr —\overline{AC} = -\cos{\alpha} eh = \operatorname{sen}{\alpha}-\operatorname{tg}{\alpha} — desaparecem os dois na simplificação. É o sinal de que os quadrantes foram bem lidos.
Seja
- Um ponto auxiliar. Seja
P o ponto da circunferência sobre a semirreta\dot{O}B , eQ a projeção ortogonal deP emOy . Então\overline{PQ} = \cos{\alpha}, \qquad \overline{OQ} = \operatorname{sen}{\alpha}. - Semelhança. Os triângulos
[OPQ] e[OBC] têm o ângulo emO comum e ângulos retos emQ e emC :\frac{\overline{CB}}{\overline{PQ}} = \frac{\overline{OC}}{\overline{OQ}} \iff \frac{\overline{CB}}{\cos{\alpha}} = \frac{1}{\operatorname{sen}{\alpha}} \iff \overline{CB} = \frac{\cos{\alpha}}{\operatorname{sen}{\alpha}}. - A altura. Como
[BD] contém um diâmetro,D é o simétrico deP em relação à origem, e a sua ordenada éy_{D} = -\operatorname{sen}{\alpha} . Tomando[CB] como base — que é horizontal, de ordenada1 — a altura é1+\left|-\operatorname{sen}{\alpha}\right| = 1+\operatorname{sen}{\alpha}. - A área.
A_{[BCD]} = \frac{\overline{CB} \times \left(1+\operatorname{sen}{\alpha}\right)}{2} = \frac{\frac{\cos{\alpha}}{\operatorname{sen}{\alpha}}\left(1+\operatorname{sen}{\alpha}\right)}{2} = \frac{\cos{\alpha}\left(1+\operatorname{sen}{\alpha}\right)}{2\operatorname{sen}{\alpha}}. \quad \square O módulo em\left|y_{D}\right| não é decoração: a ordenada deD é negativa, e a altura é uma distância.
Seja
- O que se lê na figura. Seja
P = (1,\,0) . Então\overline{CO} = \overline{DO} = \overline{PO} = 1 , porque são raios ou o segmento atéx = 1 , e\overline{CA} = \overline{CO}+\overline{OA} = 1+\overline{OA} . - O comprimento
\overline{OA} . No triângulo[OPA] , retângulo emP , o cateto[OP] é adjacente a{\alpha} e[OA] é a hipotenusa:\cos{\alpha} = \frac{\overline{OP}}{\overline{OA}} = \frac{1}{\overline{OA}} \iff \overline{OA} = \frac{1}{\cos{\alpha}}. - Dois triângulos semelhantes. Os triângulos
[COD] e[CAB] têm o ângulo emC comum, e[OD] é paralelo a[AB] — ambos verticais. Logo são semelhantes, e os lados correspondentes são proporcionais:\frac{\overline{AB}}{\overline{OD}} = \frac{\overline{CA}}{\overline{CO}} \iff \frac{\overline{AB}}{1} = \frac{1+\overline{OA}}{1}. - Concluir.
\overline{AB} = 1+\overline{OA} = 1+\frac{1}{\cos{\alpha}}. \quad \square A condição{\alpha} \in \left]0,\,\frac{{\pi}}{4}\right[ garante queA fica abaixo deD e que a figura é a que está desenhada; o cálculo em si não a usa.
Chama
- Os dois pontos. Seja
a a abcissa deA , coma \in \left]0,\,\frac{{\pi}}{2}\right[ . A abcissa deB éa+\frac{{\pi}}{2} , e ambos os pontos estão no gráfico def :A\left(a,\ k\cos a\right), \qquad B\left(a+\frac{{\pi}}{2},\ k\cos\left(a+\frac{{\pi}}{2}\right)\right). - A ordenada de
B . Por redução ao primeiro quadrante,\cos\left(a+\frac{{\pi}}{2}\right) = -\operatorname{sen}a , e portanto a ordenada deB é-k\operatorname{sen}a . - As duas distâncias. Como
a \in \left]0,\,\frac{{\pi}}{2}\right[ , tem-se\cos a > 0 e\operatorname{sen}a > 0 ; sendok > 0 , o pontoA está acima do eixoOx e o pontoB abaixo. As abcissas são positivas, logo as distâncias ao semieixo positivoOx são os módulos das ordenadas:d_{A} = k\cos a, \qquad d_{B} = k\operatorname{sen}a. - A primeira condição. A distância de
A excede em1 a deB :k\cos a = k\operatorname{sen}a+1 \iff k\cos a-k\operatorname{sen}a = 1. - A segunda condição. O retângulo tem
[AB] por diagonal e os lados paralelos aos eixos: a base é a diferença das abcissas e a altura a diferença das ordenadas.\text{base} = \left(a+\frac{{\pi}}{2}\right)-a = \frac{{\pi}}{2}, \qquad \text{altura} = k\cos a-\left(-k\operatorname{sen}a\right) = k\cos a+k\operatorname{sen}a. \frac{{\pi}}{2}\left(k\cos a+k\operatorname{sen}a\right) = \frac{7{\pi}}{2} \iff k\cos a+k\operatorname{sen}a = 7. - O sistema. Somando e subtraindo as duas igualdades:
\begin{cases} k\cos a-k\operatorname{sen}a = 1 \\[4pt] k\cos a+k\operatorname{sen}a = 7 \end{cases} \iff \begin{cases} k\cos a = 4 \\[4pt] k\operatorname{sen}a = 3 \end{cases} - A fórmula fundamental. Elevando ao quadrado e somando, o ângulo desaparece:
k^{2}\cos^{2}a+k^{2}\operatorname{sen}^{2}a = 4^{2}+3^{2} \iff k^{2}\left(\cos^{2}a+\operatorname{sen}^{2}a\right) = 25 \iff k^{2} = 25. Comok \in \mathbb{R}^{+} , vemk = 5 .Nunca foi preciso saber quanto valea : as duas condições só o trazem dentro dek\cos a e dek\operatorname{sen}a . Quem quiser confirmar,\cos a = \frac{4}{5} dáa \approx 0{,}64 , mesmo dentro de\left]0,\,\frac{{\pi}}{2}\right[ , e a ordenada deB é-3 , abaixo do eixo, como na figura.
Exercícios globais · Trigonometria do 11.º ano
Três exercícios sobre triângulos, três sobre o círculo e os ângulos generalizados, quatro sobre o radiano e a redução ao primeiro quadrante, e seis sobre funções trigonométricas e fenómenos periódicos. Os filtros ao lado deixam trabalhar um bloco de cada vez.
Num triângulo retângulo, a hipotenusa mede o dobro de um dos catetos.
A amplitude do ângulo oposto a esse cateto é:
- (A)
30^{\circ} - (B)
45^{\circ} - (C)
60^{\circ} - (D)
\text{depende do triângulo}
Uma escada de
a) Escreve, em função de
Considera um triângulo isósceles
a) Mostra que
Sabe-se que
Qual das afirmações é necessariamente verdadeira?
- (A)
\operatorname{sen}{\alpha} \times \cos{\alpha} < 0 - (B)
\operatorname{tg}{\alpha} > 0 - (C)
\operatorname{sen}{\alpha} > \cos{\alpha} - (D)
\cos{\alpha} > 0
Num referencial ortonormado,
Sabe-se que
a) Determina as coordenadas de
Quantos ângulos de amplitude entre
- (A)
2 - (B)
3 - (C)
4 - (D)
6
A expressão
- (A)
\cos x - (B)
3\cos x - (C)
\operatorname{sen}x - (D)
-\cos x
Simplifica, escrevendo o resultado em função de
Conclui daí o valor da expressão para
Numa circunferência de centro
a) Determina a amplitude, em radianos, do ângulo ao centro correspondente. b) Determina a área do setor circular correspondente. c) Verifica se o arco é maior ou menor do que meia circunferência.
O valor de
- (A)
-1 - (B)
0 - (C)
-\dfrac{1}{2} - (D)
\dfrac{\sqrt{3}}{2}
Seja
a) Determina o contradomínio de
Na figura está representada parte do gráfico de uma função periódica
Uma expressão possível para
- (A)
2+3\cos\left(\dfrac{{\pi}}{4}(x-2)\right) - (B)
2-3\cos\left(\dfrac{{\pi}}{4}(x-2)\right) - (C)
2-3\cos\left(\dfrac{{\pi}}{8}(x-2)\right) - (D)
3-2\cos\left(\dfrac{{\pi}}{4}(x-2)\right)
Numa roda gigante, a altura ao solo de uma cadeira, em metros,
a) Determina a altura mínima e a altura máxima da cadeira.
b) Determina quanto tempo demora a roda a dar uma volta completa.
c) Determina, analiticamente, os instantes dos primeiros
A profundidade da água, em metros, num certo cais, é bem modelada por uma função do tipo
em que
a) Determina
Um pêndulo oscila de modo que o seu afastamento à posição de equilíbrio, em centímetros,
A frequência deste movimento, em oscilações por segundo, é:
- (A)
3 - (B)
\dfrac{1}{3} - (C)
\dfrac{2{\pi}}{3} - (D)
12
Seja
a) Mostra, pela definição, que
Escreve o seno desse ângulo: é o cateto a dividir pela hipotenusa.
- Se o cateto oposto for
c , a hipotenusa é2c :\operatorname{sen}{\alpha} = \frac{c}{2c} = \frac{1}{2}. - Sendo o ângulo agudo,
{\alpha} = 30^{\circ} . - A opção correta é a (A).O valor não depende do triângulo — é o que as razões trigonométricas garantem. A opção (D) só seria certa se as razões dependessem do tamanho, e não da forma.
A escada é a hipotenusa. Em b), a fórmula fundamental aparece sozinha.
- a)
h = 5\operatorname{sen}{\theta}, \qquad d = 5\cos{\theta}. - b)
h^{2}+d^{2} = 25\operatorname{sen}^{2}{\theta}+25\cos^{2}{\theta} = 25\left(\operatorname{sen}^{2}{\theta}+\cos^{2}{\theta}\right) = 25. Vale sempre25 , seja qual for{\theta} .\square - c) De
5\cos{\theta} = 1{,}8 vem\cos{\theta} = 0{,}36 e, com a calculadora em graus,{\theta} \approx 68{,}9^{\circ}. A alínea b) é o teorema de Pitágoras a dizer que o comprimento da escada não muda — que é exatamente o que a fórmula fundamental afirma, escrita noutra linguagem.
A altura tirada de
- a) Seja
M o ponto médio de[BC] . No triângulo[AMB] , retângulo emM , com hipotenusa6 e ângulo\frac{{\alpha}}{2} emA :\operatorname{sen}\frac{{\alpha}}{2} = \frac{\overline{MB}}{6} \iff \overline{MB} = 6\operatorname{sen}\frac{{\alpha}}{2}, e\overline{BC} = 2\overline{MB} = 12\operatorname{sen}\frac{{\alpha}}{2} .\square O enunciado diz
12\operatorname{sen}\frac{{\alpha}}{2} , e é o que sai — não6\operatorname{sen}{\alpha} . - b) No mesmo triângulo,
\overline{AM} = 6\cos\frac{{\alpha}}{2} .\square - c) A área é
A({\alpha}) = \frac{\overline{BC} \times \overline{AM}}{2} = \frac{12\operatorname{sen}\frac{{\alpha}}{2} \times 6\cos\frac{{\alpha}}{2}}{2} = 36\operatorname{sen}\frac{{\alpha}}{2}\cos\frac{{\alpha}}{2}. Na calculadora, em modo radiano e na janela\left[0,\,{\pi}\right] \times \left[0,\,20\right] , as curvasy_{1} = A({\alpha}) ey_{2} = 15 intersetam-se em{\alpha} \approx 0{,}99 e{\alpha} \approx 2{,}16 . - Ambos pertencem a
\left]0,\,{\pi}\right[ , logo há duas soluções.A área tem máximo em{\alpha} = \frac{{\pi}}{2} , onde vale18 . Como15 < 18 , tem de haver duas soluções — e é bom sabê-lo antes de ir à calculadora.
O intervalo dado é o 3.º quadrante. Escreve os sinais das três razões aí.
- No 3.º quadrante,
\operatorname{sen}{\alpha} < 0 e\cos{\alpha} < 0 . - (A) Produto de dois negativos: positivo. Falsa.
- (B) Quociente de dois negativos: positivo. Verdadeira.
- (C) Não é necessariamente verdadeira. Em
{\alpha} = \frac{7{\pi}}{6} tem-se\operatorname{sen} = -\frac{1}{2} > -\frac{\sqrt{3}}{2} = \cos , mas em{\alpha} = \frac{4{\pi}}{3} tem-se\operatorname{sen} = -\frac{\sqrt{3}}{2} < -\frac{1}{2} = \cos . O contraexemplo elimina a opção. - (D) Falsa: no 3.º quadrante a abcissa é negativa.
- A opção correta é a (B).Numa opção do tipo «necessariamente verdadeira», basta um contraexemplo para a eliminar. Foi o que se fez em (C).
Escreve
- a) De
\operatorname{tg}{\alpha} = 2 vem\operatorname{sen}{\alpha} = 2\cos{\alpha} . Na fórmula fundamental:4\cos^{2}{\alpha}+\cos^{2}{\alpha} = 1 \iff \cos^{2}{\alpha} = \frac{1}{5} \iff \cos{\alpha} = \pm\frac{\sqrt{5}}{5}. - No 3.º quadrante a abcissa é negativa:
\cos{\alpha} = -\frac{\sqrt{5}}{5} e\operatorname{sen}{\alpha} = -\frac{2\sqrt{5}}{5} .P = \left(-\frac{\sqrt{5}}{5},\, -\frac{2\sqrt{5}}{5}\right). - b) Reduzindo:
\operatorname{sen}({\pi}-{\alpha}) = \operatorname{sen}{\alpha} e\cos(-{\alpha}) = \cos{\alpha} .\operatorname{sen}{\alpha}+\cos{\alpha} = -\frac{2\sqrt{5}}{5}-\frac{\sqrt{5}}{5} = -\frac{3\sqrt{5}}{5}. A tangente sozinha não fixa o ponto: dá dois, simétricos em relação à origem. É o quadrante que decide, e é por isso que o enunciado o dá.
A expressão geral é
- A expressão geral:
\frac{{\pi}}{7}+2k{\pi} ,k \in \mathbb{Z} . - A condição:
-2{\pi} < \frac{{\pi}}{7}+2k{\pi} < 4{\pi} \iff -2-\frac{1}{7} < 2k < 4-\frac{1}{7}. Ou seja-1{,}07 < k < 1{,}93 . - Os inteiros são
k \in \{-1,\,0,\,1\} : três ângulos. - A opção correta é a (B).O intervalo tem
6{\pi} , isto é três voltas — e por isso a resposta havia de ser três. Contar as voltas é a maneira rápida de confirmar.
Tira as voltas completas de cada argumento antes de reduzir:
- Primeira parcela. Como
\frac{11{\pi}}{2} = 4{\pi}+\frac{3{\pi}}{2} , e4{\pi} são duas voltas:\operatorname{sen}\left(x-\frac{11{\pi}}{2}\right) = \operatorname{sen}\left(x-\frac{3{\pi}}{2}\right) = \operatorname{sen}\left(-\left(\frac{3{\pi}}{2}-x\right)\right) = -\operatorname{sen}\left(\frac{3{\pi}}{2}-x\right) = \cos x. - Segunda parcela. Como
7{\pi} = 6{\pi}+{\pi} :\cos\left(x+7{\pi}\right) = \cos\left(x+{\pi}\right) = -\cos x. - Juntar.
\cos x-2\left(-\cos x\right) = 3\cos x. - A opção correta é a (B).Retirar as voltas primeiro deixa sempre um argumento com
{\pi} ,\frac{{\pi}}{2} ou\frac{3{\pi}}{2} — e aí é uma linha da tabela de redução. Sem esse passo o exercício fica confuso.
Reduz cada fator e cada parcela ao ângulo
- Reduzir cada peça.
\cos\left(\frac{{\pi}}{2}-x\right) = \operatorname{sen}x, \qquad \operatorname{sen}\left({\pi}+x\right) = -\operatorname{sen}x, \qquad \cos\left({\pi}-x\right) = -\cos x. - Substituir. No último caso o quadrado apaga o sinal:
\operatorname{sen}x \times \left(-\operatorname{sen}x\right)+\left(-\cos x\right)^{2} = -\operatorname{sen}^{2}x+\cos^{2}x. - O resultado é
\cos^{2}x-\operatorname{sen}^{2}x , válido para todo ox real. - Em
x = \frac{{\pi}}{4} : como\operatorname{sen}\frac{{\pi}}{4} = \cos\frac{{\pi}}{4} = \frac{\sqrt{2}}{2} ,\frac{1}{2}-\frac{1}{2} = 0. Uma expressão em\operatorname{sen}x e\cos x é resposta completa. Não é preciso — nem é pedido — reconhecer\cos^{2}x-\operatorname{sen}^{2}x como\cos(2x) : as fórmulas de duplicação não pertencem às Aprendizagens Essenciais.
De
- a)
{\theta} = \frac{s}{r} = \frac{25{\pi}/3}{10} = \frac{25{\pi}}{30} = \frac{5{\pi}}{6}. - b)
A = \frac{1}{2}r^{2}{\theta} = \frac{1}{2} \times 100 \times \frac{5{\pi}}{6} = \frac{125{\pi}}{3}\ \text{cm}^{2}. - c)
\frac{5{\pi}}{6} < {\pi} , logo o arco é menor do que meia circunferência. Em graus,\frac{5{\pi}}{6} = 150^{\circ} . - Confirmação.
\frac{150}{360} = \frac{5}{12} da volta;\frac{5}{12} do perímetro20{\pi} é\frac{25{\pi}}{3} ✓, e\frac{5}{12} da área100{\pi} é\frac{125{\pi}}{3} ✓.A confirmação por proporção é sempre possível e demora dez segundos. Vale mais do que reler a fórmula.
Os dois ângulos são do 3.º quadrante. Reduz cada um ao ângulo agudo de referência.
\frac{7{\pi}}{6} = {\pi}+\frac{{\pi}}{6} , do 3.º quadrante, onde o seno é negativo:\operatorname{sen}\frac{7{\pi}}{6} = -\operatorname{sen}\frac{{\pi}}{6} = -\frac{1}{2}. \frac{4{\pi}}{3} = {\pi}+\frac{{\pi}}{3} , também do 3.º quadrante, onde o cosseno é negativo:\cos\frac{4{\pi}}{3} = -\cos\frac{{\pi}}{3} = -\frac{1}{2}. - A soma é
-1 : opção (A).Os dois ângulos estão no mesmo quadrante mas as referências são diferentes —\frac{{\pi}}{6} e\frac{{\pi}}{3} . Coincidiu darem o mesmo valor porque\operatorname{sen}\frac{{\pi}}{6} = \cos\frac{{\pi}}{3} : são ângulos complementares.
Em c), isola o cosseno. O valor a que ele fica igual não está sobre um eixo — mas lê-se diretamente no círculo, porque é um dos valores da tabela.
- a) De
-1 \leq \cos\left(\frac{x}{2}\right) \leq 1 vem-2 \leq -2\cos\left(\frac{x}{2}\right) \leq 2 , logo-1 \leq f(x) \leq 3 : contradomínio\left[-1,\,3\right] . - b)
T = \frac{2{\pi}}{1/2} = 4{\pi}. - c)
f(x) = 0 \iff \cos\left(\frac{x}{2}\right) = \frac{1}{2}. No círculo, a abcissa vale\frac{1}{2} em dois pontos, associados a\frac{{\pi}}{3} e a-\frac{{\pi}}{3} . Resolvendo em ordem ao argumento:\frac{x}{2} = \frac{{\pi}}{3}+2k{\pi} \;\lor\; \frac{x}{2} = -\frac{{\pi}}{3}+2k{\pi}, \quad k \in \mathbb{Z}. - Isolar
x :x = \frac{2{\pi}}{3}+4k{\pi} \;\lor\; x = -\frac{2{\pi}}{3}+4k{\pi}. - Escolher os que caem em
\left[0,\,8{\pi}\right] : da primeira família,\frac{2{\pi}}{3} e\frac{14{\pi}}{3} ; da segunda,\frac{10{\pi}}{3} e\frac{22{\pi}}{3} .Quatro zeros em8{\pi} , que são dois períodos — dois por período, como havia de ser, porque0 está estritamente dentro de\left[-1,\,3\right] .
Três leituras: o meio do contradomínio dá o
- Meio e amplitude.
a = \frac{5+(-1)}{2} = 2 e|b| = \frac{5-(-1)}{2} = 3 . Isto elimina a opção (D). - Período.
T = 10-2 = 8 , logo\frac{2{\pi}}{|c|} = 8 \iff |c| = \frac{{\pi}}{4} . Isto elimina a opção (C). - Onde está o mínimo. Em
x = 2 o argumento é0 e\cos 0 = 1 . Para quex = 2 seja minimizante, o coeficiente do cosseno tem de ser negativo:g(2) = 2-3 \times 1 = -1 \ \checkmark A opção (A) dariag(2) = 5 , que é o máximo. - A opção correta é a (B).As três leituras — meio, amplitude, período — deixam sempre duas opções de pé. É o sinal de
b , decidido por onde está o extremo, que separa a última.
Em c), o máximo dá-se quando o cosseno vale
- a) De
-1 \leq \cos\left(\frac{{\pi}t}{5}\right) \leq 1 vem-19 \leq -19\cos(\cdots) \leq 19 , logo2 \leq h(t) \leq 40. Mínimo2 m, máximo40 m. - b)
T = \frac{2{\pi}}{{\pi}/5} = 10\ \text{minutos}. - c) A altura é máxima quando
\cos\left(\frac{{\pi}t}{5}\right) = -1 , isto é\frac{{\pi}t}{5} = {\pi}+2k{\pi} \iff t = 5+10k, \quad k \in \mathbb{Z}. Nos primeiros20 minutos:t = 5 et = 15 . - d) Na calculadora, em modo radiano, na janela
\left[0,\,10\right] \times \left[0,\,45\right] , as curvasy_{1} = h(t) ey_{2} = 30 intersetam-se emt \approx 3{,}29 et \approx 6{,}71 . Entre esses dois instantes a cadeira está acima dos30 metros:6{,}7146-3{,}2854 \approx 3{,}43\ \text{minutos por volta}. Repara na simetria:3{,}29 e6{,}71 são simétricos em relação at = 5 , o instante do máximo. É uma verificação gratuita — se não fossem, algum dos dois valores estaria errado.
Em a),
- a) Meio e amplitude.
a = \frac{7{,}4+2{,}6}{2} = 5, \qquad b = \frac{7{,}4-2{,}6}{2} = 2{,}4. - Período.
\frac{2{\pi}}{c} = 12 \iff c = \frac{{\pi}}{6} . - Desfasamento. O máximo dá-se quando o seno vale
1 , isto é quando o argumento é\frac{{\pi}}{2} . Isso acontece emt = 3 :\frac{{\pi}}{6}(3-d) = \frac{{\pi}}{2} \iff 3-d = 3 \iff d = 0. Logop(t) = 5+2{,}4\operatorname{sen}\left(\frac{{\pi}t}{6}\right) . - b) Na calculadora, em modo radiano, na janela
\left[0,\,12\right] \times \left[2,\,8\right] : as curvasy_{1} = p(t) ey_{2} = 5 intersetam-se emt = 0 ,t = 6 et = 12 . Entre0 e6 a profundidade é maior ou igual a5 metros: superior no interior e exatamente5 metros nos extremos. - O navio pode entrar entre a meia-noite e as
6 horas. Como o enunciado pede os extremos arredondados, escreve-se\left[0{,}00;\ 6{,}00\right] — fechado, porque5 metros já basta («pelo menos5 »).Aqui os valores saem exatos porque5 é precisamente o valor médio — e o seno anula-se em0 e em6 . Nem sempre é assim: se o limiar fosse5{,}5 , os extremos seriam irracionais e a calculadora seria indispensável.
Primeiro o período,
- Período.
T = \frac{2{\pi}}{2{\pi}/3} = 3\ \text{segundos}. - Frequência.
\frac{1}{3} oscilações por segundo. - A opção correta é a (B).A opção (A) é o período e a (D) é a amplitude. As três grandezas leem-se na mesma expressão, e é fácil trocá-las — escrever a unidade antes de escolher resolve o problema.
Em a), calcula
- a) Seja
x \in \mathbb{R} qualquer; comoD_{h} = \mathbb{R} , tambémx+6{\pi} \in D_{h} .h(x+6{\pi}) = \cos\left(\frac{x+6{\pi}}{3}\right)-4 = \cos\left(\frac{x}{3}+2{\pi}\right)-4 = \cos\left(\frac{x}{3}\right)-4 = h(x). Logo6{\pi} é período deh .\square - b) De
-1 \leq \cos\left(\frac{x}{3}\right) \leq 1 vem-5 \leq h(x) \leq -3 . Comoh(x) \leq -3 < 0 para todo ox , a função nunca se anula.\square - c) O máximo
-3 atinge-se quando\cos\left(\frac{x}{3}\right) = 1 :\frac{x}{3} = 2k{\pi} \iff x = 6k{\pi}, \quad k \in \mathbb{Z}. Repara que os maximizantes distam6{\pi} uns dos outros — que é o período que se provou em a). Tinha de ser assim: numa função periódica, os máximos repetem-se de período em período.